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Graduado em biblioteconomia e documentação pela Universidade de São Paulo e estudante de Administração pública na Universidade Federal de Ouro Preto. Especialista em utilização do Drupal no gerenciamento de conteúdos. Nas horas vagas, gosta de gerenciar o RABCI e ainda arruma tempo para jogar bola com o Iuri


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Estudou na UFF. É um dos caras responsáveis pela ExtraLibris. Já zerou Mario Kart 18 vezes jogando com o Bowser


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Nasceu em Lisboa. Mestre em Ciências Documentais pela Universidade de Évora, integra o quadro da Biblioteca Nacional de Portugal, na Área de Música. Tem desenvolvido a sua investigação no âmbito da biblioteconomia e arquivologia musical, com particular incidência nos aspectos normativos. É editora do blogue sobre documentação musical Paper Music e autora do blogue A biblioteca de Jacinto. Ainda vai arranjando tempo para estudar na Academia de Amadores de Música e para cantar no Grupo Vocal Arsis. Adquiriu o hobbie de cozinhar quando estava a escrever a dissertação e nunca mais o perdeu. Até hoje ninguém se queixou...


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Audio books em português – 2008
Moreno Barros | 12.8.2008


Dois anos atrás eu escrevi um post solicitando sugestões de sites que ofereciam livros audíveis em língua portuguesa. Naquela época a possibilidade de explorar a expansão dos aparelhos mp3 ainda engatinhava, e hoje no Brasil o panorama não mudou muito. Não se trata da perda de uma oportunidade comercial, porque até que se prove o contrário, vou continuar acreditando que as pessoas (consumidores, usuários) não tem interesse em utilizar esse tipo de formato (livros narrados, em mp3), mesmo supondo que atualmente, todas as pessoas que eu conheço, sabem o que é um arquivo mp3 ou possuem um aparelho tocador de mp3. É um nicho que não desperta nenhum interesse por parte das grandes editoras e nem apelo pelos supostos leitores (no Brasil livros em geral não o fazem…)

Logicamente, se pensarmos em termos de disseminação da informação, de livros em domínio público, de livros audíveis grátis, a coisa parece ser mais interessante, mas ainda assim, nada a comemorar.

De qualquer forma, eu sempre conversei com o Gustavo Henn por exemplo, que é dono da editora Baluarte, sobre as possibilidades de oferecer aos consumidores e usuários o conteúdo original dos livros em diversos formatos, e consequentemente em diversos preços.

Uma coisa a ser defendida é que se as possibilidades existem, e se elas são relativamente de baixo custo, então os serviços podem ser explorados da melhor forma.

Imaginem um grupo de alunos que com um ferramental simples (um software de captura de áudio e um microfone) podem gravar o conteúdo das aulas, com o consentimento do professor ou algo do tipo, e depois editar esse arquivo em áudio de forma que sirva como elemento de fixação da matéria ou um auxílio para provas e testes. Cada arquivo poderia ser espalhado entre os colegas, e todos poderiam ouvir em seus aparelhos de mp3, enquanto estão presos no trânsito, no translado da casa para a universidade ou estágio.

Apenas a ilustração de uma possibilidade.

Cerca de dois anos atrás também pensei na ExtraLibris em criar um blog com capítulos de livros de domínio público, uma espécie de podcast. Eu gravava tudo no audacity e publicava os arquivos no Archive.org. Eu achava que isso seria um grande trunfo para os deficientes visuais, e algo que as bibliotecas e bibliotecários deveriam apostar. Parei de fazer porque me envolvi com outras coisas (além de alguns empecilhos jurídicos).

Mas bom, eu fazia numa boa, em casa, artesanalmente. Simples.

De qualquer forma, o post original de 2006 merece esta atualização porque até hoje as pessoas respondem, sugerindo links. E eu, que estava desatento ao nicho, acabei conhecendo novos serviços e editoras que estão produzindo livros audíveis. Acessem o post original e leiam os comentários. Dentre eles, os textos em áudio da biblioteca virtual do estudante da língua portuguesa (em arquivo .ra, melhor seria em mp3, mas já um avanço), com excelente coleção. E o plugme, extensão áudio da editora Ediouro.

A minha menção honrosa continua sendo para o projeto Librivox

E quem quiser reivindicar o algodão-doce, me envia o endereço residencial que eu mando pelo correio

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Autor: Moreno Barros | Categoria: Audiobooks

5 comentários sobre “Audio books em português – 2008”

  1. Cristiano Motta Antunes disse:

    Particularmente acho o audio books interessante.
    Em meu caso, vou a pé ao trabalho o que leva cerca de 40 a 35 minutos e andando é muito difícil de ler um livro ou artigo. Uso então um programanhia que lê os artigos/livros (TextAloud) e transforma-o em alguns minutos em um arquivo de mp3 que coloco no meu player.
    Como se trata de um programa deslizes acontecem na pronuncia de algumas palavras, principalmente inglesas.
    Eu seria um “consumidor” com certeza.


  2. Gustavo disse:

    A idéia é ótima, mas não é tão fácil assim. Uma coisa é fazer uma coisa amadora, pra você mesmo e pra amigos, outra é fazer pra comercializar. Moreno, você já está contratado para a Divisão de Projetos Inovadores da Baluarte!


  3. Bibliotecários Sem Fronteiras - Biblioteconomia Pop » » Melhores posts de 2008 disse:

    [...] # Audiobooks em português [...]


  4. Lilian Alves disse:

    Eu AMO audiobooks!
    Como os em português são totalmente escassos e pouco me interessam eu os tenho em inglês.
    Eu os ouço o tempo inteiro. Na realidade dificilmente vc me vê lendo um livro, como dizer, normal(?) hoje em dia. Geralmente eu pego ebooks e leio no celular ou imprimo. Prefiro ler no cel. E só leio esses qd não tem outra maneira. Pq se eles existirem em áudio nem penso duas vezes. Não consigo ouvir audiobooks convertidos pelo TextAloud e programas similares, tipo o MSReader. Depois que vc ouve um gravado profissionalmente é difícil aturar um desse tipo. Em português eu só tenho dois: O Caçador de Pipas e Memórias de um Livro. Possuo ambos em inglês tb. Ainda não li nem em um idioma, nem no outro. Só ouvi um pedaço dos em português para ver se o áudio (leitura) era bom. Razoável. Ainda há muito o que melhorar, porém já é melhor do que nada.


  5. RITA disse:

    Vocês conhecem o Lida, patrocinado pela Fundação DORINA NOWILL PARA CEGOS, eles disponibilizam livros digitais para deficientes visuais e produzem livros ditáticos nas diversas areas do conhecimento(esses pagos)e tem tb os disponibilizados pelo MEC. Vale a pena ver o site


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hauhauhahuahua mas Cauê tem ascendência gaucha! uhahuahuauh

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A Dora que tem que mandar as fotos dela.. nossa bibliotatuada!! Heheheh

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ôoooooo uma estante dessas lá em casa!

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Eu quero uma estante destas ai na minha casa nova. Pessoal, um beijão para todos do BSF, adorei ter encontrado este blog... Bjus

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Boa noite! Já postei uma vez meu pedido aqui; ms gostaria de reforçá-lo e pra isto estou novamente a pedir. Sou graduada em Secretariado Executivo Bilíngüe e exerço a função auxiliar de biblioteca há mais de 15 anos. Amo a área que trabalho e além de amar preciso muito do curso biblioteconomia. Sendo assim - alguém desta maravilhosa sala sabe se já há aprovação de Biblioteconomia a Distância? Informem-me por favor se tiverem notícias a respeito! abraço

Te

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Legal! Concordo com o Hamilton, a foto foi manipulada para tirar alguns "adereços". Um Off Topic de uma desatwittada: Tiago e demais colaboradores: estou atrás de um texto do Jackson Medeiros propondo acabar com a biblioteconomia por ser inútil. Aparentemente o texto foi tão polêmico que ele tirou do seu site. Podem verificar se o texto sumiu mesmo no vácuo digital? Obrigado!


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