BIBLIOTECÁRIOS SEM FRONTEIRAS / Design e Inovação

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Tiago Murakami


Tiago Murakami

Graduado em biblioteconomia e documentação pela Universidade de São Paulo e estudante de Administração pública na Universidade Federal de Ouro Preto. Nas horas vagas, gosta de gerenciar o RABCI e ainda arruma tempo para jogar bola com o Iuri


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Moreno Barros

Graduado em biblioteconomia e documentação pela Universidade Federal Fluminense e mestrando do PPGCI do IBICT em convênio com a UFF. É um dos caras responsáveis pela ExtraLibris. Já zerou Mario Kart 18 vezes jogando com o Bowser


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Bibliotecária graduada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e Especialista em Educação pela Universidade Cândido Mendes. Está sempre pronta para uma boa partida de jogos de tabuleiros


Diego Abadan


Diego Abadan

Bibliotecário formado pela UFSC. Muito tímido, não possui descrição personalizada





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Divagações sobre o catálogo 20.6.08

Tive uma discussão interessante com o Moreno sobre como melhorar os catálogos e acho que essa discussão merece ser registrada e ampliada em um grande brainstorm. Tudo começou com o anuncio da pré-conferência da OCLC / ISKO que tem como título: “Everything Need Not Be Miscellaneous: Controlled Vocabularies and Classification in a Web World” , que vai ocorrer em Agosto. Esse título é uma forma de marcar uma posição contra o livro do David Weinberger: Everything is miscellaneous, (Confiram a apresentação do Moreno baseada no livro em http://extralibris.org/ci/2008/a-nova-desordem-digital-2/ )

O livro do Weinberger parte da argumentação que no ambiente digital a restrição imposta na organização pela limitação física deixa de ter importância e com isso, pode se acrescentar outros tipos de organização ao catálogo, não dependendo somente da criada pelo bibliotecário. Há a possibilidade de permitir ao usuário uma maior interação, inclusive uma organização personalizada do catálogo. Além da possibilidade de contribuição e interação por meio de comentários e avaliações. E ainda, um rastreamento de afinidades, como na amazon ( http://www.amazon.com ), em que o sistema informa outros livros que outros usuários que pesquisaram esse também viram. Tudo isso é possível de ser feito com um custo mínimo.

O Moreno citou o catálogo biblioteca Ann Arbor: http://www.aadl.org/catalog

É um catálogo modelo, que integra as seguintes funcionalidades:

• Navegação facetada (1) por
o Idade (Adolescente, Jovem e Adulto)
o Novos itens
o Itens populares
o Tipo de material
o Listas de Best Sellers e Prêmios.
• Blog sobre as novidades da Biblioteca (1)
• Navegação por Tags (2)
o Top 10 tags
o Tags recentes
o Tags aleatórias
o Nuvem de tags
o Últimas críticas
o Criticas aleatórias
o Tags inseridas no registro.
• Navegação personalizada por usuário.
• RSS dos livros adicionados no catálogo
• Recomendação de afinidades

(1) Criado por Bibliotecários
(2) Criado por Usuários

Tudo isso feito no Drupal ;-) integrado ao SGB deles (Não sei qual é)

Funçando no Drupal, eu descobri um projeto parecido: Fish4Info ( http://fish4info.org )

Apresenta a maioria das funcionalidades do catálogo da Ann Arbor, mas tem duas inovações de destaque:

• Apresentação de livros similares (um pouco diferente do sistema de recomendação, pois o calculo é automático, com base em tags similares)
• Não parece com um catálogo. ( para mim essa é uma das principais inovações. Os catálogos são frios e objetivos, sem preocupação com a comunicação visual. É o primeiro catálogo que conheço que traz essa preocupação de mudar )

E um diferença: É open source e está disponível para download em: http://fish4info.org/gofish

O Moreno indicou outros softwares interessantes para catálogos:

Wordpress Scriblio: http://about.scriblio.net/
E a implantação do Scriblio pela Extralibris: http://extralibris.org/biblioteca

E indicou outros bons exemplos de catálogos:

http://aqua.queenslibrary.org/
http://www.lib.ncsu.edu/catalog/

O aquabrowser é muito legal… vale a pena conhecer..

Viajando um pouco, acho que os catálogos podem ter mais funcionalidades ainda. Esse seria um exercício interessante de se fazer em grupo: imaginar todas as possibilidades que podem ser adicionadas a um catálogo. Num brainstorm listo as seguintes:

• Inclusão da obra em contextos.
o Imagino um modelo em que é possível explicitar certos conteúdos específicos que possam depois automaticamente ser adicionadas a uma estrutura de navegação. Ex. Uma obra teria como descritor o modernismo, e haveria uma linha do tempo de modernismo, em que seria possível conhecer todas as obras do acervo que fossem desse estilo. Isso poderia ser usado para autor, pais, e o que a imaginação permitir.
o Integração com Wikipédia. Adicionar dados biográficos dos autores, informações extras sobre as obras e outras informações disponíveis, para enriquecer o catálogo.

E vcs, imaginam outra funcionalidade para o catálogo??

Folksonomias 12.2.08

Eu compartilhei no RABCI um PowerPoint de um seminário que fiz para a disciplina “Organização da informação nos contextos da modernidade e pós modernidade” na ECA. É bem simples, pois está baseado em textos da disciplina, mas acho que pode ser útil.

Futuro do controle bibliográfico 12.12.07

“O futuro do controle bibliográfico será colaborativo, descentralizado, de escopo internacional e baseado na Web.”

Acaba de ser publicado um esboço do report (não sei traduzir) sobre o futuro do controle bibliográfico feito pela Library of Congress.

SeeqPod 03.12.07

Ao contrário do Musicovery que organiza as músicas por alegria ou tristeza, o novo hype do momento é o SeeqPod. O SeeqPod é um buscador de música extremamente simples de usar, e que toca quase imediatamente a música. É ótimo para montar playlists.

SeeqPod logo

Confiram:

Cadê os erros de digitação? 19.11.07

A algum tempinho quando estudava recuperação da informação, um dos principais problemas apresentados para uma recuperação da informação eficiente era o dos erros de digitação (misspells). Pelo o que acompanho, faz muito tempo que não ouço falar disso. Por que será??

Eu acho que não resolvemos esse problema, mas começo a pensar que estamos deixando cada vez mais de lado a recuperação da informação extremamente eficiente. Ah, os corretores ortográficos devem ter ajudado um pouco também…

Folksonomias e recuperação da informação 31.10.07

Estou pirando sobre a função de recuperação da informação das folksonomias. Isso teoricamente parece simples, uma vez que o usuário visitou um site e criou um bookmark em algum site de bookmarks compartilhados para consegui-lo achar novamente. Essa é uma função de recuperar. Mas se pararmos para pensar, não é possível saber como o usuário conheceu esse site e como ele conseguiu chegar até ele. Por isso, é uma ferramenta que recuperação para outros e mas não serviu como recuperação para ele mesmo.

No ótimo texto do Hassan Montero, ele diz que as folksonomias são mais úteis para oferecer navegação do que busca.

Eu particularmente utilizo muito as folksonomias pelo seu valor implicito, a escolha dos outros usuários. Se esse site foi indicado por um grande número de usuários, ele não pode ser ruim. Principalmente em casos de busca que tem uma grande variedade de sites, como por exemplo templates de sites. Isso é um critério muito mais elaborado do que o PageRank do google, mas segue a idéia principal, mas com a vantagem dessa “votação” ser aberta a quem não tem sites.

Folksonomias pelo visto terão um longo futuro na longa vida da Web comercial.

Nova versão do TemaTres disponível: 0.96 09.10.07

Uma nova versão do TemaTres (software de gestão de linguagens documentárias) está disponível para download. A nova versão inclui funcionalidades estruturais importantes como:

1. Buscas expandidas (exemplo)

2. Funcionalides de armonização de vocabulários (exemplo)

Conheça mais sobre o TemaTres e faça o download aqui.

Software criado por Diego Ferreyra, responsável tb pelo R020 Bibliotecología y Ciencias de la información

Motivação na criação de folksonomias 17.9.07

Nem todas as tags (etiquetas) em uma folksonomia, ou classificação social descrevem assuntos. Esse é o tema do trabalho de Margaret Kipp que tem o título: @toread and cool: Tagging for Time, Task and Emotion , que está disponível no E-Lis.
Ela fez o estudo em três sistemas (Connotea, CiteULike e Del.icio.us), e constatou o uso freqüente de tags que tem como motivação Tempo ou tarefa (@para ler, não lida, para visitar) e tags afetivas (legal, engraçado, chato, etc…)

E chega a uma discussão interessante:

Uso de tempo e tarefa ou etiquetas afetivas mostram como a etiquetagem expressa um relacionamento dinâmico entre usuários e documentos, sugerindo possivelmente novas formas de modelagem do acesso à informação.

E como conclusão, apresenta perguntas sobre o uso social dessa informação. Como usar essa informação na coletividade?… um tema muito legal para estudo…

Macro estrutura de Sistemas de Informação com base em princípios da Web Semântica 11.9.07

Uma pequena síntese das atuais propostas de macro estrutura de desenvolvimento de Bibliotecas Digitais com base em princípios da Web Semântica:

Receita de Web Semântica para uso em Bibliotecas Nacionais 06.9.07

Por Figoblog:

Você vai precisar de:

- 2 kg de indentificadores permanentes (as URIs, de preferencia agradáveis, darão um sabor melhor)
- um bom bocado de vocabulários controlados (poderão ser usados vários)
- uma pitada de interfaces de busca.
- temperos : os FRBR, as notas bibliográficas, Dublin Core, RDF e outros a seu gosto.

Leia mais em “Recette du Web sémantique à l’usage des bibliothèques nationales”

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Como diria Cardoso, "não sabe brincar não desce pro play!".

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Hstória realmente sensacional. Emocionante. (E ninguém falou da arte, mas ela é caprichada.)

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Moreno.. nem adiantou pedir cuidado.. essa lágrima caiu mesmo assim.. Adorei!

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Olá,colegas paulistanos Sou bibliotecária, de Belém do Pará ínscrita no SNBU. Como não conheço São Paulo, e pra nós que estamos mais distantes, os custos com estadia afetam muito, gostaria de dicas de hoteis, pousadas ou pensionatos com preços razoáveis próximo ao local do evento. Aguardo retorno. Grata, Suely Vidal

Raquel

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Boa tarde, quero expressar aqui meu descontentamento com a falta de educação com os nomes alheios. Afinal , vcs são bibliotecários, bibliotários, bibliodesocupados, bobotários ou o que? Como profissionais da informação, vcs utilizam muito errado a informação, e o pior repassam ela desmoralizando seus próprios colegas de profissão. Que vergonha!!!!!!!!!!!!

Ketry

Ketry

Olá pessoal, sou graduanda de biblioteconomia, 8ª fase, estou fazendo um trabalho sobre redes colaborativas e meu tema é second life, gostaria de saber se vocês tem alguma fonte ou informação para apresentar para minha turma a relação do jogo com a nossa área. Obrigada pela atenção,