BIBLIOTECÁRIOS SEM FRONTEIRAS / Versão 3.0

EDITORES

Tiago Murakami


Tiago Murakami

Graduado em biblioteconomia e documentação pela Universidade de São Paulo e estudante de Administração pública na Universidade Federal de Ouro Preto. Nas horas vagas, gosta de gerenciar o RABCI e ainda arruma tempo para jogar bola com o Iuri


Moreno Barros


Moreno Barros

Graduado em biblioteconomia e documentação pela Universidade Federal Fluminense e mestrando do PPGCI do IBICT em convênio com a UFF. É um dos caras responsáveis pela ExtraLibris. Já zerou Mario Kart 18 vezes jogando com o Bowser


Vivi


Viviane Silva

Bibliotecária graduada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e Especialista em Educação pela Universidade Cândido Mendes. Está sempre pronta para uma boa partida de jogos de tabuleiros


Diego Abadan


Diego Abadan

Bibliotecário formado pela UFSC. Muito tímido, não possui descrição personalizada





BLOGS

Abrindo Espaço Katyusha Souza
A Informação
Biblio 20 Anderson Batista
Bibliodesign Claudia Terpani
Bitbiblio
Blog do Kura Hélio Kuramoto
DA Biblio UFPE
Educação Bibliotecária
BCUFRGS Blog da Biblioteca
ExtraLibris Ciência da Informação
ExtraLibris Classificados
ExtraLibris Concursos
ExtraLibris Ergonomia
Fabiano Caruso
Infofagia Tudor Mendez
Jackson Medeiros
Ler ler ler Flávia
NIPEEB UFSC
Ricardo Sodré Andrade
Roosewelt Lins
TI aplicada à Biblio Renate Landshoff
Web librarian Alexandre Berbe


PERIÓDICOS

Revista Ciência da Informação
Revista Digital SBU UniCamp
Perspectivas em CI
Transinformação
DataGramaZero
Informação & Informação
Informação & Sociedade: Estudos
Encontros Bibli
Revista ACB
Biblionline
Arquivística.net
ExtraLibris


ASSOCIAÇÕES

ABECIN
ANCIB
EDIBCIC
InterCom
ComPós


PORTAIS E DIRETÓRIOS

CAPES Acesso Livre
CAPES Portal de Periódicos
BDTD IBICT
Dialnet
DOAJ
DoIS
Domínio Público
E-LIS
Find Articles
Google Scholar
Google Scholar BR
Latindex
OASIS IBICT
PROSSIGA
ProBE
LivRe!
RedAlyc
SciELO
Teses USP


REVISTAS EM ESPANHOL

BiD
Simbiosis
Biblios
Anales de Documentación
Cuadernos de Documentación
Revista Española de Bibliología
Asoc. Andaluza de Bibliotecários


REVISTAS EM FRANCÊS E ITALIANO

BBF
RESSI
Solaris
Biblio Time


REVISTAS EM INGLÊS

Evidence Based LIP
Library Philosophy LPP
Information Ethics IRIE
Library Student Journal
LIBRES
SLMR
ASIS&T
JASIST
Informing Science
Information Research
Media & Info Literacy
E-JASL
MC Journal
Ariadne
D-Lib
ISTL
Virginia Libraries DLA
Chinese Librarianship
Webology
CyberMetrics
JoDI
JEP
JAHC
No solo usabilidad
ISCID
Entropy
Int. J. Doctoral Studies


OUTRAS REVISTAS

Revista Museu
Morpheus
Ciências & Cognição


SITES DE INTERESSE

BN Brasil
BN Portugal
UNESCO Libraries Portal
NDC-UFF
CED-UFSC
Guia Sobresites de Biblio
Biblio Tech Review
Infohome


BLOG

BiblioRoll, o Livro eletrônico e as Bibliotecas Digitais
Tiago Murakami | 13.10.2006


É muito interessante acompanhar as discussões sobre o futuro do livro, o livro eletrônico e os milhares de gagets que inventam com o intuito de substituir a tão retrógrada, mas insuperável, tecnologia do papel.

Li faz um tempinho no blog do Adalberto sobre um conceito chamado BiblioRoll.

BiblioRoll

Ele é um tubo, composto por três telas, que vc gira para browsear a sua biblioteca.. hehehe… Já postamos sobre gagets parecidos também.

O Adalberto postou algumas questões como:

1) Digitalizar todo o conteúdo do acervo de uma biblioteca e conseguir armazenar no equipamento;

2) permitir atualizações periódicas de conteúdo digital no aparelho, já que uma biblioteca é um organismo em crescimento;

3) superar as limitações impostas pelas legislações de direitos autorais para disponibilidade alternativa dos livros;

4) impedir que o equipamento seja contrabandeado para fora da biblioteca e o conteúdo seja reproduzido em formatos piratas – isso seria um desastre, tanto do ponto de vista do direito autoral, quanto o de uso da biblioteca;

5) dotar o BiblioRoll de um banco de dados que permita recuperar o conteúdo das obras – pois tal como o equipamento é hoje, ele funciona como um cátalogo topográfico virtual que permite acesso ao conteúdo digitalizado, mas nada de busca por autor, título e assunto.

Acho que não é esse o foco que se deve ser refletido.

A meu ver, o grande problema é insistir que devemos reproduzir o formato livro na Internet e nos computadores. É uma insistência que nos ocupa um tempo que poderiamos utilizar para coisas melhores, e o pior é que quase todo mundo tá nessa (google, open aliance, etc…). O formato livro foi um formato imposto pela limitação do papel.

A minha modesta previsão de futuro acredita que produziremos obras digitais interativas, ou pelo menos criadas para provocar os sentidos, algo como um texto com um fundo sonoro e pequenas imagens em movimento, quem sabe até em sincronia com o olhar humano sobre ele.

Muita piração?

Autor: Tiago Murakami | Categoria: Bibliotecas Digitais

4 comentários sobre “BiblioRoll, o Livro eletrônico e as Bibliotecas Digitais”

  1. Luan disse:

    Oi Tiago.
    Concordo com você que poderíamos aproveitar as possibilidades dos novos suportes da informação para ampliar as atuais fronteiras. E não é muita viagem, pelo menos ao meu ver, alguns sons e imagens em movimento em um texto. Programas de uso popular como o Flash podem fazer isso com uma tranqülidade absurda em um computador, e provavelmente será em breve usado em celulares e palms… Se não for o Flash será outra tecnologia semelhante. E sendo utilizado nesses, não será um grande espanto se o famoso “pdf” passar a ser multimídia também e incorporar nos quase-badalados e-Readers (ainda mais agora que a Adobe, detentora do formato pdf, comprou a Macromedia, fabricante do Flash).
    A questão é que os livros em seu formato atual ainda tem uma demanda forte. Parece que tem uma aura de interesse em torno do livro como o conhecemos que não nos permite abandoná-lo, como o LP para a música a alguns anos atrás. Não faltam argumentos para as pessoas aficcionadas pelo LP e pelo livro para desejar a manutenção e até evolução desses suportes sem abandoná-los.
    Enfim… Acho q teremos que conviver com os dois modos por muito tempo ainda…


  2. Almerio Alves Wadick disse:

    gostaria de ter acesso a livros eletronico para facilitar o estudos


  3. Alessandra disse:

    Queria saber se alguém sabe a definição de folha encolada.


  4. Juliana Velasco disse:

    Olá,

    Pesquiso sobre livro eletrônico há dois anos, e gostei de ver a discussão neste blog. Após ter feito várias pesquisas sobre as novas tecnologias disponíveis em torno do livro que hje pode ser feito em diversos formatos txt, pdf, html,rtf, xml… Os papéis eletrônicos (e-papers), o e-ink (eletronic ink- tinta eletrônica) e os e-readers ou devices (aplicativos que auxiliam na leitura do livro na tela). O livro em formato eletrônico parece ser um produto que surge para ficar, pois elimina problemas com estocagem, distribuição e diminui os custos de produção, armazenamento, estocagem…

    A informação digital constitui uma realidade como meio de registro e disseminação do conhecimento. Isso é fato. O livro eletrônico faz parte deste novo contexto e a portabilidade também. Não adianta lutarmos contra isso, é um processo natural desta geração. Meu sobrinho tem 5 anos e já é usuários de audiobooks, não sabe ler nem escrever, mas é adepto dos jogos infantis disponíveis na web. Ele já vai crescer nesse ambiente e pq não dizer que ele poderá ler uma obra quando adulto na tela do seu laptop? Talvez eu ainda não consiga tal proeza, mas posso afirmar que não estou longe disso.

    O que acho que é realmente importante para a popularidade dos e-books não são o aumento de recursos em macromedia ou interativos, mas a possibilidade de acesso com um custo menor, especialmente para o âmbito científico. Digo mais: as editoras ainda não descobriram esse novo mercado.

    O livro eletrônico não vai acabar com o histório livro impresso, mas vai coexistir entre as duas formas do livro e os três modos de inscrição e de comunicação de textos: o manuscrito, o impresso, o eletrônico.


Deixe seu comentário


PARCEIROS

Rabci
ExtraLibris
Baluarte

ÚLTIMOS COMENTÁRIOS

Gustavo

Gustavo

Como diria Cardoso, "não sabe brincar não desce pro play!".

Tiago Andrade

Tiago Andrade

Hstória realmente sensacional. Emocionante. (E ninguém falou da arte, mas ela é caprichada.)

Vivi

Vivi

Lindo...

Tiago Murakami

Tiago Murakami

Moreno.. nem adiantou pedir cuidado.. essa lágrima caiu mesmo assim.. Adorei!

Suely

Suely

Olá,colegas paulistanos Sou bibliotecária, de Belém do Pará ínscrita no SNBU. Como não conheço São Paulo, e pra nós que estamos mais distantes, os custos com estadia afetam muito, gostaria de dicas de hoteis, pousadas ou pensionatos com preços razoáveis próximo ao local do evento. Aguardo retorno. Grata, Suely Vidal

Raquel

Raquel

Boa tarde, quero expressar aqui meu descontentamento com a falta de educação com os nomes alheios. Afinal , vcs são bibliotecários, bibliotários, bibliodesocupados, bobotários ou o que? Como profissionais da informação, vcs utilizam muito errado a informação, e o pior repassam ela desmoralizando seus próprios colegas de profissão. Que vergonha!!!!!!!!!!!!

Ketry

Ketry

Olá pessoal, sou graduanda de biblioteconomia, 8ª fase, estou fazendo um trabalho sobre redes colaborativas e meu tema é second life, gostaria de saber se vocês tem alguma fonte ou informação para apresentar para minha turma a relação do jogo com a nossa área. Obrigada pela atenção,