Banco livro em Istambul

Moreno Barros 21.1.2010 7 comentários

Em 2007 a cidade de Istanbul promoveu a leitura construindo bancos como livros por toda a cidade. Os bancos eram representações de 18 livros de grandes poetas turcos.

Jean Francois Rauzier – hiperfotos

Moreno Barros 20.1.2010 comente

Combinando arte, fotografia e tecnologia, o fotógrafo francês Jean Francois Rauzier cria hyperphotos, um termo cunhado por Rauzier que significa “costurar” centenas ou milhares de grandes imagens em alta resolução em uma única colagem.

Me parece que as bibliotecas estão entre os temas preferidos dele.

via

“Como elaborar Projetos Culturais para Literatura: orientações e dicas”

Tiago Murakami 17.1.2010 5 comentários

Durante a Bienal do Livro de Pernambuco tive a oportunidade de assistir ao curso: “Como elaborar Projetos Culturais para Literatura: orientações e dicas” ministrado por Osmar Barbalho. Nele ele deu dicas importantes de como elaborar projetos que efetivamente possam ser contemplados em editais de promoção a leitura. E agora ele me enviou o material do curso e me permitiu divulgá-lo.

Espero que seja útil para vocês.

Download da apresentação

Coleção Aplauso

Moreno Barros 15.1.2010 comente

Vale a menção porque achei o design do site bastante decente. Não lembro de ter encontrado algo similar no Brasil. Foi feito pela agência Cappuccino.

Lançada em 2004 pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, a Coleção Aplauso está agora disponível também na internet. Ao todo, a série, criada para registrar a história do teatro, do cinema e da televisão no Brasil, com perfis, biografias, peças de teatro e roteiros de filme, tem 170 títulos que podem ser lidos gratuitamente no site aplauso.imprensaoficial.com.br.

via Estadão

Documentário Cultura Anônima – Moradores de rua e Bibliotecas públicas

Tiago Murakami 14.1.2010 1 comentário

Um documentário muito interessante sobre a relação entre moradores de rua e as bibliotecas públicas da cidade de São Paulo. ( via @bibliotecadaeca )

Nokia Story Play

Moreno Barros 14.1.2010 1 comentário

nokia story play

Por mais insensível e frio que possa parecer, o centro de pesquisa da Nokia é responsável pelo desenvolvimento do Story Play, que consiste de uma moldura de madeira que abriga um livro e dois handhelds (Nokia N810) – um que apresenta um personagem do livro (Família Sésamo) sincronizado para agir com base na página que você está lendo, e outro com uma chamada de vídeo ao vivo. A idéia é que você possa ler remotamente, junto com outro Story Play conectado, uma história para algum membro da família – um filho, neto, sobrinha, sobrinho, quem você quiser – dando o sinal de alerta para o outro leitor quando for a hora de virar a página. Deve funcionar bem para os parentes que moram longe e querem manter contato com seus entes queridos – mas nada que vá substitui o contato físico, claro.

Family Story Play: Reading with Young Children (and Elmo) Over a Distance from hayes Raffle on Vimeo.

Anouk Kruithof

Moreno Barros 08.1.2010 1 comentário

primeiro nóis arruma, depois nóis derruba

exibição invisibilidade

Finalmente li um e-book

Tiago Murakami 05.1.2010 2 comentários

O Iphone atualmente é o dispositivo mais popular para a leitura de e-books e tem vários aplicativos, dos quais destaco 2: Kindle e Stanza.

O Kindle é o mais “completo”, por estar integrado com a loja Amazon e o KindlePC, fora o Kindle propriamente dito. Além disso, a usabilidade do software é melhor. Mas o grande problema é o extremo controle da Amazon sobre tudo.

O Stanza é mais “aberto”. A usabilidade é aceitável, mas o que encanta é a possibilidade de adicionar qualquer tipo de livro ou texto. Para colocar, é só incluir os dados do “servidor/fonte”. Encontrei duas fontes no Brasil para livros atualmente: Blogoio ( http://blogoio.com/stanza/list/catalog.xml) e The Brux ( http://www.thebrux.com.br/stanza/catalog.xml ).

Cover Flow é uma das frescuras que mais curto. Mas ninguém em plena consciência consegue ler um livro no IPhone confortavelmente. Mas o livro que escolhi, o Freakonomics é tão cativante que me compensou o esforço. Essa imagem dá para dar uma idéia do sistema de navegação no livro:

O que vejo de prós:

  • A utilização correta de metadados e dos dados.
  • O livro voltar na página em que estava lendo quando parou.
  • Luz de fundo. Dá para ler a noite.
  • Ter uma biblioteca disponível para quando estiver parado em qualquer lugar
  • Contras:

  • Ergonomia. Não tem uma boa posição para se ler.
  • Ter que mudar muitas vezes de página, uma vez que cabe pouco numa página
  • Conclusão: Não é um Kindle como o Moreno está segurando no post anterior, mas é até bem prático.

    Presente de Natal – Kindle

    Moreno Barros 23.12.2009 13 comentários

    O presente não era pra mim, mas eu consegui pegar emprestado por alguns minutos. É a versão internacional do Kindle 2, com entrega direto no Brasil. Existem prós e contras, – coisas do tipo – as inclusões no aparelho estão associadas exclusivamente ao cartão de crédito do usuário principal, fica um pouco complicado de comprar livros para um Kindle específico usando cartão de crédito de outrem, ou receber um livro de presente, por exemplo. E claro, outras restrições técnicas, como desbloqueio dos arquivos AZW com DRM.

    Eu ainda vou esperar pra comprar o meu (acho que eu vou me dar melhor com o DX, com tela maior, e deixar pras leituras antes de dormir) quando o preço tiver mais baixo e quando ele for completamente customizável/hackeável. O que tem se discutido muito é que o Kindle enquanto serviço precisa ser vendido mais como um e-reader e não somente um e-book reader. Como eu mostrei aqui, eu leio bastante coisas ao longo do dia, mas pouco dessas coisas são efetivamente livros.

    Mas o Kindle é viciante, sem dúvida. Eu leio centenas de páginas nele sem cansar, substitui perfeitamente a experiência do livro físico. Presente de natal perfeito.

    kindle

    kindle hands on

    kindle

    IX Prêmio Laura Russo

    Tiago Murakami 23.12.2009 1 comentário

    Divulgando:

    As inscrições para o Prêmio Laura Russo, cujo tema é o “Empreendedorismo Social: agente de transformação”, estão abertas entre 21 de dezembro e 29 de janeiro de 2010. Criado em 1998 pelo Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo, e em sua nona edição, o Prêmio presta homenagem à bibliotecária Laura Garcia Moreno Russo e tem como objetivo divulgar a profissão e promover o reconhecimento de profissionais, estudantes e instituições que desenvolveram ações significativas de incentivo à leitura, à pesquisa, à organização de bibliotecas e outros espaços culturais gerenciados por bibliotecários.

    O Prêmio é dirigido a bibliotecários que tenham desenvolvido projetos sociais e atuem em instituições privadas ou públicas, ou em organizações do terceiro setor. Os estudantes e professores de Biblioteconomia também podem participar. Na categoria Trabalhos Acadêmicos, apresentados e/ou defendidos entre 2007 e 2009, serão premiados um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) no nível graduação, uma dissertação de Mestrado e uma tese de Doutorado.

    A Comissão de Avaliação do CRB-8 analisará todos os trabalhos até 19 de fevereiro e os autores dos projetos selecionados serão informados até o final do mês. Os troféus e os certificados serão entregues durante as festividades do Dia do Bibliotecário, em 12 de março de 2010 no Memorial da América Latina. O Dia do Bibliotecário faz parte do calendário de eventos oficiais da cidade de São Paulo.

    De acordo com J. Emerson Twersky, “o empreendedor social é um indivíduo com experiência na área social, desenvolvimento comunitário ou de negócios, que percebe uma visão de empoderamento econômico através da criação de empreendimentos sociais voltados para prover oportunidades àqueles que estão à margem ou fora da economia de um país”.

    Quem foi Laura Russo

    Laura Garcia Moreno Russo formou-se em Biblioteconomia pela Escola Livre de Sociologia e Política e em Direito pela Universidade de São Paulo. Como bibliotecária trabalhou na Santa Casa da Misericórdia de São Paulo, na Academia Paulista de Letras e foi diretora da Biblioteca Mário de Andrade. Foi a primeira presidente da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEBAB 1961-1974) e do Conselho Federal de Biblioteconomia (1966-1968), editora do Boletim Informativo FEBAB (1961-1970) e da Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação (1973-1977). Realizou diversos estudos na França, Espanha e Argentina. Pelos seus trabalhos na biblioteconomia brasileira recebeu títulos honoríficos nos Estados Unidos e na Alemanha. Dentre os trabalhos que publicou destaca-se: A Biblioteconomia Brasileira: 1911/1962. Faleceu em 2001.

    Fonte: CASTRO, César Augusto. História da biblioteconomia brasileira. Brasília: Thesaurus, 2000.

    Mais informações no site do CRB8 – http://www.crb8.org.br/

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