Biblioteca de São Paulo – Carandiru

Moreno Barros 07.2.2010 15 comentários

Acabou de cair várias lágrimas de emoção vendo estas fotos. Nem preciso explicar.

Design. Ahhh, o design.

biblioteca são paulo carandiru

biblioteca são paulo carandiru

biblioteca são paulo carandiru

Outras fotos no flickr

Texto da Folha:

Novo espaço cultural da zona norte de SP começa adaptado para pessoas com deficiência e se aproxima do conceito das grandes livrarias para atrair leitores

No próximo dia 8, a capital paulista ganhará um novo espaço de cultura: a Biblioteca de São Paulo. Instalada no parque da Juventude, na área da antiga Casa de Detenção do Carandiru, a nova biblioteca pública se inspirou no conceito das grandes livrarias da cidade para conquistar seus leitores.

“A ideia é que ela pareça uma “megastore” pública”, explica o Secretário de Estado da Cultura de São Paulo, João Sayad. “Ela deve ter tudo aquilo que essas lojas oferecem, mas estará aberta para atender a todos.”

A biblioteca custou cerca de R$ 12,5 milhões (R$ 10 milhões do Estado e R$ 2,5 milhões do Ministério da Cultura). E, para atrair seus futuros usuários, não investiu apenas no acrevo de 30 mil livros.

Além de dispor de outras mídias, como CDs e DVDs, o projeto centrou esforços na decoração do prédio, na oferta de tecnologia e em uma estrutura completamente acessível e preparada para atender pessoas com deficiência.

Entre esses recursos, estão mesas reguláveis, que se adaptam a qualquer tamanho de cadeira de rodas, folheadores automáticos de páginas, para aqueles que perderam os movimentos das mãos, e também computadores adaptados.

Usuários cegos terão ainda mil títulos de “audiobooks” e um equipamento que, automaticamente, é capaz de transpor obras literárias convencionais para faixas de áudio ou placas em braile. “Isso deve aumentar muito a oferta de livros para cegos”, afirma Adriana Ferrari, gestora do projeto e assessora da Secretaria de Cultura.

Estratégia de sedução

A Biblioteca de São Paulo dedica grande parte de seus 4.200 m2 aos mais jovens. Todo o andar térreo está divido em alas para três faixas etárias: de zero a três anos, de quatro a 11 anos e de 12 a 17 anos. Ali, poltronas coloridas e pufes dividem espaço com estantes baixas -projetadas sob medida- nas quais livros, discos e filmes ficam misturados e expostos diretamente ao público.

Também estarão à disposição cem computadores, com livre acesso à internet, dezenas de jogos eletrônicos e um aparelho Kindle, o livro digital da Amazon. “É uma tentativa de atrair o não leitor”, afirma Sayad. “Se o hábito de ler voltar a ser moda algum dia, podemos fazer uma biblioteca escura, austera. Hoje, para conquistar o público de não leitores, ela precisa ser assim.”

O esforço para seduzir os frequentadores pautou a escolha do espaço -próximo ao metrô- e o projeto arquitetônico, que contemplou um café, uma varanda com espaço para shows e saraus e um auditório.

“Teremos uma programação de cursos e oficinas, voltada inclusive para temas que não estão ligados à literatura, como o grafite”, conta a diretora da biblioteca, Magda Montenegro.

Ela também promete um horário expandido de atendimento – até as 21h de segunda a sexta, e até as 17h, aos sábados, domingos e feriados. “Não dá para fechar na mesma hora da repartição pública. A intenção é que as pessoas venham para cá depois do trabalho”, afirma.

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biblioteca são paulo carandiru

Biblioteca na praia – Bondi Beach

Moreno Barros 05.2.2010 4 comentários

bondi beach library

Como parte das comemorações de 30 anos da IKEA, a loja decidiu colocar 30 modelos da sua mais famosa estante de livros, chamada Billy, nas areias da praia de Bondi, em Sydney/Australia.

As estantes, que permaneceram lá apenas por um dia, ofereciam milhares de livros que os frequentadores da praia podiam pegar emprestado, trocar por outros livros ou simplesmente fazer uma doação que seria revertida para a Fundação Literária da Austrália.

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Computação em nuvem e os softwares de gerenciamento de Bibliotecas

Tiago Murakami 04.2.2010 17 comentários

Ontem ao acompanhar um seminário de cloud computing: “A Internet como plataforma” oferecido pela IBM percebi que existe espaço para um modelo novo de gerenciamento de softwares de Biblioteca usando cloud computing de uma forma que o software seria comercializado como serviço.

As perguntas que vem a cabeça: qual a diferença para o modelo antigo e o que é cloud computing?

Eu confesso que não consigo explicar toda a complexidade de cloud computing, mas esses links podem ajudar: Cloud Computing , Computação em nuvem.

O que muda em relação aos softwares é a forma com que nos relacionamos com ele. Atualmente, compramos o software de biblioteca através de uma licença de uso, que pode ou não ter uma periodicidade. Ou o uso de softwares livres ou gratuitos (existem muitas diferenças entre esses dois modelos). Porém para todos, é necessário que a biblioteca monte e mantenha uma infraestrutura para que seja instalado o software. Então, nas grandes instituições, ficamos refens da disponibilidade da TI e nas pequenas instituições está refens de softwares de pouca qualidade que rodem nos computadores limitados delas.

Software de Biblioteca na Nuvem: Escalabilidade e confiança

Por software de Biblioteca na nuvem entende-se este software como um serviço a ser prestado para as bibliotecas. Na núvem, se mantem toda a infraestrutura necessária do sofware e a Biblioteca então se torna usuária de um serviço web, em que pode gerenciar o catálogo por meio de um navegador web. O modelo de negócio aqui é o que deve ser discutido. Vejo como possibilidade de uma empresa vender acesso ao serviço já configurado, como uma assinatura, por exemplo. A Biblioteca economizaria muito em infra estrutura e pagamento de funcionários e teria como garantia um backup semanal ou diário, garantindo que não perderia nada caso não queira mais continuar neste serviço. O modelo só funcionaria em escala, isto é, quanto mais bibliotecas, menores serão os valores cobrados e permite a cobrança por uso, isto é, paga mais quem usa mais, tornando um modo justo de cobrança.

Eu acho que temos condições de montar uma empresa para oferecer esse serviço. O que vocês acham? Vi que já tem colegas interessados, vamos estudar essa possibilidade?

reCAPTCHA ajuda a digitalizar milhões de textos antigos

Moreno Barros 04.2.2010 1 comentário


O PROBLEMA: Spammers

Serviços de email grátis como Google, Yahoo! e Microsoft estavam sofrendo ataques de hackers/spammers que haviam criado programas capazes de obter milhões de contas de email todos os dias. Por que os spammers precisavam de tantos emails? Porque os serviços de email permitiam que usuários enviassem somente um número específico de emails por dia (Yahoo permitira 100 envios de email por dia), então para que a tática de spam pudesse funcionar efetivamente, os spammers precisavam de um número gigantesco de endereços de email.

A SOLUÇÃO: CAPTCHA
Desenvolver um programa que protege os websites contra os robôs por meio da aplicação de um teste que os humanos podem passar, mas os robôs não. Por exemplo, humanos podem ler textos distorcidos como estes abaixo, mas os programas de computador não.


um examplo típico de um CAPTCHA

Em 2000, Luis von Ahn e Manuel Blum conceberam o termo ‘CAPTCHA’. Eles inventaram múltiplos exemplos de CAPTCHAS, incluindo os primeiros CAPTCHAs que seriam usados amplamente, os que foram adotados pelo Yahoo.

A REVELAÇÃO
- Aproximadamente 200 milhões de CAPTCHAs são digitados todos os dias ao redor do mundo
- Cada CAPTCHA leva aproximadamente 10 segundos para o preenchimento;
- 500.000 horas de tempo humano perdidas todos os dias digitando CAPTCHAs

O DESAFIO
Existe alguma maneira de este esfoço humano ser utilizado para o bem da humanidade?

A SOLUÇÃO REAVALIADA: reCAPTCHA
- Digitalizar livros uma palavra de cada vez. reCAPTCHA é um serviço grátis do CAPTCHA que ajuda a digitalizar livros, jornais e shows de rádio antigos.

exemplo de recaptcha

Como isso funciona
Digitalizar livros consiste do processo de tirar fotos de páginas do livro e em seguida usar OCR (reconhecimento óptico de caracteres) para descobrir o que as palavras são. Entretanto, em textos antigos, o OCR é bastante impreciso – para os livros escritos antes de 1900, OCR perde cerca de 30% das palavras.

exemplo de problema com OCR

O reCAPTCHA melhora o processo de digitalização de livros enviando para a web palavras que os humanos são capazes de decifrar, mas que não conseguem ser lidas por computadores na forma de CAPTCHAs. Cada palavra que não pode ser lida corretamente por OCR é colocada em uma imagem e usada como CAPTCHA. Isso é possível porque a maioria dos programas emite um alerta quando uma palavra não pôde ser lida corretamente.

Mas se um computador não pode ler tal CAPTCHA, como o sistema é capaz de conhecer a resposta correta?

A resposta: o reCAPTCHA oferece aos usuários duas palavras distorcidas. O sistema sabe o que uma delas é – se você identificá-la corretamente, ele assume que você provavelmente está respondendo a segunda (a ordem é aleatória) usando o melhor da sua capacidade e supõe que a sua resposta seja correta também para a nova palavra. O sistema então oferece essa nova imagem para um grupo de outras pessoas para determinar, com maior precisão, se a resposta original estava correta. Quando este grupo identifica a palavra desconhecida da mesma forma, é muito provável que o reconhecimento seja exato.

As duas palavras do reCAPTCHAs são tão velozes quanto digitar seqüências aleatórias de 6-8 caracteres, de modo que von Ahn não está nos fazer trabalhar mais.

É assim que os textos digitalizados vão sendo corrigidos, palavra por palavra. A maior parte desses textos são provenientes dos arquivos do New York Times e do projeto de digitalização do Google. E o Google gostou da tecnologia que acabou comprando o reCAPTCHA.

Amigo oculto/secreto BSF – resultados

Moreno Barros 02.2.2010 3 comentários

Já passou algum tempo, mas como o ano só começa depois do carnaval eu ainda estou com crédito para comentar.

Todos os anos eu promovo o amigo oculto/secreto aqui no BSF, com uma troca de livros entre bibliotecários, via correios.

Algumas pessoas podem achar estranho um amigo oculto virtual, onde não há aquele tradicional e pitoresco encontro entre os participantes, mas somente um amigo oculto nesses moldes poderia incluir participantes de vários estados (e até de outros países, como aconteceu esse ano) e não excluir ninguém da brincadeira.

Esse ano eu havia sugerido que as pessoas enviassem vídeos com seus presentes, conforme eles foram chegando. Nem todos puderam mandar vídeos, mas segue abaixo a lista de quem tirou quem, e os vídeos.

Soninha tirou Wellington (ganhou Feijoada no Paraíso)
Wellington tirou Teresa (ganhou O maníaco do olho verde)
Teresa tirou Carol (ganhou Fahrenheit 451)
Carol tirou Sibele
Sibele tirou Valéria (ganhou Capitu)
Valéria tirou Gustavo (ganhou O olhar de Borges)
Gustavo tirou Ricardo
Ricardo tirou Thais
Thais tirou Lilly (ganhou Objecto quase e A misteriosa chama da rainha Loan)
Lilly tirou Amanda
Amanda tirou Darlana (ganhou O apanhador no campo de centeio)
Darlana tirou Moreno (ganhou Cabeza de Vaca e O futebol explica o Brasil)
Moreno tirou Hugo (ganhou O leitor e Comer, rezar, amar)
Hugo tirou Tiago (ganhou Alice no país das maravilhas)
Tiago tirou Ród
Ród tirou Elisabete (ganhou O Cavaleiro Inexistente e Jane Eyre)
Elisabete tirou Andréa (ganhou Correspondências/Clarisse Lispector)
Andréa tirou Josué (ganhou Senhor dos Anéis, trilogia)
Josué tirou Soninha (ganhou Comer, rezar, amar)

ano que vem tem mais.

Estante Pac-Man

Moreno Barros 01.2.2010 comente

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Ensino a Distância – EAD em Biblioteconomia

Tiago Murakami 29.1.2010 comente

Reproduzo trecho do Boletim 35 do CFB de 25 de Janeiro:

Ensino a Distância – EAD em Biblioteconomia

No dia 23 de dezembro de 2009, o Diário Oficial da União, em sua Seção 3, publicou o extrato do Acordo de Parceria firmado entre o Conselho Federal de Biblioteconomia – CFB e a Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes, que tem como objeto estabelecer as bases para cooperação entre as partes signatárias, com vistas ao planejamento e à implantação do curso de bacharelado em Biblioteconomia, a ser ofertado nos pólos de apoio presencial do Sistema Universidade Aberta do Brasil – UAB. O acordo tem a validade de um ano, a partir da data de sua publicação, podendo ser prorrogado.
Conforme divulgado no Boletim Eletrônico do CFB, edição especial n. 09, de 23 de novembro de 2009, a equipe de professores doutores que está trabalhando no delineamento do curso é composta por especialistas nas áreas do conhecimento, em consonância com as diretrizes curriculares estabelecidas pela Associação Brasileira de Educação em Ciência da Informação – Abecin, e são oriundos de todas as regiões do país. O CFB está representado pela coordenadora da Comissão de Ensino, profª. dra. Rosane Lunardelli (UEL), que também responde pela área de Organização e Representação da Informação, juntamente com o prof. doutor José Augusto Guimarães (Unesp/Marília).
O convênio prevê as responsabilidades do CFB no sentido de planejar e produzir os cursos, enquanto que a Capes deve viabilizar encontros, reuniões e oficinas para elaboração do projeto pedagógico e produção dos conteúdos do curso. O CFB e a Capes/UAB vão elaborar um plano de avaliação e acompanhamento das atividades. O acordo prevê, também, a designação de uma comissão de gestão formada por profissionais ligados a ambas instituições.
Em breve deve ser lançado um edital de convocação de instituições de ensino superior interessadas em ofertar o curso. Por razões operacionais, o início das aulas, que seria em março, deve ocorrer no segundo semestre de 2010. As informações podem ser acompanhadas pelos sites das instituições: www.cfb.org.br e http://uab.capes.gov.br.

Maior livro do mundo – Klencke Atlas

Moreno Barros 28.1.2010 comente

klencke atlas

O Klencke Atlas, que já comemorou 350 aniversários, vai fazer fazer de uma exibição sobre mapas na British Library. O livro foi um presente ao rei Charles II da Inglaterra pelos mercantes holandese, tem 1,75 metro de altura e 1,9 metro de largura e requer 6 pessoas para ser levantado.

Magnificent Maps: Power, Propaganda and Art
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esse aqui perde por pouco

bhutan
Bhutan: A Visual Odyssey Across the Last Himalayan Kingdom

Apple iPad e iBooks

Moreno Barros 27.1.2010 4 comentários

agora a briga ficou boa. ibookstore (interface “roubada” do delicious library, com formato epub e tela colorida? delícia.

vou perguntar pro Fabiano Caruso e pro Gustavo Henn o que acontece com os bibliotecários quando não houver mais livros impressos (isso se o mundo não acabar em 2012).

Joshua Prince-Ramus e a biblioteca de Seattle

Moreno Barros 27.1.2010 5 comentários


cliquem em “view subtitles” aqui em cima, selecionem português

Eu sempre fui paga-pau da biblioteca pública de Seattle. Já citei aqui “Qual biblioteca?” e aqui “Dewey no elevador“. Pra mim continua sendo o exemplo mais vanguarda de combinação biblioteca-design-tecnologia.

Traduzi a palestra do Joshua Prince Ramus no TED. Ele foi um dos arquitetos responsáveis (o outro é Rem Koolhaas) pelo desenho da biblioteca. Na palestra ele fala de outros projetos da agência, além da biblioteca. Mas desde a primeira vez que eu vi fiquei impressionado como que uma pessoa de fora do mundo das bibliotecas conseguiu ter uma percepção tão simples e correta sobre a funcionalidade de uma biblioteca pública.

biblioteca de Seattle antes

biblioteca de Seattle depois

[traduzi do wikipedia]
O financiamento para a construção do novo prédio da biblioteca central de Seattle, bem como outros projetos de construção em todo o sistema municipal de bibliotecas, foi orçado em $196 milhões, chamado de “Bibliotecas para Todos”, medida aprovada pela câmara de Seattle, em novembro de 1998. O projeto também recebeu uma doação de $20 milhões de Bill Gates.

Rem Koolhaas e Joshua Prince-Ramus da empresa holandesa Office for Metropolitan Architecture (OMA), trabalhando em conjunto com a empresa de Seattle LMN Architects, serviram como os principais arquitetos do edifício. Ramus foi designado arquiteto responsável pelo projeto. Ironicamente, a OMA não foi uma das empresas convidadas a concorrer ao projeto. Ramus, anteriormente residente em Seattle, descobriu pela sua mãe um dia antes que a direção da rede de bibliotecas estava convidando empresas interessadas em participar de uma chamada pública. Ele se inscreveu e a OMA acabou ganhando o projeto.

Deborah Jacobs, bibliotecária chefe da Seattle Public Library, encabeçou o projeto do ponto de vista da biblioteca e atuou como a voz do cliente, enquanto Betty Jane Narver atuou como presidente do Conselho de Bibliotecas.

Os arquitetos conceberam o novo edifício da Biblioteca Central como uma celebração dos livros, decidindo-se depois de algumas pesquisas que, apesar da chegada do século 21 e a “era digital”, pessoas ainda respondiam a livros impressos em papel. Os arquitetos também trabalharam para tornar a biblioteca convidativa para o público, ao invés de entulhadas e sem graça, o que eles descobriram como sendo a percepção popular das bibliotecas como um todo.

Embora o desenho da biblioteca seja incomum visto pelo lado de fora, a filosofia dos arquitetos era deixar o prédio ditar as funções necessárias para aquilo que ele deveria parecer, ao invés de impor uma estrutura e criar as funções em conformidade com isso.

Por exemplo, uma seção principal do edifício é a “Espiral de Livros” (projetado para apresentar a coleção de não-ficção da biblioteca, sem dividir a Classificação Decimal de Dewey em diferentes andares ou seções). A coleção segue espirais através de quatro andares em uma série contínua de estantes. Isto permite que os usuários examinem a coleção inteira sem precisar usar escadas ou se transportar para uma parte diferente do edifício.

seattle library

spiral

Outras características internas incluem: o Auditório da Microsoft no piso térreo, a “Sala de Estar” no terceiro andar (concebido como um espaço de leitura para os usuários), a Charles Simonyi Mixing Chamber (uma versão do balcão de referência que fornece ajuda interdisciplinar para os usuários que precisam de respostas ou querem fazer pesquisa), e a Betty Jane Narver Reading Room no 10º andar (com vista para a baía de Elliott).

seattle library

seattle public
visão panoramica do Sala de Estar, clique para ampliar

seattle library red room
Red Floor, clique para ampliar

Novas funções incluem triagem e transporte automático de livros, auto-serviço para os usuários, expansão das comunicações wi-fi entre os funcionários da biblioteca, e mais de 400 computadores de uso público.

seattle library rfid

seattle library rfid
sistema de devolução e transporte em RFID


Os bibliotecários americanos divergiram sobre o novo aspecto da biblioteca, entre uma obra prima de arquitetura e o fato de a biblioteca não representar na prática a idéia de centro conector entre a cidade e as pessoas, e houve inclusive denúncias por parte dos bibliotecários de que os arquitetos não projetaram espaços de reserva para o armazenamento de novas aquisições.

Mas ainda assim, por tudo que eu já li e vi na internet sobre a biblioteca, acho ela foda.

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