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Créditos:
Usuária: @carlacastilhos
Ranganathan/usuário perdido: @fillipe_rocha
Narrador: @joaojap
Bibliotecária: @lillyf_
Camera e Direção: Eduardo Bueno
Biblioteconomia/UFRGS
Quer saber o que é o BSF? Aqui. Quer saber o que nós já escrevemos? Arquivos. Quer falar com a gente? Contato.
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Camera e Direção: Eduardo Bueno
Biblioteconomia/UFRGS
Recebi hoje do Caruso o link para o post “O samba do bibliotecário doido“, publicado no TodoProsa, blog do Sérgio Rodrigues. A gente já havia tratado do assunto internamente, mas a Teresa Rúbio levantou a bola de novo, então vou chutar.
O texto é esse:
O que os livros “A condição humana”, de André Malraux, “Killer in the rain”, de Raymond Chandler, “Christine”, de Stephen King, e “The complete shorter fiction”, de Virginia Woolf, têm em comum? Foram todos lançados no ano de 1899, segundo o Google Book Search. Onze anos depois de “A fogueira das vaidades”, de Tom Wolfe.
E o pior é que esse tipo de disparate está muito longe de ser raro na Biblioteca Universal do Google, que chega a extremos bibliográficos hilariantes como o de classificar uma edição de “Moby Dick” na rubrica Computação – informa Geoffrey Nunberg em artigo (em inglês) publicado pelo “Chronicle of Higher Education”.
Sim, em breve todo o conhecimento produzido pela humanidade estará online. Resta saber a que preço.
Eu compreendo o texto, é uma reação natural e comum de quem analisa a situação somente pelo seu referencial histórico sem entender mesmo o problema. Esses dias o Gmail ficou for do ar né. E o melhor tweet que eu li a respeito foi: @3df O GMail funciona 10 anos sem parar, falha meia horinha e vc diz que vai trocar??? Ah, vai, olha bem pro seu marido!!!!! @omdt
Eu sei que toda a história do Google Books é bastante complexa. E nenhuma afronta ao Sérgio, ao contrário, acho que se os problemas foram detectados, nada melhor do que expo-los e tentar resolve-los. Não tem nada aqui de #mimimi bibliotecário.
Mas de certo modo, fica mais fácil pegar um problema bem específico e questionar: ahá “em breve todo o conhecimento produzido pela humanidade estará online. Resta saber a que preço.”
Outra coisa que vi quando tava pesquisando twitter é que algum cara publicou um comentário no mashable indicando uma equação matemática que prova que se a produção de tweets é indiscriminada, então o valor tende a zero. Só que um matemático rebateu com a real interpretação da mesma equação, dizendo que o valor médio tende a zero, mas o valor geral é completamente distante de zero. E isso é o que a maioria das pessoas não compreende quando se trata de conteúdo web.
Eu tenho quase certeza que o “release date” (que é diferente de publishing date) 1899 tem a ver com as restrições constitucionais americanas, direitos autorais.
Mas isso tem ligação direta com outras coisas que eu já vinha falando nas internas. Pra que se preocupar com descrição bibliográfica? Who cares? Qual é o futuro dos catálogos, dos catalogadores?
A minha visão simplificada para um catálogo moderno de bibliotecas (qualquer biblioteca que recebe público) é bem simples: google appliance e aqua browser (ou algo tipo encore).
- catalogação: poucos bibliotecários fazendo a catalogação inicial; a catalogação deixa de ser vital já que a recuperação da informação agora é potente (todo a história da biblioteconomia foi baseada na organização para a recuperação. O que o google fez foi de maneira geral inverter a lógica, de melhorar a recuperação independente da organização – “a nova desordem digital“).
Voltando ao texto, qual é a probabilidade de um leitor de ficção querer ler livros publicados somente em um ano determinado? Para o caso das buscas científicas, a datação é importante, mas daí os próprios leitores podem se encarregar das correções necessárias, que comparadas ao volume total, tende a ser muito baixo.
Eu por exemplo sou pesquisador da área de blogs, eu sei que é improvável um artigo sobre blogs ter sido escrito em 1992, por exemplo, e conheço perfeitamente a história do advento das técnicas para reconhecer falhas. Bastaria eu entrar em contato ou ter a possibilidade de editar o conteúdo.
O acesso facilitado é uma ameaça para aqueles que gostam de se sentir privilegiados. Além disso, esse pensar sobre o conhecimento faz sentido na perspectiva de empilhador de livros. “Ohhhh meu deus, em qual prateleira esse aqui fica? 1800? 1900?”
Grande parcela das minhas citações em artigos de cunho científico não mudam NADA em seu significado caso as datas dos trabalhos estejam equivocadas. Ou seja, este erro afeta um número ínfimo de pesquisas.
Na dá pra subestimar a inteligência das máquinas e pior, das pesssoas.
Precisei fazer um levantamento de todos os softwares/sistemas de automação de bibliotecas disponíveis no Brasil e não encontrei nenhum artigo, site ou blog que tivesse uma lista confiável atualizada. A maioria dos sites que eu vi são deprimentes, eu não compraria um sistema de automação de uma empresa que nem fazer um site decente consegue.
Então a tarefa é a seguinte: enumerar os softwares e os seus sites de venda. Divididos em proprietários e open source, empresas que tenham representantes comerciais no Brasil (softwares proprietários). Se souberem de algum que não foi mencionado, usem os comentários e eu vou atualizando a lista. Mas a menção só vale se a empresa possuir um site ou uma página dedicada ao software que comercializa. Se não, convenhamos, não merece entrar na lista.
Softwares proprietários
AINFO – Embrapa
Aleph
Alexandria
Arches Lib
Argonauta
BiblioBase
Biblioshop
Biblium
Caribe
Dixi
GIZ Biblioteca
Informa
MultiAcervo
Ortodocs
Pergamum
Sábio
Siabi
Sophia
Sysbibli
Thesaurus
Virtua
Zeus
Softwares Open Source
BibLivre
Emilda
Evergreen
GNUTeca
Koha
Library a la carte
NewGenLib
OpenBiblio
PHL
PMB
Scriblio
Softwares Grátis
Kahn’s Exeter Short Film from Alex Roman on Vimeo.
Nunca pensei que uma biblioteca vazia pudesse ser tão bonita quanto uma biblioteca cheia de livros e de pessoas.
Um pouco da história do redesign (em inglês) e a imagem da biblioteca já com livros:

Louis I. Kahn (1901-1974) era o arquiteto oficial (1965-1972) da Phillips Exeter Academy em Exeter, New Hampshire, EUA.
O vídeo é de um cara chamado Alex Roman, para o projeto “The Third & The Seventh” apresentado na conferência Mundos Digitales 2009.
via Fabíola Scully
A Sony lançou por esses dias um novo leitor de e-books e como promoção do produto lançou também um hotsite que permite a busca por e-books na biblioteca mais próxima do interessado. Basta entrar com um CEP e os resultados mostram uma lista de bibliotecas da região que oferecem empréstimo/download de e-books.
No Brasil…dentro de 67 anos.
Além de toda aquela história que as pessoas agora estão mais propensas a utilizar os leitores de livros eletrônicos, de um número de usuários interessados nas coleções digitais vir aumentando gradativamente nos últimos anos, acho que conforme as bibliotecas e os bibliotecários cada vez mais se preocupam em atender essa demanda da melhor forma possível, mais e mais pessoas passarão a fazer uso dessas tecnologias. Qualquer coisa que promova a leitura e o uso dos recursos de uma biblioteca me parece atraente.
As bibliotecas (americanas) que oferecem coleções digitais (aqui tem uma lista grande de bibliotecas que oferecem empréstimo de ebooks) tem políticas bem estabelicidades sobre a distribuição e uso do acervo digital. Algumas permitem o download para os usuários cadastrados, e eles podem ficar com os arquivos pra sempre. Outras usam DRM, ou algumas variações de restições digitais, onde o arquivo precisa ser devolvido para a biblioteca ou o próprio software reconhece que o período de empréstimo acabou e o arquivo é deletado do software do usuário. Existem outras políticas, mais simples e mais complexas.
O Google anunciou ontem também a liberação de download de livros no Google Books no formato EPUB, que é compatível com a maioria dos leitores de ebooks e alguns outros aparelhos, como o iPhone. É uma espécie de pdf mais leve.
Eu já uso o Adobe Digital Editions há bastante tempo, não só pra gerenciar toda minha coleção de artigos e documentos em pdf, como pra ter uma leitura mais agradável na tela do computador.
O que me chama atenção é que nesse caso específico da Sony, os caras nada fizeram além de criar um mecanismo de busca que faz o rastreio dos sites das bibliotecas que oferecem empréstimo das suas coleções digitais, através da inclusão de um CEP. Ou seja, algo que seria perfeitamente possível de se fazer no Brasil, já que eles não estão fazendo a busca no catálogo interno das bibliotecas, o que tornaria o procedimento bem mais complicado. Eles apenas criaram uma lista de links e associaram os links a uma outra lista de CEPs.
Algo que uma biblioteca maior como a Biblioteca Nacional ou a Biblioteca do Senado, poderiam fazer para as bibliotecas públicas e as universidades maiores como a USP, UFRJ e Unicamp poderiam fazer para as bibliotecas universitárias. Um serviço prestado aos cidadãos.
O problema por enquanto talvez seja que as coleções digitais ainda sejam muito pequenas ou “despreparadas”. Por exemplo, eu vejo que a maioria das universidades possum um canal, uma webtv, uma assessoria de imprensa que grava os eventos que acontecem, algumas palestras, algumas aulas. Por que não tornar esse conteúdo disponível para download, por meio de serviços decentes, compatíveis com ferramentas que os usuário interessados nesse tipo de materiais utilizam, como ipods, iphones, leitores de ebook, psp, etc ?
A conferir.
Tudo o que você sempre quis saber sobre o BSF, mas nunca teve coragem de perguntar, pode perguntar agora.
Vocês sabem que esse blog já tem um tempo de estrada, acumulou experiência, transformou seus editores de meros bibliotecários em celebridades da blogosfera, dando a eles sucesso, dinheiro, mulheres, contratos com editoras e por aí vai.
Brincadeiras a parte, é legal a gente ser um certo tipo de referência. Então assumindo esse posto, talvez nós tenhamos coisas interessantes pra compartilhar com as pessoas que nos visitam e nos lêem.
Eu não posso responder por todos, mas acho que todos os outros editores podem responder também numa boa.
Façam as perguntas que quiserem, técnicas, bastidores, consultoria, curiosidades, etc. A gente vai respondendo nos comentários ou atualizando o post. E de repente depois disso eu crio uma página com um FAQ oficial do BSF.
O que você quer saber sobre os Bibliotecários Sem Fronteiras?
Update: tenho resposta pra quase tudo, vou publicar em breve. Podem mandar mais perguntas
Update 2: na verdade eu já tinha feito um levantamente histórico sobre o bastidores do BSF (e de outros três projetos então dos alunos, em 2006: Um blog, uma revista, um repositório e um portal: experiências discentes na divulgação e comunicação em Biblioteconomia)
Algumas respostas estão lá.
Na verdade, uma das versões antigas do BSF tinha uma página “sobre” escrita pela Vivi, contando um pouco da história e da missão:
Sobre o BSF
Breve histórico:Este blog teve início no dia 30 de março de 2002, em outro servidor e endereço: BLiG_o_TeCoNoMia.
Naquela época, o objetivo do blog era divulgar um pouco a Biblioteconomia para os leigos, já que eu, Viviane, a esta altura na metade do curso, não agüentava mais responder à pergunta: “Biblio que??”. Aproveitando que a “febre”de blogs estava começando, achei que esta seria uma boa maneira de mostrar um pouco do curso, para quem não conhecia.Deu certo, a maioria dos comentários no início era feito por pessoas que não eram da área. Mas, com os mecanismos de busca e com a divulgação nas listas e entre amigos (Diego já era fundamental pro blog desde aquela época), um maior número de estudantes e profissionais de Biblioteconomia começou a nos visitar e por isso, o foco foi mudando, da divulgação para questões relacionadas à área.
O blog foi crescendo, passou por mudanças de template, editores foram sendo convidados a participar e o BliG ficou pequeno demais para nós.
Assim entrou o Dener, que criou este blog em outro servidor e que foi implantando novos recursos que fazem com que o “Bibliotecários sem Fronteiras” seja o que é hoje.
Por que “Bibliotecários sem Fronteiras”?
Ao mudar de servidor, tínhamos que mudar de nome, até porque o nome antigo estava intimamente ligado ao BliG.
Este nome foi baseado nas ONGs “Médicos sem Fronteiras”, “Enfermeiros sem Fronteiras”, “Jornalistas sem Fronteiras” porque a médio prazo tenho um projeto para criar a ONG “Bibliotecários sem Fronteiras”.
Sendo assim, achei que este seria um nome ideal, pois representa bem o que somos: editores de vários lugares do Brasil e até uma de Portugal! Visitantes de todo lugar do mundo. Todos trocando idéias, informações e até mesmo conhecimento!Fora que o blog me proporcionou grandes amigos, ficando provado que a verdadeira amizade não tem fronteiras.
Objetivos atuais
a) Objetivo geral: servir como um canal para que estudantes e profissionais da área de Biblioteconomia, Documentação Ciência e Gestão da Informação troquem informações e experiências adquiridas.
b) Objetivos específicos:
# atuar multidisciplinarmente para que as questões relativas à nossa área possam ser discutidas de maneira ampla;
# permitir que qualquer pessoa opine ou coloque suas dúvidas através de comentários, emails, mensagens no fórum e mural de maneira a contribuir com o crescimento individual e coletivo de todos que têm interesse por Biblioteconomia e ciências afins;
# divulgar o curso de Biblioteconomia.
Caso você ainda tenha alguma dúvida ou curiosidade em relação ao BSF, mande-nos um email!Beijos,
Vivi
Na entrevista que fiz com o Diego para esse artigo que eu escrevi, eu perguntei: “Como se deu o desenvolvimento do BSF, a evolução histórica?”
Ele citou uma passagem da Vivi
(…) com os mecanismos de busca e com a divulgação nas listas e entre amigos, um maior número de estudantes e profissionais de Biblioteconomia começou a nos visitar e por isso, o foco foi mudando, da divulgação para questões relacionadas à área. O blog foi crescendo, passou por mudanças de template, editores foram sendo convidados a participar e o BliG ficou pequeno demais para nós. Assim entrou o Dener, que criou este blog em outro servidor e que foi implantando novos recursos que fazem com que o “Bibliotecários sem Fronteiras” seja o que é hoje.
Eu falando (Diego falando)
um pouco sobre essa fase: com o crescimento das visitas de gente interessada em biblioteconomia, e que já conhecia a biblioteconomia, o foco mudou naturalmente para discussões sobre temas relacionados a área e divulgação de notícias.
O sistema utilizado até então era bem limitado, era chato de dar manutenção no template (o que era basicamente feito pela Vivi) e a parte dos comentários era ruinzinha (limitava a pequenos comentários, quebrava links, etc). Então, pela mesma época, que eu me lembre, o blog passou a contar com
1) mais editores – e com isso novas posições, novos pontos de vistas e menos dependência do tempo da Vivi para atualização do conteúdo.
2) Novo sistema e um grande colaborar. O Dener “Anjin” instalou o WordPress (ver wordpress.org), converteu o conteúdo do blig e o blog iniciou uma nova fase. A audiência então cresceu bastante e sem parar, o número de editores cresceu, o visual ficou muito mais “amigável” e o foco num público da área de biblioteconomia e assuntos relacionados foi consolidado. O Dener não só instalou como prestou suporte, atualizou o WordPress, ofereceu novos recursos, disponibilizou o domínio e servidor e, apesar de ainda não ter seu nome ali em editores, publicou posts também. E não sóDesde então o blog muda seu conteúdo conforme os editores mais ativos em cada momento. E quase sempre temos algum editor com maior atividade num determinado momento e outros editores publicando conteúdo com menor freqüência. O blog que era a cara da Vivi quando estudante, passou a ter várias caras. Não dependia mais de nenhum editor, a semente plantada já era uma árvore forte que ficava ali firme mesmo quando a Vivi não aparecia pra regar
E com o tempo de vida e conteúdo acumulado o BSF passou a ficar bem posicionado nos mecanismos de buscas, em especial no Google, e com muita gente apontando links pra gente, em especial blogs de bibliotecários ou sobre biblioteconomia.
Uma coisa que diminuiu muito na transição blig-o-teconomia para BSF foram as discussões pelos comentários. Isso foi uma pena ter se perdido. Não entendo até hoje o motivo disso ter ocorrido. Talvez fosse uma fase mais polêmica do blog.
Update 3: fiz o upload dos registros do google analytics recentes. Lá tem todas as estatísticas de uso do BSF.
Continua…
Eu acho que o Google suggest é um bom detector de tendências, pois dá as sugestões com base no que as pessoas estão buscando na máquina, procurando saber, o que é hype no momento.
Fui ver o que o Google me sugeria para “bibliotecas usando…”. Claro que não dá pra fazer essa busca em português, porque bibliotecas usando tendências no Brasil, affff.
Alguns resultados são óbvios. Há uma clara indicação que as pessoas estão correndo atrás de ferramentas “2.0″, apesar de que Drupal, Facebook, Twitter, Delicious, WordPress, mashups, Joomla e o próprio conceito de ferramentas “2.0″ (um peteleco na orelha pra cada vez que alguém falar 2.0) já estarem circulando por aí há anos.
Kindle talvez seja a única novidade recente, digamos assim, pois a medida que o aparelho (e o conceito por trás dele) impacta na razão de ser das bibliotecas, elas começam a ficar preocupadas e buscar uma adequação.
Agora, a sugestão mais interessante pra mim é exatamente aquela que talvez tenha mais relação direta com a biblioteconomia hard-core, clássica: o Encore.
O Encore é uma interface de resultados de busca que apresenta os registros num estilo mais Amazon de ser, com navegação intuitiva e aqueles fru-fru participativos 2.0 (peteleco), tag cloud, comentários, estrelinhas, revisões.
Clique sobre a imagem para versão ampliada

O grande lance é que o Encore pode (e deve) ser utilizado em paralelo ao sistema de automação tradicional utilizado pela biblioteca. O que ele faz na verdade é uma busca por palavras-chave sobre os registros bibliográficos usados no catálogo tradicional, mas recupera informação e a apresenta de maneira mais amigável. Ele funciona exclusivamente com palavras-chave e termos de busca. Mais ou menos como a busca do Google (veja aqui a página de busca do Encore). Então se o usuário quiser pesquisar pelo ISBN, número de chamada, etc, ele tem que usar o catálogo tradicional.
A meu ver, não se trata de uma duplicação dos serviços simplesmente porque a maioria dos catálogos tradicionais robustos está muito atrás ainda na questão da experiência do usuário e não disponibiliza os resultados de busca decentemente. O que o Encore fez foi incorporar alguns quesitos de navegabilidade e interação utilizados em sistemas emergentes (delicious, twitter, wordpress, etc) e aplicar ao catálogo da biblioteca.
E para bibliotecas em que a situação do catálogo é crítica, talvez seja melhor chutar o balde, jogar tudo pro alto e investir em um modelo paralelo, inteiramente novo, que faça mais sentido para o usuário.
Na verdade eu ainda tenho outras preferências de resultados de busca e apresentações de catálogos. Mas é interessante ver que algumas soluções estão caminhando cada vez mais em direção ao alinhamento das necessidades dos usuários e os serviços que a biblioteca pode oferecer, fazendo uso dessas tecnologias “2.0″ (peteleco).
Dêem uma olhada na tela de resultados de busca no catálogo.
O site oficial é esse: Encore Innovative Interfaces
Quais dos três vocês preferem? Clique sobre as imagens para versão ampliada.
Respondam nos comentários ou entrem aqui pra saber do que se trata

Eu vi no OmeleTV. Peguei imagem no Boing Boing.
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