Mais um

Depois de 47 disciplinas cursadas; 3000 horas aula; 167 créditos obtidos; 8,09 de coeficiente de rendimento acumulado; 2 notas máximas , em estatística e epistemologia e história das ciências; 1 reprovação em automação em bibliotecas; 4 notas mínimas em Introdução a biblioteconomia, lógica instrumental, representação descritiva de documentos III e metodologia da pesquisa documentária; 1 verificação suplementar em representação descritiva de documentos I; 1 bolsa de iniciação científica; 4 estágios; 5 enebds; 4 erebds; 1 blog e 1 milhão de amigos…

estou oficialmente graduado em biblioteconomia e documentação pela universidade federal fluminense. e ano que vem começam as aulas do mestrado em ciência da informação.

eu sei que eu tenho andado muito ausente do BSF, mas eu volto.

Mural do Trigésimo ENEBD

Já está no ar o Mural de Fotos, ou site provisório, do Trigésimo ENEBD que vai rolar em São Carlos e que tem como organizadores a UFSCar e USP!

Por ser o Trigésimo encontro, estamos tentando construir esse mural com fotos que representem os 30 ENEBDs. Se você tiver fotos dos encontros mais antigos, envie para nós!

E estamos com outro desafio: queremos entrar em contato com quem participou do primeiro ENEBD para construirmos a memória … vc participou ou conhece quem participou para nos ajudar?

Ah, dicas, sugestões e críticas são bem vindas!

Reformulação no RABCI

Devido a migração de servidor e a um novo domínio ( http://infocultura.info ), o RABCI – Repositório Acadêmico de Biblio e CI vamos alterar a essencia do RABCI e aos poucos ele irá desaparecer. Mas será por uma boa causa:

A idéia do Infocultura.info é de se tornar um espaço para discussão sobre a cultura da Informação. Por se tratar de um Espaço, o que queremos é colonizá-lo, completá-lo. Quero criar um sistema mais interativo, mais próximo ao que acredito que deva ser um verdadeiro Ambiente colaborativo de troca de conhecimento. Eu tenho algumas idéias na manga, que dependerão da possibilidade tecnológica, mas vamos ver o que vai dar para fazer um mashup com os softwares livres disponíveis por ai.

Estou aceitando sugestões e principalmente colaborações, tanto na parte de idéias, e principalmente na parte de programação, porque entendo pouco. Eu particularmente gostaria que esse fosse um espaço para experimentar coisas novas, fazer diferente do que existe por pior que possa sair o resultado final. O importante nesse momento será arriscar. Se estiver interessado, deixe um comentário com e-mail.

Pesquisa brasileira em CI e Biblio

Eu ainda não sei como é feito o levantamento da produção, mas o Ibict lançou uma excelente revista/meta-revista que “tem como objetivo divulgar resultados de pesquisas brasileiras nas áreas de Ciências da Informação e Biblioteconomia, em níveis de graduação e pós-graduação, focalizando ações de Informação e Inclusão Social”. Se chama Pesquisa Brasileira em Cência da Informação e Biblioteconomia.

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2ª Conferência sobre o Acesso Livre ao Conhecimento, Universidade do Minho, 27 e 28 de Novembro de 2006 (via Paulo)

Periódicos interessantes

Uma pequena listagem do que tá rolando nos periódicos:

D-Lib Magazine: Definição de padrões para repositórios, Professores como usuários de bibliotecas digitais, Necessidade de se educar bibliotecários digitais e outros.

El professional de la informacion: Intranets e outros. E Acesso Livre no anterior.

Ciência da Informação: Acesso Livre à Informação

Perspectivas em Ciência da Informação: um monte de coisas interessantes.

Alguém ai tem mais alguma dica?

BiblioRoll, o Livro eletrônico e as Bibliotecas Digitais

É muito interessante acompanhar as discussões sobre o futuro do livro, o livro eletrônico e os milhares de gagets que inventam com o intuito de substituir a tão retrógrada, mas insuperável, tecnologia do papel.

Li faz um tempinho no blog do Adalberto sobre um conceito chamado BiblioRoll.

BiblioRoll

Ele é um tubo, composto por três telas, que vc gira para browsear a sua biblioteca.. hehehe… Já postamos sobre gagets parecidos também.

O Adalberto postou algumas questões como:

1) Digitalizar todo o conteúdo do acervo de uma biblioteca e conseguir armazenar no equipamento;

2) permitir atualizações periódicas de conteúdo digital no aparelho, já que uma biblioteca é um organismo em crescimento;

3) superar as limitações impostas pelas legislações de direitos autorais para disponibilidade alternativa dos livros;

4) impedir que o equipamento seja contrabandeado para fora da biblioteca e o conteúdo seja reproduzido em formatos piratas – isso seria um desastre, tanto do ponto de vista do direito autoral, quanto o de uso da biblioteca;

5) dotar o BiblioRoll de um banco de dados que permita recuperar o conteúdo das obras – pois tal como o equipamento é hoje, ele funciona como um cátalogo topográfico virtual que permite acesso ao conteúdo digitalizado, mas nada de busca por autor, título e assunto.

Acho que não é esse o foco que se deve ser refletido.

A meu ver, o grande problema é insistir que devemos reproduzir o formato livro na Internet e nos computadores. É uma insistência que nos ocupa um tempo que poderiamos utilizar para coisas melhores, e o pior é que quase todo mundo tá nessa (google, open aliance, etc…). O formato livro foi um formato imposto pela limitação do papel.

A minha modesta previsão de futuro acredita que produziremos obras digitais interativas, ou pelo menos criadas para provocar os sentidos, algo como um texto com um fundo sonoro e pequenas imagens em movimento, quem sabe até em sincronia com o olhar humano sobre ele.

Muita piração?