Ensino a Distância – EAD em Biblioteconomia

Tiago Murakami 29.1.2010 22 comentários

Reproduzo trecho do Boletim 35 do CFB de 25 de Janeiro:

Ensino a Distância – EAD em Biblioteconomia

No dia 23 de dezembro de 2009, o Diário Oficial da União, em sua Seção 3, publicou o extrato do Acordo de Parceria firmado entre o Conselho Federal de Biblioteconomia – CFB e a Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes, que tem como objeto estabelecer as bases para cooperação entre as partes signatárias, com vistas ao planejamento e à implantação do curso de bacharelado em Biblioteconomia, a ser ofertado nos pólos de apoio presencial do Sistema Universidade Aberta do Brasil – UAB. O acordo tem a validade de um ano, a partir da data de sua publicação, podendo ser prorrogado.
Conforme divulgado no Boletim Eletrônico do CFB, edição especial n. 09, de 23 de novembro de 2009, a equipe de professores doutores que está trabalhando no delineamento do curso é composta por especialistas nas áreas do conhecimento, em consonância com as diretrizes curriculares estabelecidas pela Associação Brasileira de Educação em Ciência da Informação – Abecin, e são oriundos de todas as regiões do país. O CFB está representado pela coordenadora da Comissão de Ensino, profª. dra. Rosane Lunardelli (UEL), que também responde pela área de Organização e Representação da Informação, juntamente com o prof. doutor José Augusto Guimarães (Unesp/Marília).
O convênio prevê as responsabilidades do CFB no sentido de planejar e produzir os cursos, enquanto que a Capes deve viabilizar encontros, reuniões e oficinas para elaboração do projeto pedagógico e produção dos conteúdos do curso. O CFB e a Capes/UAB vão elaborar um plano de avaliação e acompanhamento das atividades. O acordo prevê, também, a designação de uma comissão de gestão formada por profissionais ligados a ambas instituições.
Em breve deve ser lançado um edital de convocação de instituições de ensino superior interessadas em ofertar o curso. Por razões operacionais, o início das aulas, que seria em março, deve ocorrer no segundo semestre de 2010. As informações podem ser acompanhadas pelos sites das instituições: www.cfb.org.br e http://uab.capes.gov.br.

Maior livro do mundo – Klencke Atlas

Moreno Barros 28.1.2010 comente

klencke atlas

O Klencke Atlas, que já comemorou 350 aniversários, vai fazer fazer de uma exibição sobre mapas na British Library. O livro foi um presente ao rei Charles II da Inglaterra pelos mercantes holandese, tem 1,75 metro de altura e 1,9 metro de largura e requer 6 pessoas para ser levantado.

Magnificent Maps: Power, Propaganda and Art
via

esse aqui perde por pouco

bhutan
Bhutan: A Visual Odyssey Across the Last Himalayan Kingdom

Apple iPad e iBooks

Moreno Barros 27.1.2010 8 comentários

agora a briga ficou boa. ibookstore (interface “roubada” do delicious library, com formato epub e tela colorida? delícia.

vou perguntar pro Fabiano Caruso e pro Gustavo Henn o que acontece com os bibliotecários quando não houver mais livros impressos (isso se o mundo não acabar em 2012).

Joshua Prince-Ramus e a biblioteca de Seattle

Moreno Barros 27.1.2010 5 comentários


cliquem em “view subtitles” aqui em cima, selecionem português

Eu sempre fui paga-pau da biblioteca pública de Seattle. Já citei aqui “Qual biblioteca?” e aqui “Dewey no elevador“. Pra mim continua sendo o exemplo mais vanguarda de combinação biblioteca-design-tecnologia.

Traduzi a palestra do Joshua Prince Ramus no TED. Ele foi um dos arquitetos responsáveis (o outro é Rem Koolhaas) pelo desenho da biblioteca. Na palestra ele fala de outros projetos da agência, além da biblioteca. Mas desde a primeira vez que eu vi fiquei impressionado como que uma pessoa de fora do mundo das bibliotecas conseguiu ter uma percepção tão simples e correta sobre a funcionalidade de uma biblioteca pública.

biblioteca de Seattle antes

biblioteca de Seattle depois

[traduzi do wikipedia]
O financiamento para a construção do novo prédio da biblioteca central de Seattle, bem como outros projetos de construção em todo o sistema municipal de bibliotecas, foi orçado em $196 milhões, chamado de “Bibliotecas para Todos”, medida aprovada pela câmara de Seattle, em novembro de 1998. O projeto também recebeu uma doação de $20 milhões de Bill Gates.

Rem Koolhaas e Joshua Prince-Ramus da empresa holandesa Office for Metropolitan Architecture (OMA), trabalhando em conjunto com a empresa de Seattle LMN Architects, serviram como os principais arquitetos do edifício. Ramus foi designado arquiteto responsável pelo projeto. Ironicamente, a OMA não foi uma das empresas convidadas a concorrer ao projeto. Ramus, anteriormente residente em Seattle, descobriu pela sua mãe um dia antes que a direção da rede de bibliotecas estava convidando empresas interessadas em participar de uma chamada pública. Ele se inscreveu e a OMA acabou ganhando o projeto.

Deborah Jacobs, bibliotecária chefe da Seattle Public Library, encabeçou o projeto do ponto de vista da biblioteca e atuou como a voz do cliente, enquanto Betty Jane Narver atuou como presidente do Conselho de Bibliotecas.

Os arquitetos conceberam o novo edifício da Biblioteca Central como uma celebração dos livros, decidindo-se depois de algumas pesquisas que, apesar da chegada do século 21 e a “era digital”, pessoas ainda respondiam a livros impressos em papel. Os arquitetos também trabalharam para tornar a biblioteca convidativa para o público, ao invés de entulhadas e sem graça, o que eles descobriram como sendo a percepção popular das bibliotecas como um todo.

Embora o desenho da biblioteca seja incomum visto pelo lado de fora, a filosofia dos arquitetos era deixar o prédio ditar as funções necessárias para aquilo que ele deveria parecer, ao invés de impor uma estrutura e criar as funções em conformidade com isso.

Por exemplo, uma seção principal do edifício é a “Espiral de Livros” (projetado para apresentar a coleção de não-ficção da biblioteca, sem dividir a Classificação Decimal de Dewey em diferentes andares ou seções). A coleção segue espirais através de quatro andares em uma série contínua de estantes. Isto permite que os usuários examinem a coleção inteira sem precisar usar escadas ou se transportar para uma parte diferente do edifício.

seattle library

spiral

Outras características internas incluem: o Auditório da Microsoft no piso térreo, a “Sala de Estar” no terceiro andar (concebido como um espaço de leitura para os usuários), a Charles Simonyi Mixing Chamber (uma versão do balcão de referência que fornece ajuda interdisciplinar para os usuários que precisam de respostas ou querem fazer pesquisa), e a Betty Jane Narver Reading Room no 10º andar (com vista para a baía de Elliott).

seattle library

seattle public
visão panoramica do Sala de Estar, clique para ampliar

seattle library red room
Red Floor, clique para ampliar

Novas funções incluem triagem e transporte automático de livros, auto-serviço para os usuários, expansão das comunicações wi-fi entre os funcionários da biblioteca, e mais de 400 computadores de uso público.

seattle library rfid

seattle library rfid
sistema de devolução e transporte em RFID


Os bibliotecários americanos divergiram sobre o novo aspecto da biblioteca, entre uma obra prima de arquitetura e o fato de a biblioteca não representar na prática a idéia de centro conector entre a cidade e as pessoas, e houve inclusive denúncias por parte dos bibliotecários de que os arquitetos não projetaram espaços de reserva para o armazenamento de novas aquisições.

Mas ainda assim, por tudo que eu já li e vi na internet sobre a biblioteca, acho ela foda.

A evolução do livro

Moreno Barros 25.1.2010 4 comentários

se você saca um pouco de inglês, acabou de salvar pelo menos um semestre de aula sobre história do livro. o infográfico conta tudo. clique para ampliar

via

Não leia no escuro

Moreno Barros 25.1.2010 2 comentários

via

Devolver o livro – Post it

Moreno Barros 24.1.2010 comente

a agência El Garaje Lowe, do Peru, criou uma ação de guerrilha onde produziram um letreiro de gelo com a frase: “Devolver o livro de inglês” que ficava em uma bancada exposto no campus da faculdade mais importante do país e que ao decorrer do dia iria derretendo, reforçando a ideia de que a memória é frágil.

via

Jacket+Bookmark

Tiago Murakami 23.1.2010 1 comentário

É um projeto do designer Igor “Rogix” Udushlivy.

Via Icoeye

Nunca, nunca bata em um livro

Moreno Barros 22.1.2010 6 comentários

livro

Macbookbook

Moreno Barros 22.1.2010 1 comentário

capinha de couro para macbooks e afins

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