II Encontro Internacional de Biblioteca Escolar

Tiago Murakami 07.6.2010 4 comentários

SIC – 2010 – Simpósio sobre informação clínica

Tiago Murakami 06.6.2010 1 comentário

Laerte

Tiago Murakami 26.5.2010 5 comentários

Publicado na Folha de 26/05/2010

LEI Nº 12.244 – Dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do País.

Tiago Murakami 25.5.2010 17 comentários

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI Nº 12.244 DE 24 DE MAIO DE 2010.

Dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do País.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o As instituições de ensino públicas e privadas de todos os sistemas de ensino do País contarão com bibliotecas, nos termos desta Lei.

Art. 2o Para os fins desta Lei, considera-se biblioteca escolar a coleção de livros, materiais videográficos e documentos registrados em qualquer suporte destinados a consulta, pesquisa, estudo ou leitura.

Parágrafo único. Será obrigatório um acervo de livros na biblioteca de, no mínimo, um título para cada aluno matriculado, cabendo ao respectivo sistema de ensino determinar a ampliação deste acervo conforme sua realidade, bem como divulgar orientações de guarda, preservação, organização e funcionamento das bibliotecas escolares.

Art. 3o Os sistemas de ensino do País deverão desenvolver esforços progressivos para que a universalização das bibliotecas escolares, nos termos previstos nesta Lei, seja efetivada num prazo máximo de dez anos, respeitada a profissão de Bibliotecário, disciplinada pelas Leis nos 4.084, de 30 de junho de 1962, e 9.674, de 25 de junho de 1998.

Art. 4o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 24 de maio de 2010; 189o da Independência e 122o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fernando Haddad
Carlos Lupi

10 anos para a implementação de uma lei é quase um atestado de incompetência, mas essa lei é um avanço na universalização do acesso à informação no país.

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Biblioteconomia alternativa – EREBD Sul 2010

Moreno Barros 04.5.2010 8 comentários

Demorei um pouco, mas segue tudo que vocês perderam:

@lu @moreno @trmurakami @carlacastilhos @derbi
@lu @moreno @trmurakami @carlacastilhos @derbi

Tiago Murakami- curso de Drupal para bibliotecários

@trmurakami

Slides da @carlacastilhos

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Fotos, fotos, fotos

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estante pública

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Blog/Estatuto da Biblioteconomia Alternativa

biblioteconomia alternativa

Simpósio sobre Informação Clínica 2010

Tiago Murakami 04.5.2010 comente

Divulgando:

Simpósio sobre Informação Clínica

27 e 28 de agosto de 2010

Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, campus

Justificativa

No século XXI as informações tendem a estar mais integradas e acessíveis para a melhoria do bem estar humano. Para tanto, é necessário um esforço profissional coletivo pautado em referencial teórico, metodológico e tecnológico sólido para se criar e fortalecer a cultura de produção da informação clínica com qualidade visando a adequada assistência ao paciente; ao trabalho multiprofissional em saúde; as ações em saúde baseada em evidências.

Objetivo

Esta edição do Simpósio sobre Informação Clinica tem por objetivo redimensionar as informações contidas nos prontuários dos pacientes, expondo seus desdobramentos para várias dimensões da saúde, incluindo-se neste debate os limites profissionais, legais, científicos e tecnológicos da produção da informação clínica.

Público-alvo

Profissionais, docentes, pesquisadores, discentes e gestores do campo da saúde, informação, informática em saúde e afins.

Realização

CAPO – Comissão de Análise de Prontuários e Óbitos, Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto

Biblioteca do Karl Lagerfeld

Moreno Barros 27.4.2010 8 comentários

Karl Lagerfeld

Biblioteca Parque de Manguinhos

Moreno Barros 26.4.2010 14 comentários

Medellín, na Colômbia, era uma cidade marcada pelo narcotráfico e pela violência. Mas a partir de 2006, com a inauguração de Bibliotecas Parque – uma biblioteca com um parque para que os leitores possam usufruir da leitura ao ar livre – a cidade elevou o seu nível educacional, fator que contribuiu para a diminuição do índice de violência.

Inspirando-se nesse projeto, foi implantada em Manguinhos, no Rio de Janeiro, a primeira Biblioteca Parque brasileira, em um espaço de 3,3 mil m², que sediava o antigo Depósito de Suprimento do Exército (1º DSUP). Essa área foi totalmente urbanizada, e se transformou no local de maior concentração de equipamentos sociais em uma comunidade carente da cidade, um complexo com ludoteca, filmoteca, sala de leitura para portadores de deficiências visuais, acervo digital de música, cineteatro, cafeteria, acesso gratuito à Internet e uma sala denominada Meu Bairro, para que os usuários façam reuniões da comunidade.

Em entrevista ao blog Acesso, a secretária de Articulação Institucional do Ministério da Cultura e coordenadora do Programa Mais Cultura, Silvana Meirelles, explica melhor o projeto.

biblioteca parque de manguinhos

A Biblioteca Parque de Manguinhos será equipada com 40 computadores para internet livre, livros eletrônicos da Gato Sabido, 3 milhões de música em arquivo digital (do Imusica), 700 filmes em dvd, uma vasta coleção de quadrinhos e, sem esquecer dos livros, claro – são 25 mil títulos, pra começar.

O visual ganha ares modernos com o grafite digital da Superuber. Ou seja, vale a pena conhecer e apresenta um conceito que a gente já sabe, mas que pouca gente lembra: o de que bibliotecas são também espaços culturais. E o de que a leitura não precisa, necessariamente, ser em papel.

Todos os 28 funcionários da biblioteca são moradores da região e contratados pela Secretaria estadual de Cultura. Eles foram treinados para atender à todas as pessoas que visitarem o local.

via Literatura Infantil e Juvenil e @liaamancio

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O projeto piloto colombiano humilha a humanidade. As fotos da Biblioteca Parque Espanã falam por si. Se a Biblioteca Parque de Manguinhas chegar perto do projeto colombiano, estamos bem.

Assim que aparecem as fotos e infos, eu atualizo aqui.

via plataforma arquitectura

Dicas para uma biblioteca comunitária

Moreno Barros 16.4.2010 26 comentários

Recebi um email e decidi publicar aqui, pois em vez de uma pessoa só ajudar, e eu não sendo nenhum consultor e nem ter autoridade para tanto, quanto mais dicas várias pessoas incluirem nos comentários, melhor.

“…desenvolvo com uns amigos um projeto denominado “Ler para crescer” e fomos premiados pelo Ministério da Cultura com um maravilhoso acervo, de 500 livros, incluindo muitos para pesquisa escolar, portanto, agora, somos uma biblioteca comunitária.

Então preciso organizá-la para viabilizar o empréstimo. Porém, como é um projeto com poucos recursos, gostaria de dicas de como implementar (devo fazer fichas, como identificar por assuntos sem ser com aqueles inúmeros códigos) e se conheces algum software de baixo custo, já que junto com o acervo ganhamos também um computador.”

Esse aqui é o blog da biblioteca: Projeto Ler para Crescer na Amazônia

Então é simples. Coloquem em prática tudo o que vocês aprenderam em 4 anos de faculdade. Presentem bastante atenção nas premissas. Não viagem muito, é um projeto simples que requer soluções simples. O blog da biblioteca já apresenta um pouco o perfil da comunidade.

Se fosse com você, uma biblioteca comunitária, poucos recursos, 500 livros, o que você faria?

biblioteca comunitaria

Biliotecários e redes sociais online – curso

Moreno Barros 13.4.2010 10 comentários

Desde os tempos em que o Vasco ganhava do Flamengo (muitos, muitos anos atrás…) eu venho falando sobre a importância da utilização das redes sociais em bibliotecas e no trabalho interprofissional dos bibliotecários.

Eu tive minhas decepções, revisitei as coisas que acreditava, mas continuo achando que existe um potencial enorme na social media, que quando bem aplicada, pode trazer bons benefícios não só para os usuários, mas também para os bibliotecários.

E é especialmente entre os bibliotecários que eu tenho percebido o melhor uso das redes sociais, mais do que entre bibliotecários e usuários. Esse blog aqui é um exemplo disso.

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Embora eu ache estranho cobrar para apresentar coisas que podem ser aprendidas sem auxílio de qualquer especialista, eu aceitei fechar uma agenda de cursos sobre redes sociais na web.

A questão do valor dos cursos (acho bom esclarecer aqui da forma mais transparente possível) em geral é estipulado em comum acordo entre mim e o agente organizador. Algumas vezes o valor arrecadado serve para cobrir os custos totais da organização, onde nem eu, nem o organizador leva qualquer fatia, apenas a visibilidade (importante para mim) e o oferecimento do conteúdo (importante para o agente). Em outros casos, o valor do curso serve para cobrir os gastos referentes ao meu translado (caso eu vá ministrar ou palestrar em uma outra cidade, por exemplo). E ainda, os casos em que os valores simplesmente seguem uma tabela do mercado, pois afinal, uma competência, mesmo autodidata, é construída em longo prazo e o compartilhamento desse conhecimento exige retorno.

Eu não sei de casos de pessoas que pediram o dinheiro do curso de volta, depois de fazê-lo, por terem se decepcionado. Mas se fosse o caso, eu acharia justo. Do mesmo modo que, enquanto houver uma demanda ou convites, eu aceitarei compartilhar o que eu sei.

—-

O que me incomoda em certo grau é que muitas das pessoas que se dispõem a fazer os cursos e oficinas que eu ofereço estão bastante distantes da realidade daquele tipo de conteúdo que eu domino. Então sai o especialista e entre o educador, que exige um comprometimento maior de ambas partes.

Pois afinal, as pessoas que já estão inseridas de alguma maneira no mundinho da social media, já trilharam seus próprios caminhos. Sabem tanto quanto eu ou bem mais do que. Talvez essas pessoas não precisem mesmo de cursos e sim mais prática com as ferramentas, até compreenderem a melhor forma de utilizá-las. Mas as pessoas que ainda não despertaram para essas potencialidade, por quaisquer razões, talvez precisem de guias justamente para recuperarem aquilo que perderam por não estarem tão interadas quanto outras pessoas. E se elas já demonstram esse interesse, eu acho louvável que se compartilhe com elas algum tipo de informação especializada.

Porém, ainda que a premissa seja louvável, algumas pessoas estão interessadas apenas nos certificados (como se os certificados fossem mais importantes para a sua carreira do que a competência que venham alcançar) e não aplicam nada daquilo que aprenderam nos cursos posteriormente, nas suas atividades cotidianas.

No final das contas, corre o risco de eu estar ministrando “cursinhos for dummies” e entrando em um dilema ético sobre a efetivadade daquilo que eu me proponho a fazer, e cobrar por isso.

Se as pessoas pagam por algo que não tenha retorno, seja para elas próprias, para as instituições a qual estão vinculadas ou a comunidade a qual servem, então por que eu deveria continuar a extorquí-las dessa maneira?

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Foi pensando assim que eu decidi optar por um nova estratégia de oficinas de curta duração. Retorno garantido, solução de problemas, ali, na hora.

Os conteúdos estão por aí, referências, bibliografias, centenas de manuais, tutoriais, ferramentas, comunidades de suporte. Quem tem interesse, que leia.

Mas não desperdiçar a oportunidade de ter um grupo de mentes pensantes, em um brainstorm, em torno de um interesse comum. Pensando em uma sala de aula sim, mas propondo idéias e resolvendo problemas que estão do lado de fora das salas, possivelmente dentro das bibliotecas. É pra isso que essas oficinas servem.

Parece demagogia e discurso gasto, eu sei. Mas eu só encontrei duas soluções para todos os problemas que eu enfrentei dentro da profissão: trabalho colaborativo e subversão ao sistema. E que melhor maneira de alcançar isso se não por meio das redes sociais online?

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Os cursos são essencialmente sobre técnicas de colaboração entre bibliotecários com base em sistemas emergentes, softwares open source, blogs, redes sociais, social media, experiência dos usuários e descentralização. Tudo isso para a turma pensar e executar, no brainstorm, estratégias efetivas na implementação de serviços de informação, na web ou no mundo físico.

A agenda é a seguinte:

EREBD Sul
http://www6.ufrgs.br/XIIEREBDSUL/
Dia 24/04, 08:00 – 12:00
Local: FABICO – UFRGS, Porto Alegre
Valor: R$ 10,00
Inscrições

Rio de Janeiro, APCIS: http://www.apcisrj.org/
Data: dia 30/04/2010, das 13 às 17:30 horas
Local: UniverCidade – Unidade Carioca (Estação do Metrô-Carioca), Rio de Janeiro
Preço: R$100,00 por pessoa (desconto de 20% para Associado)
Inscrição: Marta Magno – (21) 3511-1101
E-mail: martamagno@hotmail.com

SNBU
http://www.snbu2010.com.br/
Local: Rio de Janeiro
Data: 17/10
Valor: R$70-120
Inscrições

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