Informação para dispositivos móveis

Revista Web Design - NovembroA Revista Web Design do mês de Novembro trouxe como reportagem de capa a necessidade de se projetar informações para dispositivos móveis (celulares, handhelds, smartphones, etc..), uma vez que a tendencia é esses dispositivos ficarem mais potentes e eles já tem acesso a rede de dados, além de serem mais baratos e com isso serem mais acessíveis a um maior número da população.

Ainda falta diminuir o valor do custo de transferencia de dados, que ainda está muito alto (cerca de R$ 6 o MB, isso se considerarmos o acesso EDGE, pois o WAP é cobrado por tempo de acesso).

Mas o fato é que temos que nos preparar para esse tipo de acesso, tanto na disponibilização das informações, que devem ser padronizada para o novo ambiente (devem ser curtas, e projetadas para leitura em um visor pequeno) e melhor ainda, seria possível criar serviços de referência que usasse os celulares para a resposta (tudo por meio de um ambiente web).

Esse é um assunto que ainda merece outro post…

1 pensamento em “Informação para dispositivos móveis”

  1. Isto realmente é uma postura necessária a todos os desenvolvedores. O acesso via dispositivos móveis é já uma realidade, assim como muitos utilizam plataformas não-convencionais (consoles de game, por exemplo, que conectam a web). O custo é realmente muito caro, mas a tendência é baratear para massificar com um tempo. Agora não entendi essas colocações “devem ser curtas, e projetadas para leitura em um visor pequeno”. Bem se um site foi construído de acordo com os padrões web (e sem muito flash, ajax etc., claro) qualquer dispositivo acessará independente da resolução de vídeo ou quantidade de informações, pois muitos não renderizam o CSS, aparecendo apenas o XHTML, as informações neste caso! Exemplo de como é visualizado sem o css: http://www.profinfo.ufma.br/bsf.jpg . http://www.profinfo.ufma.br/bsf1.jpg .Utilizando todas as recomendações da W3C e construir um HTML bem estruturado e semântico, seguindo os h1, h2, parágrafos, listas, nomear os divs de acordo com o conteúdo etc. também permite que qualquer navegador acesse o site e permite que o google vasculhe o conteúdo com mais facilidade. Veja o exemplo de como o robot do google visualizada um site: http://www.profinfo.ufma.br/bsf2.jpg O legal é q um site pode ter váriso CSS: um pro handheld, um pra leitor de tela, um pra impressão e até memso para impressão em braile (genial). O bom é que o BSF tá todo de acordo com os padrões, está bem acessível e claro com base na web 2.0, maravilha 😀

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