iPad book store na prática
mais ou menos assim…
demo do que virá a ser o iPad iBook Store
Mulheres: Presente!
A rede de bibliotecas públicas da cidade de São Bernardo do Campo está com uma interessante programação cultural nas Bibliotecas. Em breve falo mais um pouco sobre, mas convido a todos a participarem da palestra com a professora Maria Ap. Aquino na sexta.
UPDATE: Infelizmente a palestra NÃO acontecerá nesta sexta.
Bibliotecas na vida digital

Parece interessante, vai rolar em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre também.
São Paulo
24 de março de 2010 – 4ª feira
19:30 às 21:30 h
Local: Sala Azul do Itaú Cultural
Avenida Paulista 149, térreo
Estação Brigadeiro do metrô
Entrada livre
Tradução simultânea do alemão
Inscrição gratuita antecipada através do e-mail: biblioteca@saopaulo.goethe.org
ou telefone:(11) 3296-7001/3296-7051.
Curitiba:
26/03/2010 – 9h30
Universidade Positivo
Endereço: Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300
Campo Comprido
Bloco de Extensão E Pós-graduação Sala 212
estacionamento 8
Alemão com tradução simultânea para o português
Entrada franca 41 3262-8244
Porto Alegre
Data: 29.3.2010, segunda-feira
Horário: 10h
Local: Auditório do Goethe-Institut | Rua 24 de Outubro, 112
Tradução simultânea e certificado ao final da palestra
Entrada livre, vagas limitadas por ordem de chegada
Informações: (51) 2118-7800, ou bibl@portoalegre.goethe.org
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Site da Bayerischen Staatsbibliothek
A Biblioteconomia do Lattes
Desde que criei o RABCI, eu procuro acompanhar a produção de conteúdos da área, tanto de estudantes quanto de profissionais. Nossa área tem uma baixa produção de livros, mas uma numerosa produção de artigos e trabalhos acadêmicos. Durante o EREBD SE/CO de 2007 na USP ajudei o pessoal organização da submissão de trabalhos e com isso pude reparar no seguinte. Muitos produzem trabalhos e enviam para os eventos. Mas por que não disponibilizam esses trabalhos depois?
Numa visão muito pessoal, acho que fazemos uma biblioteconomia para o Lattes ver. São muito poucos que estão interessados em criar conhecimento para a área. É claro que temos que levar em consideração que isso atualmente ocorre em todas as áreas do conhecimento, mas acho que tinhamos quase uma obrigação moral e profissional de que nossa produção circulasse. É quase como “Em casa de ferreiro, o espeto é de pau”. E para mim o mais grave: A qualidade da produção científica da área está caindo muito e muito rápido. Se quiser constatar isso, pegue um exemplar da RBBD (entre os anos de 70 e 80) e compare por exemplo com a nossa revista mais importante, a Ciência da Informação. E olha que considero a Ciência da Informação uma ótima revista.
Mas tenho uma percepção inversa dos repositórios, como por exemplo o E-lis. Os trabalhos não tem valor acadêmico, mas costumam ser de qualidade muito superior a média. É uma percepção, é claro, mas vejo que os trabalhos no E-lis estão lá por uma vontade de serem úteis a todos e não só aos autores como os trabalhos de eventos.
No E-LIS, acho que o Brasil tá pouco representado: tem 282 trabalhos de 10465. Mas é o quinto país que mais baixa trabalhos. Só para comparar, a Espanha que é um país com muito menos escolas que o nosso, tem 2312 trabalhos.
Precisamos de uma Biblioteconomia mais compartilhada, onde todos tendem a ganhar mais.
Cacau Show – trufas em livro
Semana passada eu fui dar uma palestra na UERJ em comemoração ao dia dos bibliotecário e fui presentado com uma caixa de trufas em formato de livro. A caixa é exatamente como um livro, passaria totalmente desapercebida em uma estante. A idéia pode até ser velha, mas eu não conhecia. Excelente presente para um bibliotecário ou amante de livros.
E não é jabá pra loja de chocolate, mas as trufas são muito boas também.
Obrigado para as bibliotecárias da UERJ, que são muito animadas e prafrentex e me trataram muito bem.
Projetos sociais recebem premiação no Dia do Bibliotecário, 12 de março
Divulgo evento do CRB-8:
No Dia do Bibliotecário, o Prêmio Laura Russo será entregue aos autores dos nove melhores projetos elaborados por bibliotecários empreendedores que desenvolveram ações sustentáveis e inovadoras para benefício da coletividade. A carência de instrumentos culturais, o alto índice de evasão escolar e o aumento da violência motivaram esses profissionais a criar situações que fizessem os livros chegarem efetivamente nas mãos de pessoas carentes, como a do assentamento em Ribeirão Preto no qual as obras são transportadas como sementes em caixotes; no Jardim Ângela, zona Sul em São Paulo, em que policiais militares ajudaram a construir uma biblioteca; em Heliópolis, onde a biblioteca comunitária conta com acervo de nove mil obras para atender a 125 mil habitantes; e o projeto em seis penitenciárias paulistanas que, além de estimular a leitura, promove saraus literários desde 2004.
Iniciativa do Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo, o Prêmio Laura Russo foi criado em 1998 e tem como objetivo reconhecer bibliotecários, estudantes e instituições que desenvolveram ações significativas de incentivo à leitura, à pesquisa, à organização de bibliotecas e outros espaços culturais gerenciados por bibliotecários. A solenidade de entrega do IX Prêmio Laura Russo, cujo tema é o Empreendedorismo Social, ocorrerá durante a festividade no Dia do Bibliotecário, em 12 de março, às 19h, no Masp. Há exatos 30 anos, comemora-se a efeméride em todo território nacional.
Quem foi Laura Russo
Laura Garcia Moreno Russo formou-se em Biblioteconomia pela Escola Livre de Sociologia e Política e em Direito pela Universidade de São Paulo. Como bibliotecária trabalhou na Santa Casa da Misericórdia de São Paulo, na Academia Paulista de Letras e foi diretora da Biblioteca Mário de Andrade. Foi a primeira presidente da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários (FEBAB 1961-1974) e do Conselho Federal de Biblioteconomia (1966-1968), editora do Boletim Informativo FEBAB (1961-1970) e da Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação (1973-1977). Realizou diversos estudos na França, Espanha e Argentina. Pelos seus trabalhos na biblioteconomia brasileira recebeu títulos honoríficos nos Estados Unidos e na Alemanha. Dentre os trabalhos que publicou destaca-se: A Biblioteconomia Brasileira: 1911/1962. Faleceu em 2001.
Fonte: CASTRO, César Augusto. História da biblioteconomia brasileira. Brasília: Thesaurus, 2000.
Sobre o Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo
O Conselho Regional de Biblioteconomia 8ª Região tem por objetivos básicos fiscalizar o exercício da profissão de bibliotecário e contribuir para o aprimoramento da área e seus profissionais. A profissão de bibliotecário foi regulamentada em 30 de junho de 1962 com a publicação da Lei 4084.
O Conselho Regional de Biblioteconomia 8ª Região, que atua em todo o Estado de São Paulo, foi constituído em 16 de agosto de 1966, em uma reunião de bibliotecários, professores e representantes de escolas e de associações, no Auditório da Biblioteca Mário de Andrade.
Serviço
Dia do Bibliotecário e Entrega do IX Prêmio Biblioteconomia Paulista Laura Russo
12 de março, às 19h, no Masp (av. Paulista, 1.578 – Cerqueira César, São Paulo/SP)
Anexo boletim com breve apresentação dos projetos premiados.
Assessoria de Imprensa: Cristina Thimm Mirara (Mtb. 18.176)
Vale a pena conhecer os projetos vencedores.
A biblioteca como plataforma – Moreno Barros
Eis o vídeo da palestra que dei em novembro passado no Rio, falando sobre web 2.0, web 3.0, a biblioteca como plataforma, boas práticas da biblioteconomia e tudo mais.
Eu tenho vergonha alheia de mim mesmo por falar tanto, então eu editei o vídeo e aí estão as partes concisas. Mas vou incluir as outras partes e depois atualizo os links. O vídeo na íntegra vai para o vimeo e as sequências menores estão para o youtube e o videolog.
Acho que fui bem coerente nas falas, mas já tenho posições diferentes sobre a maioria das coisas que falei. Muitas coisas que eu propagandeio deram errado, e agora acho que eu devo me concentrar exclusivamente nas que deram certo. E é sobre isso que eu vou falar nas próximas palestras.
Semana que vem é dia do bibliotecário, eu darei uma palestra para os alunos da UFF na terça feira e para os bibliotecários da rede de bibliotecas da UERJ na sexta. Não sei se as palestras serão filmadas e nem se serão abertas ao público, mas se quiserem ir lá ver, acho que tem jeito.





















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