Archive for the 'Bibliotecas Digitais' Category

12
Feb

Europeana

Conheçam a demonstração da nova biblioteca digital européia num sistema de demonstração interessante.

03
Feb

Biblioteca da Universidade de Michigan anuncia 1 milhão de livros digitalizados

Via Nicolas Morin

A Universidade de Michigan anuncia que digitalizou 1 milhão de livros. E ainda, disponibilizam o fluxo de trabalho da digitalização.

13
Nov

Quer digitalizar os seus livros?

Para quem achava que os robôs de digitalização de livros eram somente para gigantes como o Google, agora já podem comprar uma belezinha dessas para a sua casa. O preço? Baratinho: $1,595 dólares. Em inglês, o nome é book ripper. Genial!!! Ripper normalmente é usado para ripar cds em mp3.

Book ripper

Ou, crie o seu próprio em casa através de mashups (gambiarra, em bom português):

Ripador de livros caseiros

Tudo via: Engaget

04
Oct

Reformulação visual do RABCI

O RABCI é um laboratório cultural e tecnológico para a divulgação das obras e atividades acadêmicas dos estudantes de biblioteconomia (ressalatando que podem ser não só acadêmicas como profissionais tb).

Por ser um laboratório, iniciarei agora o processo de reformulação visual, tentando aplicar metodologias de estudos de usuários, arquitetura da informação e design (pelo menos tentarei). Se alguém se interessa por esses assuntos e gostaria de participar, deixe um comentário que explico melhor as idéias.

21
Sep

Definição de bibliotecas digitais!

A melhor definição de bibliotecas digitais que encontrei é a seguinte:

“(Bibliotecas digitais) são provavelmente muito novas para terem uma definição em qualquer modo, mas o que pensamos sobre elas terá grande influência no modo em que as futuras gerações de Bibliotecários irão conceitualizar a sua missão no mundo digital”. (Tradução nossa)

SEADLE, Michael & GREIFENEDER, Elke. Defining a digital library. Library Hi Tech, Vol. 25, Nº. 2, 2007, p. 169-173. DOI 10.1108/07378830710754938. Disponível em: < http://www.emeraldinsight.com/0737-8831.htm >. Acesso em: 18 jul. 2007.

11
Sep

Macro estrutura de Sistemas de Informação com base em princípios da Web Semântica

Uma pequena síntese das atuais propostas de macro estrutura de desenvolvimento de Bibliotecas Digitais com base em princípios da Web Semântica:

03
Aug

Blog do Kuramoto

O gente boa Hélio Kuramoto se mudou para o WordPress. Bye bye Blogger parece ser o caminho natural na evolução de blogueiro amador para blogueiro profissional. E pelo que eu acompanho, inclusive em termos de conteúdo e engajamento, Kuramoto é problogger há muito tempo. Vida londa ao WordPress. Só falta pedir agora ao IBICT um espaço oficial institucional para não manter o blog de alta qualidade em hospedagem pública e com recursos limitados do próprio software WP.

via

19
Jun

Info Island no Second Life

Como o Second Life tem a possibilidade de criar uma conta gratuita, resolvi fazer um teste.

E com isso, fui visitar a Info Island. A primeira impressão foi ter só uma pessoa lá dentro, e ainda por cima, bibliotecária… hehehe… Isso me fez pensar se o Second Life seria mesmo um bom lugar para se investir em uma biblioteca. Eu particularmente acredito que não. (mas é necessário levar em consideração que eles são pioneiros e estão dando a cara para bater.)

Olhe a apresentação criada por Michael Sauers e Rhonda Trueman:

Mas pensando bem, o SL pode ser útil como por exemplo, para criar um encontro mundial de bibliotecários. Algo específico assim deve funcionar. Ou quem sabe um encontro de blogueiros bibliotecários.. hehehe

16
Apr

Virando as páginas

Um dos melhores trabalhos de digitalização que eu conheço é o que é feito na Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA. Eles usam um programa em flash chamado Turning Pages, que é parecido com muitos que existem por aí, mas com um poder de compactação maior e mais realismo na consulta. Vejam lá, turning the pages online

18
Dec

As paredes que as Bibliotecas Digitais vão erguendo.

Tim O’Reilly o manager do influente grupo O’Reilly (edição de livros, revistas, websites, weblogs, da safari online, organização de conferências, formação, etc.), e cuja editora, criada há cerca de três décadas já lançou para o mercado mais de um milhar de títulos (maioria com várias edições, entre os quais o 1º livro sobre a web) centrados nas área da informática, Internet e afins; escreveu há uns dias no seu blogue O’Reilly Radar um post sobre o problema da falta de cooperação entre os diversos projectos de digitalização (e posterior disponibilização/comercialização), a grande escala, de livros.

Isto veio a propósito do gatinhar inicial do “Live Search Books” da Microsoft há duas semanas. Um projecto que tem outros congéneres mais antigos (Google Book Search, OCA-Yahoo, Amazon, …)

O’Reilly divide estes projectos em dois segmentos: a digitalização e a posterior disponibilização/comercialização dos livros, e expressa que mesmo que cada projecto não faculte ou partilhe com os outros os seus documentos digitais os motores de pesquisa tornar-se-ão tão potentes que conseguirão aceder aos livros dos outros projectos (se é que na actualidade já não o podem fazer). No outro aspecto considera que o facto de a digitalização de livros estar a ser implementado de forma individualista é algo que traz mais prejuízos que benefícios aos respectivos projectos.
Problemas que este ponto levanta:
- muitos livros são digitalizados de forma duplicada, ou triplicada; o que implica custos e tempo despendidos desnecessários (se cada projecto divulgasse regularmente um índice actualizado de obras digitalizadas poderia tornar mais racional e eficaz o trabalho de cada um)
- alguns projectos têm processos de digitalização de melhor qualidade que outros
- sobretudo no que concerne aos livros antigos e raros num projecto é digitalizado um livro em melhor estado, noutro projectos o mesmo em pior estado.
- algumas colecções ou obras em vários volumes são digitalizadas de forma incompleta (uma parte num projecto, outra noutro, sem uma agregação final)
-…

Claro que se podem percepcionar aspectos positivos como o facto de não se instituir uma monopolização destes serviços, e daí os utilizadores/clientes poderem subscrever o serviço que mais lhe convém (tendo em conta o volume e tipo de acervo, custos, aplicações associadas, opções de acesso, etc.), e daí as próprias empresas optimizarem o melhor possível o seu produto.

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