Modelização

Tiago Murakami 22.5.2007 comente

Eu ando lendo muito atualmente sobre a contrução de modelos para a automatização dos processos de criação da informação e conseqüentemente a organização automatizada dos recursos de informação.

Eu estou com uma dúvida tremenda em relação a validade disso, pois se de um lado seria uma das únicas possibilidades de se organizar a informação não bibliográfica adicionando quantativamente grande quantidade de informação aos sistemas de informação que não seriam recuperáveis, há em contraposição a isso a limitação da expressão e conseqüentemente da liberdade de expressão da informação, uma vez que ela deveria obedecer a regras na sua criação.

O livro é um caso interessante, uma vez que o seu suporte obriga a expressão linear do conteúdo, limitando outras formas de expressão.

Musicovery

Tiago Murakami 19.5.2007 5 comentários

Descobri no Globo, o Musicovery, que vai apresentando musicas de acordo com dados que as pessoas vao colocando. Esse e um exemplo de como um catalogo pode ser legal.

Musicovery

Materia sobre Biblioteconomia

Tiago Murakami 19.5.2007 1 comentário

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Interessante…

Pilha de livros

Moreno Barros 18.5.2007 1 comentário

pilha de livros

comunidade do flickr: pilha de livros, muitos a serem lidos

Balão fecha biblioteca do CCSP

Moreno Barros 18.5.2007 comente

Um balão foi responsável por danificar documentos raros sobre a vida cultural da cidade e interditar as bibliotecas e uma área de exposição do Centro Cultural São Paulo (CCSP), na rua Vergueiro (centro), por tempo indeterminado.

O artefato incendiou o telhado do edifício, na madrugada de ontem, e a água usada no combate ao fogo molhou parte do material guardado em área restrita aos funcionários.

De acordo com o diretor do CCSP, Martin Grossmann, um total de 2.000 documentos foram molhados – entre fotos, convites de exposições, cartas e fitas cassetes. O material é originário do antigo Idart (Departamento de Informação e Documentação Artística).

Também foram atingidos outros 400 objetos -como livros, discos e partituras- que estavam armazenados no piso técnico. Ainda não há avaliação do que foi destruído -acredita-se que a maioria do material poderá ser recuperada. As obras em papel cuchê, como livros de arte, serão as mais difíceis de restaurar. Segundo funcionários do local, elas têm uma película que, quando molha, cola.

Segundo o secretário municipal da Cultura, Carlos Augusto Machado Calil, será feita uma cobertura provisória no local para evitar mais estragos caso chova. O custo estimado é de R$ 50 mil e deve ser concluída em 48 horas.

Em até seis meses, entretanto, deverá ser feita a obra definitiva -que, segundo ele, custará “muito mais”.

O prefeito Gilberto Kassab (DEM) classificou o incêndio como “crime”. “Tivemos dois estragos. A do incêndio e a do combate ao incêndio. A água, ironicamente, causou danos piores”, disse ele, ressaltando que o trabalho dos bombeiros foi exemplar. Em dez minutos, disse Kassab, eles chegaram ao CCSP e, em 45 minutos, conseguiram conter o fogo. A água, então, desceu pelos andares do prédio, até chegar ao último, onde fica a reserva técnica.

Na área da reserva técnica, gibis foram colocados em varais para secar -com a ajuda de ventiladores.

via

Seminário Informação & Inovação: Desafios e perspectivas para a ciência da informação

Tiago Murakami 18.5.2007 comente

A USP – Ribeirão irá realizar o Seminário Informação & Inovação.

Os temas a serem discutidos são:

Inovação e Informação: cooperação universidade-empresa. Tem por objetivo apresentar as variáveis e fenômenos relacionados à cooperação universidade-empresa, tais como seus aspectos sociais, econômicos, políticos e culturais, para compor o cenário no qual os serviços de informação serão discutidos.

Gestão de núcleos de informação e transferência de tecnologia. Serão discutidos aqui modelos de gestão de informação e transferência de tecnologia que alcançaram resultados positivos, diacronicamente, e que podem fornecer subsídios importantes para os profissionais, pesquisadores e estudantes do campo da ciência da informação, no que se refere à compreensão do objeto informação em sua relação com a inovação.

Fontes de informação para setores específicos. Setores específicos demandam por tipologias informacionais distintas e, muitas vezes, pouco abordadas no âmbito da Ciência da Informação. Assim, esta mesa tem por objetivo discutir e refletir sobre acessibilidade física e cognitiva a fontes de informação, para setores tais como a agroindústria, saúde, informática e desenvolvimento sustentável.

Inovação, informação e formação profissional. Pretende-se, no âmbito desta mesa, refletir sobre as habilidades e competências que devem ser consideradas na formação acadêmica e formação continuada para que o profissional da informação atue no contexto da cooperação universidade-empresa, transferência de tecnologia, assim como na organização e disseminação de informações para setores específicos.

Se não fosse tão caro para profissionais, eu iria.. hehhee.. ô vida dura ser profissional..

Web 2.0 Awards

Tiago Murakami 16.5.2007 1 comentário

Já foram divulgados os resultados do Web 2.0 Awards. Vale dar uma conferida…

Dica do: LibrarianInBlack

Catálogos e confiabilidade

Tiago Murakami 16.5.2007 comente

De maneira bem geral, os catálogos surgiram da necessidade de se manipular uma grande quantidade de informação, sem ter que mexer no documento original (que era físico). Por isso, as fichas nada mais são do que uma representação do documento em um formato manipulável.. Isso antes de se pensar em computação…

Depois, o computador ajudou a automatizar o processo e a busca, evitando desdobramentos de fichas (por exemplo) e permitindo coisas como busca textual nos resumos, mas a essência continua a mesma.

Eu tava lendo o livro Documentação Jurídica, escrito em 1979 e muitas coisas que ela diz que o computador poderia fazer, até hoje são ignoradas…

Uma delas que eu achei interessantíssima, é a possibilidade de atribuir peso ao descritor, uma vez que as obras nem sempre tratam dos assuntos na mesma intensidade. Isso é tecnicamente possível, mas não conheço nenhum catálogo que tem isso, apesar de melhorar consideravelmente a precisão das respostas.

Alias, os catálogos que utilizamos são incompletos. Utilizamos regras rígidas para inclusão de recursos, mas NÃO disponibilizamos essas regras ao usuário, que tem que advinhar o que fizemos.

Antigamente, os catálogos eram defendidos em relação a Web devido a maior confiabilidade do seu conteúdo. Hoje, devido a avanços em tecnologias colaborativas, até podemos afirmar que eles são mais confiáveis, mas não podemos afirmar que fornecem a melhor resposta.

Esse é um assunto que vai longe ainda.. voltarei ao assunto posteriormente… ;-)

BibMe

Moreno Barros 15.5.2007 comente

bibme

Mais um daqueles excelentes gerenciadores de bibliografia, mas que infelizmente só aceitam em maior parte documentos americanos. Mas dá pra brincar

Um pouquinho de catalogação

Tiago Murakami 15.5.2007 3 comentários

Estou lendo atualmente o livro: Documentação jurídica: introdução à análise e indexação de atos legais de Cecília Andreotti Atienza, escrito em 1979.

Estou pasmo de ver que as mesmas técnicas criadas para a indexação usadas em 1979, no início da computação (usava-se fichas perfuradas), estão sendo usadas ainda: DA MESMA MANEIRA!!!

Isso nos mostra o quanto ainda temos que evoluir.. no post abaixo, tem uma versão interessante de catálogo, mas ainda está voltada mais para a experiência em usabilidade do que propriamente uma mudança na concepção de catálogo ainda vigente…

Ah, mudando de assunto: comecei timidamente uma tag Bibliografia para concursos no Infocultura – Comunicação Científica com dicas que encontrei pela net. Sintam se a vontade para contribuir…

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