Um pouco atrasado, mas para quem ainda puder acompanhar: o I ENCONTRO NACIONAL DE USUÁRIOS DO SEER (OJS) está sendo transmitido pela Internet de hoje até sexta, aqui: http://tvled.egc.ufsc.br/
Recebi um email e decidi publicar aqui, pois em vez de uma pessoa só ajudar, quanto mais dicas várias pessoas incluirem nos comentários, melhor.
“Olá. Trabalho como auxiliar de Biblioteca em Anápolis GO. Em Setembro será a inauguração e eu gostaria de umas ideias/sugestões legais de programação para uma semana de inauguração e divulgação nos bairros.”
Então é simples. Não sabemos muito sobre a biblioteca, mas imagino que seja uma comunitária, de médio porte. Dá pra imaginar. Coloquem em prática tudo o que vocês aprenderam em 4 anos de faculdade.
Se fosse com você, semana de inauguração da biblioteca, o que você faria? Use os comentários.
Difícil apontar o limite entre ser criativo e ridículo, mas ouvi dizer que Ród Galvão, Cauê Araújo e Gustavo Henn irão estrelar a versão brasileira deste vídeo acima.
Criada especialmente para o Festival de Arquitetura de Londres deste ano, na Inglaterra, a loja Foldaway Bookshop é uma livraria especializada na comercialização de publicações voltadas para o setor da arquitetura. O grande atrativo da loja, contudo, é o fato de suas estantes serem feitas de papelão com 10 mm de espessura. Manufaturadas em forma de acordeon, as estantes são dobráveis para facilitar o transporte e, também, melhor aproveitar o espaço da loja. Além das estantes, um stand também feito de papelão foi disposto no meio da loja.
A seleção dos livros vendidos na Foldaway Bookshop foi escolhida pela feira independente Handmade & Bound, além de críticos e arquitetos londrinos. O empreendimento, contudo, será desmontado em breve e o papelão, reciclado. A maior inspiração para a criação das estantes foi a visão das páginas abertas de um livro. O design da loja foi feito pela empresa de arquitura e design Campaign, sediada em Londres, que trabalha com empresas de diversos portes, incluindo start-ups.
1. Procurem no 4shared por Myriad Pro
2. Baixem e instalem a font no seu computador
3. Atualizem o browser e acessem o BSF
Para quem não tinha a font instalada, o que vocês enxergam é a tipografia alternativa que eu estabeleci no css desde o último redesign (Arial e Helvetica), mais ou menos assim:
Para quem já tinha a font instalada ou decidiu instalar agora, vai ver a tipografia mais pixelada, mas bem mais elegante, mais ou menos assim:
Tenta dizer isso sem parecer metido, mas eu estava de férias, e dei uma passadinha de leve na Biblioteca de Alexandria.
O que dizer? Não muito. Vocês tem que ir lá ver.
Eu gostei do design; da luz natural; de ver a biblioteca cheia de gente, usuários e visitantes; da biblioteca como espaço cultural, além de só biblioteca caixa de livros; da exposição de prensas; exposição de papiros (que eu sorrateiramente entrei sem pagar); das mesas com computadores, luminárias e tomadas; wifi potente; estantes; amplitude física (todos os andares são visíveis entre si); das seções dividas por personas (crianças, jovens, adultos).
Não gostei de ter que pagar para entrar (usuários locais podem pagar uma taxa anual equivalente a R$60, não sei se dá direito a empréstimo, talvez apenas o direito de usufruir o espaço e o acervo. Ou seja, não é uma biblioteca pública); acervo aparentemente incompleto, estantes relativamente vazias; opac relativamente ultrapassado, não condizente com a imponência da biblioteca física.
Qualque pergunta específica sobre a biblioteca, façam nos comentários e eu respondo.
Se você ama a internet, pode um dia ter se perguntado: a web vai permanecer tão interessante, criativa e inventiva quanto é hoje daqui a 100 anos? A Fundação Mozilla, criadora do navegador Firefox, pensa que a internet pode e deve ser assim no futuro – mas, para isso, ela deve permanecer aberta e livre. Para que ninguém tenha que pedir permissão na hora de criar projetos na internet (nem a governos, nem a empresas); para que ninguém tenha seu acesso prejudicado ou bloqueado quando estiver compartilhando cultura e conhecimento; para que haja menos interesses políticos ou de mercado, e mais interesse público na rede.
Sai do primeiro dia com as seguintes questões na cabeça:
O que é uma Internet aberta?
O que é uma Internet livre?
Como popularizar essa discussão?
O interessante da forma como foi conduzida a reunião é que não trouxeram nenhuma resposta para as perguntas acima. E sim, nos convidaram a discutir e interagir. E nos trouxeram o desafio de ajudar a popularizar essa discussão. As fotos abaixo representam perguntas que criamos para instigar discussões.
E aqui representamos o que achamos que tem que ser discutido e juntamos em “clusters” para facilitar as discussões.
As discussões continuaram no sábado, mas não pude participar. Mas acho que o Blog é um espaço ideal para discutirmos as duas primeiras questões. O que vocês consideram “Internet aberta” e “Internet livre”?
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