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Biblioteca sem Dewey…
Tiago Murakami | 03.6.2007
Autor: Tiago Murakami | Categoria: Inovacao
Tiago Murakami
Graduado em biblioteconomia e documentação pela Universidade de São Paulo e estudante de Administração pública na Universidade Federal de Ouro Preto. Especialista em utilização do Drupal no gerenciamento de conteúdos. Nas horas vagas, gosta de gerenciar o RABCI e ainda arruma tempo para jogar bola com o Iuri
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Nasceu em Lisboa. Mestre em Ciências Documentais pela Universidade de Évora, integra o quadro da Biblioteca Nacional de Portugal, na Área de Música. Tem desenvolvido a sua investigação no âmbito da biblioteconomia e arquivologia musical, com particular incidência nos aspectos normativos. É editora do blogue sobre documentação musical Paper Music e autora do blogue A biblioteca de Jacinto. Ainda vai arranjando tempo para estudar na Academia de Amadores de Música e para cantar no Grupo Vocal Arsis. Adquiriu o hobbie de cozinhar quando estava a escrever a dissertação e nunca mais o perdeu. Até hoje ninguém se queixou...
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Autor: Tiago Murakami | Categoria: Inovacao

hauhauhahuahua mas Cauê tem ascendência gaucha! uhahuahuauh

A Dora que tem que mandar as fotos dela.. nossa bibliotatuada!! Heheheh

Adorei a foto!! Cauêzito querido que pediu?? Nuuussa, esse mundo tá perdido mesmo... huahuahuahua E eu achando que era cabra-macho!! Depois falam dos gaúchos.. hehehe Beijoo..

Muito legal esse projeto. quem que fabricou?

masssa ,muito bom, sem comentarios,tudo que eu precisava valeu galera ki 1000000000000000000000000000000000000

ôoooooo uma estante dessas lá em casa!

Vô acompanhar o blog apartir de hoje! nem foi você que me indicou viuh foi uma amiga de trabalho. até mais

Eu quero uma estante destas ai na minha casa nova. Pessoal, um beijão para todos do BSF, adorei ter encontrado este blog... Bjus

Boa noite! Já postei uma vez meu pedido aqui; ms gostaria de reforçá-lo e pra isto estou novamente a pedir. Sou graduada em Secretariado Executivo Bilíngüe e exerço a função auxiliar de biblioteca há mais de 15 anos. Amo a área que trabalho e além de amar preciso muito do curso biblioteconomia. Sendo assim - alguém desta maravilhosa sala sabe se já há aprovação de Biblioteconomia a Distância? Informem-me por favor se tiverem notícias a respeito! abraço

Legal! Concordo com o Hamilton, a foto foi manipulada para tirar alguns "adereços". Um Off Topic de uma desatwittada: Tiago e demais colaboradores: estou atrás de um texto do Jackson Medeiros propondo acabar com a biblioteconomia por ser inútil. Aparentemente o texto foi tão polêmico que ele tirou do seu site. Podem verificar se o texto sumiu mesmo no vácuo digital? Obrigado!
Bravo! É o que estava faltando para fazer na minha. Agora que não aplico nada do que aprendi no curso de graduação em biblioteconomia, já posso pedir o cancelamento do CRB.
[...] Via: Bibliotecários Sem Fronteiras. [...]
Bom, publiquei minha opinião a respeito no Biblioteconomia de Babel.
Tenho de discordar do Fabiano dessa vez… Sou muito conservadora pra me animar a abolir um sistema que, apesar de antigo, funciona muito bem.
Venho questionando a certo tempo as questões de CDD, CDU, outras tabelas e metodologias.
Com todo o aparato tecnológico, ou não, que existe atualmente com o intuito de recuperar a informação, qual a real necessidade desses métodos?
Concordo com o Roberto.. E vou além, dependendo da biblioteca, não há o menor interesse em promover a recuperação da informação e sim tentar fazer com que o acervo sirva aos usuários e com isso eles o usem o máximo possivel.. e por isso o porque usar um sistema que mais atrapalha do que ajuda… Mas só neste caso.. em bibliotecas especializadas, esses sistemas são indispensáveis..
[...] June 3rd, 2007 in librarian world, library science, libraries I’ve read at Bibliotecários sem Fronteiras (Librarians without borders?) about a public library that changed their categorizing system [...]
Boa Tarde, gostaria de outras opniões.
Todos que atuam na área, pagam o CRB, gostaria de saber porque somos obrigados a pagra o CRB, se eles não fazem NADA PELA CLASSE (ops, desculpa, eles fazem sim, cobram, cobram, cobram …), um valor exorbitante para não fazerem NADA, vemos inúmeras Faculdades sem Bibliotecário(s) (ahh sim, as vezes encontramos aqueles bibliotecários de finais de semana, devido MC Dia Infeliz, isso quando se dão ao trabalho).
E o sálario, ohhhhh!!! Não vejo o CRB “lutando” pelo salário dos bibliotecários,(falando em salário: já vi concurso públicos que oferece um salário miseravel ao bibliotecário (eu já vi em uns 6 editais) cursos de nivel técnicos pagando mais do que para bibliotecários), não vejo o CRB, fazendo visitas as faculdades, e nunca vi nem ouvi o CRB questionar “as vizitas do MEC” como outro profissional pode julgar a biblioteca apta ou não a atender o aluno, se ele não tem conhecimentos especificos? (Eu não sou formada em medicina logo não saio por ai questionando o parecer de nenhum medico, e portanto não quero outras pessoa que não tenha a mesma formação que a minha opinando, cada profissional na sua área).
Outra pergunta que não quer calar, para que tanto CRB´s, não temos tantos bibliotecarios assim, não se formam tantos bibliotecarios por ano. Um exemplo é a UEL só forma 50 por ano (ou era pra formar). O CRB deveria rever algumas coisas, como piso salarial, valor da anuidade, números de CRB´s espalhados pelo Brasil, entre ene outras coisas.
Adoro a minha profissão, mas deixo aqui a minha indignação. Gostaria de ler outras opniões a respeito dos CRB´s, piso salarial, etc.
Obrigada
Andréia
Oi Tiago, eu não sei se a solução é simplesmente abolir o Dewey – ou se seria o caso de conciliar o dewey com outras formas mais humanas (mais amigas) de organizar a informação. Mas adorei o artigo e a iniciativa. Uma coisa me espantou bastante: eu estava achando a iniciativa o máximo e quando comecei a ler os comentários no artigo original, fiquei meio passada com o repúdio de 98% das pessoas sobre a iniciativa. Parecia a maior heresia o que a biblioteca estava fazendo! Que meda
Verdade Luciana, é uma heresia e das graves no contexto bibliotecário. Mas levando em consideração que o contexto em que foram criadas era de extrema mecanização e certeza e com isso o sistema foi criado para ser exato e não eficiente. Por isso os usuários não conseguem usar sem um minimo de tempo perdido aprendendo qual é a lógica que está no sistema. O problema é que os alunos de biblio e mesmo muitos bibliotecários levam esse sistema como dogma, algo que não pode ser mudado nunca. Parece quando fui levar o meu filho no pediatra e o cara examinou o ele de acordo com as normas da associação americana de pediatras e não como uma criança (e ainda me falava isso com orgulho…).
As Bibliotecas fazem isso tb, inconsciente.. por isso acredito que se dependendo do contexto, não é necessario nem citar a CDD.. pode ser um sistema arbitrario, se for mais fácil para quem usar…