Archive for December, 2006

27
Dec

5 coisas que provavelmente não sabes sobre mim

Ao visitar o blog Deakialli DocuMental, conheci a idéia de meme, e desta forma podemos conhecer um pouco mais sobre nós, blogueiros. Já sei um pouco mais sobre o Marcos e a Catuxa, e convido também Moreno (outros editores estejam igualmente convidados), Caruso, Julio, Claudia e Rafael a nos contar um pouco mais de vcs.

Quanto a mim:

  • Eu sempre fui fascinado por tecnologia… isso me levou a inclusive prestar Matemática, com a esperança de passar para Ciência da Computação posteriormente. (sempre estudei em escola pública e não tinha preparação para prestar direto). Mas mesmo assim eu não passei (ainda bem!). E prestei Biblioteconomia por que li no manual da fuvest que dava para trabalhar com Internet…
  • Por ironia do destino, trabalho como analista adm na Biblioteca Jurídica de um grande banco e uso muito pouco do que sei de tecnologia, mas não posso reclamar muito, pois é um lugar muito bom de se trabalhar…
  • Gosto de ver o mundo pelos olhos de pessoas com uma sensibilidade aguçada como: Angeli, Laerte, Adão, Fernando Gonzales, Fernando Meirelles, Domingos de Oliveira, Jorge Furtado… e muitos outros… mas ainda não organizei a minha coleção de quadrinhos :-( ..
  • Tenho dificuldade em ler histórias longas e lineares e nunca consegui terminar livros grandes. Acho que sempre tive um pensamento fragmentado.
  • Sou canceriano, com ascendente em peixes, o que diz muito sobre mim…
  • 22
    Dec

    Melhores blogs do ano

    andre barros

    arte de andre martins de barros

    Eu queria escrever um post fodasso sobre o ano que passou, sobre a minha ausência do BSF, a minha percepção sobre a dinâmica da blogosfera, sobre como a biblioblogosfera brasileira vai ser meu objeto de estudo no mestrado, sobre como eu estou engajado com a ExtraLibris, como eu estou feliz pela solidificação do BSF e sobre todas as iniciativas que estão se desenvolvendo por pessoas com potencial incrível que fazem ou contribuiram com o BSF. Mas se eu fizesse, não seria eu, porque eu nunca consigo escrever posts longos decentes. Talvez no natal de 2007.

    Por ora, apenas uma consideração: eu sou obcecado por listas de melhores do ano porque em grande parte possuem menções para aquilo que eu vou consumir bastante no ano seguinte.

    Não tenho como respaldar o refino e compilação de uma gama de produtos sem que seja tendenciosamente de meu agrado, mas sinto que o BSF é espaço para divulgar uma lista dos melhores blogs bibliotecários do ano, por todos os anos.

    É difícil classificar os blogs com a temática em biblioteconomia, pior ainda ciência da informação. Mas eu vou me esforçar. As menções valem praqueles blogueiros que tem origem na biblioteconomia, na documentação, gestão ou ci.

    Os meus preferidos, sem ordem

    Biblio design

    Residência dos deuses

    Digeracy

    Blog do Kuramoto

    Abrindo espaço

    EL Concursos

    InformarE

    O ser bibliotecário

    Biblioteconomia de Babel

    vou sair, dar uma viajada, ano que vem eu volto. boas festas pra vocês

    18
    Dec

    Tesauros e Internet

    É duro para mim, que escrevi meu TCC exatamente exaltando que o tesauro seria uma ferramenta importante para o desenvolvimento futuro da Web, admitir que o uso de tesauro é inviável para organizar documentos na Web (Web, não em bibliotecas).

    Tenho que admitir o maior erro que fiz durante o trabalho: acreditar que o futuro seria linear, isto é, acreditar que o que surgisse de novo não atrapalharia o desenvolvimento que estava em curso. E o novo surgiu durante o trabalho e não depois… mas na época optei por não falar de folksonomias, e hoje reconheço o erro.

    O lado bom de tudo isso é saber que apesar da inviabilidade atual, os princípios fundamentais dos tesauros como o estabelecimento de relações entre termos será algo muito importante. O tesauro então não morreu, apenas sofrerá mutações que o tornarão irreconhecível para os bibliotecários mais antigos, mas que o tornará uma ferramenta muito útil.

    Como?

    Imaginem em e-commerce: Vc quer comprar uma câmera digital. O fabricante poderia disponibilizar um arquivo com todas as especificações em formato legível por máquinas. Esse arquivo poderia ser relacionado com gateways (termos de tesauros), que devem estar descentralizados e conectados com outros gateways de descrição por meio de relacionamentos que devem estar em formato legível por máquinas, como por exemplo um gateway chamado “3.1 MP”. Assim, outras câmeras estariam relacionadas a esse gateway e vc poderia com um click, obter todas as informações, tabelas comparativas e outros dados sobre todas as câmeras digitais que tem a resolução de 3.1 MP, e ainda, como o 3.1 MP poderá estar relacionado com um maior, como 7.1 MP, seria possível comparar outros modelos melhores e perceber que compensa comprar uma melhor. Tudo isso sem ter que entrar em site por site de fabricante ou obter informações incompletas em sites de e-commerce. Fora as comparações de preços (em toda a web e não apenas em alguns sites)

    Fora as aplicações em relação a web científica…

    Para tanto, ainda falta flexibilizar as normas de tesauros (mesmo as já flexibilizadas como o SKOS) e ainda, desenvolver um sistema aberto para manipular todas as relações possíveis. Com certeza vai demorar muito, e quem sabe ainda pode aparecer alguma coisa nova e mudar tudo de novo.. hehehe

    18
    Dec

    As paredes que as Bibliotecas Digitais vão erguendo.

    Tim O’Reilly o manager do influente grupo O’Reilly (edição de livros, revistas, websites, weblogs, da safari online, organização de conferências, formação, etc.), e cuja editora, criada há cerca de três décadas já lançou para o mercado mais de um milhar de títulos (maioria com várias edições, entre os quais o 1º livro sobre a web) centrados nas área da informática, Internet e afins; escreveu há uns dias no seu blogue O’Reilly Radar um post sobre o problema da falta de cooperação entre os diversos projectos de digitalização (e posterior disponibilização/comercialização), a grande escala, de livros.

    Isto veio a propósito do gatinhar inicial do “Live Search Books” da Microsoft há duas semanas. Um projecto que tem outros congéneres mais antigos (Google Book Search, OCA-Yahoo, Amazon, …)

    O’Reilly divide estes projectos em dois segmentos: a digitalização e a posterior disponibilização/comercialização dos livros, e expressa que mesmo que cada projecto não faculte ou partilhe com os outros os seus documentos digitais os motores de pesquisa tornar-se-ão tão potentes que conseguirão aceder aos livros dos outros projectos (se é que na actualidade já não o podem fazer). No outro aspecto considera que o facto de a digitalização de livros estar a ser implementado de forma individualista é algo que traz mais prejuízos que benefícios aos respectivos projectos.
    Problemas que este ponto levanta:
    - muitos livros são digitalizados de forma duplicada, ou triplicada; o que implica custos e tempo despendidos desnecessários (se cada projecto divulgasse regularmente um índice actualizado de obras digitalizadas poderia tornar mais racional e eficaz o trabalho de cada um)
    - alguns projectos têm processos de digitalização de melhor qualidade que outros
    - sobretudo no que concerne aos livros antigos e raros num projecto é digitalizado um livro em melhor estado, noutro projectos o mesmo em pior estado.
    - algumas colecções ou obras em vários volumes são digitalizadas de forma incompleta (uma parte num projecto, outra noutro, sem uma agregação final)
    -…

    Claro que se podem percepcionar aspectos positivos como o facto de não se instituir uma monopolização destes serviços, e daí os utilizadores/clientes poderem subscrever o serviço que mais lhe convém (tendo em conta o volume e tipo de acervo, custos, aplicações associadas, opções de acesso, etc.), e daí as próprias empresas optimizarem o melhor possível o seu produto.

    Continue reading ‘As paredes que as Bibliotecas Digitais vão erguendo.’

    15
    Dec

    Bibliorandum

    Eu estou impressionado com o bibliotecário 2.0 (β), que nem virou ainda release candidate, mas já criou coisas geniais para a área.

    Pelo que tenho acompanhado, ele acaba de criar o Bibliorandum: uma ferramenta de busca para “o universo de páginas de bibliotecas portuguesas, blogues de bibliotecas e de profissionais e investigadores de Informação-Documentação”.

    Uma das funcionalidades que mais gostei foi a adaptação do harvesting de OAI para a nossa área (chamado de Akademya). Isso permite saber o que está sendo depositado nos repositórios abertos. Quando ele implementar a possibilidade de RSS ou o alerta por e-mail (que nos permitirá acompanhar a produção científica mundial da área), ai sim vai ficar fantástico.

    14
    Dec

    Tim Berners Lee

    O Tim Berners Lee é um genio, começando pela criação World Wide Web.

    Por que da genialidade?

    Por que lá na década de 80 ele começo um projeto de hipertexto em rede que não deu certo. Ele desistiu desse projeto? Não, ele aprendeu com ele.

    Em 1989, ele identificou um problema na empresa em que trabalhava, o CERN. Ele percebeu que haviam diversos tipos de computadores, com diversos sistemas operacionais diferentes (UNIX, DOS, Mac) e isso impedia os pesquisadores de trocarem informações entre si. Ele então utilizou o que aprendeu com o projeto que não deu certo, adaptou ele a Internet (que já existia) e criou um sistema de comunicação baseado em padrões (basicamente 3: HTTP, HTML, URL). Isso foi revolucionário.

    Ele teve dois pequenos enganos: Não criou um browser e o seu primeiro software para acessar o sistema era de edição de conteúdo e não de consulta, pois acreditava que todos iriam contribuir (isso efetivamente não ocorre, segundo informação obtida no deakialli, 1% dos usuários criam todo o conteúdo da web, 19% são contribuidores e 80 % são leitores)

    Isso demonstra que ele sempre pensou no lado social da web, pois criou uma arquitetura aberta a contribuições, um organismo para dar suporte ao desenvolvimento (W3C)… isso lá em 1990 e não na Web 2.0.

    Recomendo para quem tiver um tempinho sobrando que leia a seção sobre a história da web.

    13
    Dec

    Bibliotecários a venda

    Bibliotecários a venda

    É um erro no adsense do google, mas não deixa ser engraçado! Ah, com o detalhe que é em até 6 vezes. E quem não acreditar, dá uma olhada nisso.

    12
    Dec

    Sobre o futuro…

    Desculpem a visão quase egocêntrica deste post, mas estou em crise depois que a graduação acabou e agora falta um objetivo futuro. Então, a idéia agora é planejar o que fazer no futuro, para que pelo menos possa criar caminhos que me levem ao um bom nível de desenvolvimento profissional. É claro que para isso é necessário que apareçam oportunidades, mas é sempre bom estar preparado para quando elas aparecerem. Por isso, eu ando avaliando uma série de possibilidades como:

    Pós-graduação ou educação continuada:

    Pós-graduação é meio que um caminho natural na área. Todo mundo pensa ao menos em fazer uma pós, pois para quem está trabalhando, é um diferencial (uma espécie de MBA) e para quem quer seguir carreira acadêmica, é pré-requisito. Como já perdi a prova deste ano (perdi mesmo.. me inscrevi e perdi a data), uma boa alternativa seria uma pós em outra área. Mas como não achei alguma ainda que me encaixo, uma segunda graduação não está descartada. Eu descobri que a UFSCar e a UNESP irão oferecer graduação a distancia no próximo ano.
    Também tem a possibilidade de fazer cursos de curta duração para aperfeiçoamento, mas depende de custo (normalmente bons cursos são caros).

    Trabalhar em bibliotecas digitais:

    A opção que eu mais gostaria, mas infelizmente não existe mercado de trabalho específico para isso. Ainda…

    Prestar um concurso:

    É sempre uma boa opção prestar um concurso na área, e ainda mais porque após as eleições os concursos voltam a aparecer.. mas entre os contras tem coisas como estudar AACR, CDD e CDU (decorar, por que fosse só usar a coisa seria diferente), além das condições de trabalho nem sempre serem as mais encorajadoras (falta disso e falta daquilo…) tá certo que é exigir demais ter uma biblioteca com todas as condições, mas algumas são mínimas… porém não é uma hipótese descartada…

    Empreendedorismo:

    Ando pensando com bastante atenção em criar um negócio. Seria muito interessante pois seria assumir uma responsabilidade de aplicar todo o conhecimento adquirido durante a vida e a faculdade. Na área, essa hipótese não é comum (tirando poucos corajosos, não é Claudia?), mas é bem atraente. Particularmente não gostaria criar uma consultoria, mas também ainda não encontrei uma boa área para entrar e por isso fico só pirando no momento.

    Sei lá, o que vocês tem em mente em fazer depois da faculdade?

    12
    Dec

    Sobre o futuro…

    Desculpem a visão quase egocêntrica deste post, mas estou em crise depois que a graduação acabou e agora falta um objetivo futuro. Então, a idéia agora é planejar o que fazer no futuro, para que pelo menos possa criar caminhos que me levem ao um bom nível de desenvolvimento profissional. É claro que para isso é necessário que apareçam oportunidades, mas é sempre bom estar preparado para quando elas aparecerem. Por isso, eu ando avaliando uma série de possibilidades como:

    Pós-graduação ou educação continuada:

    Pós-graduação é meio que um caminho natural na área. Todo mundo pensa ao menos em fazer uma pós, pois para quem está trabalhando, é um diferencial (uma espécie de MBA) e para quem quer seguir carreira acadêmica, é pré-requisito. Como já perdi a prova deste ano (perdi mesmo.. me inscrevi e perdi a data), uma boa alternativa seria uma pós em outra área. Mas como não achei alguma ainda que me encaixo, uma segunda graduação não está descartada. Eu descobri que a UFSCar e a UNESP irão oferecer graduação a distancia no próximo ano.
    Também tem a possibilidade de fazer cursos de curta duração para aperfeiçoamento, mas depende de custo (normalmente bons cursos são caros).

    Trabalhar em bibliotecas digitais:

    A opção que eu mais gostaria, mas infelizmente não existe mercado de trabalho específico para isso. Ainda…

    Prestar um concurso:

    É sempre uma boa opção prestar um concurso na área, e ainda mais porque após as eleições os concursos voltam a aparecer.. mas entre os contras tem coisas como estudar AACR, CDD e CDU (decorar, por que fosse só usar a coisa seria diferente), além das condições de trabalho nem sempre serem as mais encorajadoras (falta disso e falta daquilo…) tá certo que é exigir demais ter uma biblioteca com todas as condições, mas algumas são mínimas… porém não é uma hipótese descartada…

    Empreendedorismo:

    Ando pensando com bastante atenção em criar um negócio. Seria muito interessante pois seria assumir uma responsabilidade de aplicar todo o conhecimento adquirido durante a vida e a faculdade. Na área, essa hipótese não é comum (tirando poucos corajosos, não é Claudia?), mas é bem atraente. Particularmente não gostaria criar uma consultoria, mas também ainda não encontrei uma boa área para entrar e por isso fico só pirando no momento.

    Sei lá, o que vocês tem em mente em fazer depois da faculdade?

    07
    Dec

    melhores capas de 2006

    capacapa

    uma lista das capas gringas mais bonitas do ano, já que muitos escolhem os livros pela capa

    alguém sugere alguma versão brasileira?