35 pensamentos em “Winisis nunca mais”

  1. Caro Moreno Barros.

    Gosto muito do seu trabalho na BSF, vocês estão de parabéns!

    Caso possa enviar o arquivo em .mp3 para que eu possa ouví-lo do meu Gmail, ficaria muito agradecido.

    Espero que possa ajudá-los em algum projeto. Obrigado. 😉

    [Estou demonstrando para vocês uma técnica de como se conseguir que as pessoas façam as coisas para você: 1. elogio sobre o trabalho/competência da pessoa. 2. a real intenção da mensagem: o pedido ou a crítica. 3. finalizar amigavelmente demonstrando inteção de ajuda que nunca irá acontecer efetivamente.).

  2. Com o Winsis dá para construir planilhas compatíveis com o Marc, já ouvi muito bibliotecário falar que não gosta do Marc, mas pó, se vc é bibliotecário e não gosta de padrão, é melhor vc usar um sistema de locadora, pelo menos o empréstimo vai funcionar legal. Interface, num é problema, da pra custumizar, não o suficiente, pelo menos pra mim, mas dá pra customizar. Pelo que eu ouvi do áudio tem uma confusão, Winisis não é Microsis, Winisis não roda em linha de comando, o Microsis sim. Aliás eu gosto de linha de comando, o mysql até bem pouco tempo atrás só tinha linha de comando, mas admito usar a linha de comando com destreza é coisa de usuário avançado, tem um ponto muito bom no Winisis, o arquivo invertido, ele indexa texto muito bem, se vc pegar um sisteminha qualquer, desenvolvido com banco de dados relacionais (mysql,postgree,oracle,sqlsever) em que o cara fique usando “Select * from table where like %text%” a performace vai para a meretriz que deu a luz e os sistema vai ser uma porcaria, o cara vai ter de fazer um banco muito bem feito, com vários index, enfim, não é coisa para amador.
    Por outro lado concordo com o que foi dito, que dão muita ênfase ao Winisi nos cursos de Bibliotecnomia, acho que o maior problema não é o Winsis em si, o maior problema é ter o Winisis como única opção, quando foi criado, o Winisis era uma ótima ferramenta, entretanto, existem hoje várias tecnologia como: open-url, Haverst de metadados, FRBR a até mesmo os já batidos z39.50, circulação de material e DSI são razões para não se usar o Winisis em uma biblioteca séria. Entretanto, existem algumas consultorias que fazem um bom trabalho com o Winisis e até fazem com que algumas das suas precariedades sejam relevadas, mas infelizmente, algumas vezes, chamar uma consultoria tira do Winisis um o seu maior ponto positivo, ele deixa de ser gratuito, pois vc tem de pagar pela consultoria.

  3. “já ouvi muito bibliotecário falar que não gosta do Marc, mas pó, se vc é bibliotecário e não gosta de padrão, é melhor vc usar um sistema de locadora”

    Nada a ver, cara. Primeiro, não existe somente o dinossauro MARC, existem outros padrões que podem ser utilizados. Segundo, não é pq existe um padrão que ele é a melhor opção. Recentemente a ISO aprovou o MS openXML como uma padrão, apesar de ser uma porcaria e existir outro padrão na mesma área, o Open Document. Claro que a padronização pode trazer várias vantagens, mas daí seguir como religião…

  4. Diego, o MS openXML não é um padrão para registros bibliográfico, o Marc pode ter seus problemas, mas para registros bibliográfico eu não conheço nenhum melhor, se vc conhece eu ficaria feliz em conhecer, agora, tem muita gente “bibliotecário” que acha a complexidade do Marc um ponto negativo, pra mim isso é preguiça de aprender. Que o Marc é velho, concordo, não sou louco de dizer que não, mas nem tudo que é velho é ruim, por exemplo, oMarc é um padrão de uns 40 anos, mas hoje tem gente fazendo programa para fazer a tal FRBRzing de arquivos Marc , eu acho que isso só é possível pq foi um padrão bem feito, afinal a 40 anos atrás ninguém pensava em FRBR. Concordo que para o usuário da biblioteca, o Marc é uma coisa que não interessa, mas para um sistema de biblioteca é algo fundamental, compatibilidade com o Marc significa, por exemplo, que dificilmente vc colocará que um livro ganhou um prêmio Nobel no campo detalhes pq o seu sistema não tem notas de premiação, ou que vc colocará a classificação de assuntos da CAPES junto com a classificação da CDU pq seu sistema num tem um campo para uma classificação local. Novos padrões com certeza vão aparecer, aliás aqui no Brasil somos campeões disso, mas como me disse um amigo meu uma vez, padrão é algo tão bom que cada um quer ter o seu, o problema é que se cada um tiver um padrão, o padrão não vai servir para nada. (Aprovetei a respota e dei uma viajada a mais, eheheheheh)

  5. Diego, o MS openXML não é um padrão para registros bibliográfico
    Eu sei bem disso. Nesse ponto me referia ao fato de “ser padrão” ser diferente de “ser a melhor opção” e ao fato de, mesmo na ISO, existirem dois padrões com propósitos muito semelhantes.

    o Marc pode ter seus problemas, mas para registros bibliográfico eu não conheço nenhum melhor, se vc conhece eu ficaria feliz em conhecer
    Bom, faz alguns anos quando olhei padrões de catalogação pela última vez, mas naquela época já se citavam algumas alternativas. Leia, por exemplo, o trecho desta entrevista que falamos sobre o MARC e o link com mais detalhes na pergunta. Ali já temos alguns pontos interessantes.
    No mais, é certo que diversos padrões para os mesmos objetivos equivale a falta de padronização. Mas não é motivo para humanos ficarem presos num padrão feito para maquinas dos primórdios da computação. 🙂

  6. Complexidade não é defeito, aquele padrão usado no (UNISIST/Unesco) que eu posso dizer,o próprio Elísio diz que ele é fácil de implementar, mas a questão não é ser fácil de implementar, a questão é de ser completo ou não, não seria difícil disfarçar uma catalogação de um registro Marc usando um form cheio de caixinha de texto, mas aí voltamos ao que eu disse antes, pra isso é só comprar um sistema de locadora e demitir o bibliotecários. O primórdio da computação, pode parecer loucura, mas eu não acho que a computação tenha evoluído tanto assim nos últimos 10 anos, acho que ela se tornou mais popular, se tornou mais acessível, mas tá bom, isso é um ponto de vista muito particular e controverso, que a maioria das pessoas vai dizer, esse cara é louco e tal e adoraria discutir isso tomando uma cerveja, mas cara, o Marc carrega sim o peso da sua idade, a própria existência dos vários dialetos do Marc prova isso, mas quando está nos primórdios da computação, isso é uma meia verdade, pois a LC já percebeu isso e lançou várias atualizações, por exemplo, o XML/Marc, uma boa opção para implementação de web services, agora falando sério, qual sistema de bibliotecas realmente implementa um web service? Poucos.Qantos bibliotecários sabem o que é um web service?
    Mas Diego o que eu mais gosto no Marc é a complexidade do levantamento campo de registros bibliográficos que ele tem, veja bem, eu acho que o Marc é a porta de entrada para um mundo muito maior, acredito que quando deixarmos o Marc para trás, deve ser por algo melhor e não por algo mais simples, pois o que é mais simples não necessariamente é o melhor, o que vai ser? Sei lá o RDA promete, mas por enquanto é só uma promessa.
    Cara, o Marc é realmente complexo, cobre muitas e muitas possibilidades de catalogação, sendo assim, volto a perguntar, vc conhece um padrão de catalogação que seja melhor do que o Marc? Eu não conheço.
    Espero não ter ofendido ninguém com que eu disse, sei que o que eu escrevi aqui é suficiente para o pessoal do PHL me atirar várias pedras, mas pessoal, relaxa, é só a minha opinião, somos todos bibliotecários, e bibliotecários interessados em Biblioteconomia, portanto, somos uma minoria, temos muito mais motivos para sermos amigos do que motivos para levar estas questões para o lado pessoal.

  7. Muito o áudio, pessoal. Mas, como Luix disse, existe uma diferença (grande diferença) entre microisis e winisis. O que foi passado para a minha turma quando eu estava fazendo aminha graduação na ufpe foi essa doideira ai do microisis, pior, claro. A interface do winisis já é com várias janelas mesmo.

    Mass…

    A discussão aqui mudou da família isis para o marc.

    É bom. Merece um post com um podcast sobre o marc.

  8. Luix, muito interessante sua colocação sobre web services, sempre comento isso em sala de aula. Eu desconheço um sistema de gerenciamento de bibliotecas que possui uma API, para que eu possa integrar com outros sistemas. Inclusive com estas tecnologias orientadas a serviços, o Z39.50 não tem mais tanta relevância.

  9. Rodrigo, é no audio houve um pouco de confusão, Winisis x Microisis, mas o fato do Winisis ter um monte de janelas não faz dele um bom software de biblioteca, falta muita coisa, por exemplo circulação(empréstimos, renovações, reservas e penalidades ou multas) é algo básico que o sistema não tem, como eu disse tem umas consultorias que fazem isso, mas aí o Winisis deixa de ser gratuíto, por isso, eu disse que uma biblioteca séria não deveria usar o Winisis.
    Roosewelt, não sei se vc lembra, eu tinha me oferecido a escrever algo com Jess pra vc numa pesquisa que vc estava fazendo, daquela vez um rolou, fiz um programa para Arquivos, chama Arquisteps preciso de ajuda para desenvolvimento e testa-lo, se tiver um tempinho toda ajuda será bem vinda. Quanto ao Z39.50, não concordo muito, mas vamos deixar isso para uma próxima oportunidade.

  10. luix, o que me levou a te responder, principalmente, foi:
    1) Não existe um único padrão, como seu argumento aparentava indicar no caso do MARC
    2) Ser padrão não significa ser a melhor opção automaticamente, apesar de todas vantagens que a padronização oferece
    3) Achar o MARC obsoleto, há muitos anos, não significa querer um sistema do tipo “locadora de vídeo” na biblioteca.
    4) Existem diversos padrões que tratam de um mesmo conjunto de problemas. Mesmo na ISO isso ocorre, não é mania de brasileiro.

    Daí a discussão de se o MARC é bom ou ruim, para mim é um ponto secundário. Mas vamos lá 🙂
    a) Tu leu os argumentos que o Elysio colocou na entrevista? Ele falou do custo benefício total, vc saberia refutar aqueles argumentos?
    Por exemplo, já vi quando estudante bibliotecárias sofrendo por anos com campos do MARC, sei lá qual de suas inúmeras variações, e que nunca trocaram um registro de forma automatizada.
    b) A grande vantagem que se fala do MARC é o intercâmbio de registros bibliográficos, e não um formato para apresentar ao público. O que impede de meu sistema guardar, seja lá como for, os dados relevantes e exporta-los em UNISIST/Unesco, Dublin Core, MARC, USMARC, UKMARC, UNIMARC, MARC21, MARCXML etc?
    c) Complexidade é um defeito. É mais fácil fazer coisas complexas e muito mais difícil deixa-las simples. A evolução natural é deixa-las cada vez mais simples.
    d) Apesar dos remendos, MARC tem suas raízes presas aos primórdios da informática. Nada me faz pensar que depois de tanta evolução esse deva ser um formato relevante hoje em dia.

  11. Olá Diego,

    a) Custo benefício, é dá para refutar, principalmente, se olhar os dois aspectos com equidade e não usando o a idéia de custo benefício para disfarçar a idéia resolução barata, mas simples, barata, mas com algumas limitações. Sei as bibliotecas são instituições com orçamento limitado (a maioria nem tem orçamento). Não vou fincar falando isso ou aquilo nem do PHL e nem de outro software, pois trabalho em uma empresa fornecedora de software, não acho muito ético, estou aqui para discutir pontos de vista técnicos com pessoas legais, como vc, por exemplo.
    b) Aqui vc está inteiramente correto, Marc é essencialmente uma “interface entre programas”, como eu disse, nada me impede de fazer uma janela colorida cheia de caixinhas de texto para disfarçar a entrada de dados dos campos, o mais interessante do Marc é o levantamento campos necessários para registros bibliográficos “na minha opinião, sou um sujeito de muitas opiniões controversas, falando em informatiquês: O Marc é um levantamento de requisitos de 40 anos”.
    c) Nisso aqui descordamos, a tecnologia da informação às vezes resolve problemas complexos, entretanto, simplificar/diminuir o problema não é igual a achar a resolução. Catalogação bem feita, não é um problema simples, pode ser simplificado, com certeza, mas essa simpleficação não passa pela adoção de um padrão de catalogação mais simples, por exemplo, o FRBR, FRAD e RDA me parecem muito mais complexo que o MARC, e no final das contas resolvem o mesmo problemas que o MARC, veja bem, não estou comparando o FRBR,FRAD e RDA com o Marc, mas só dizendo que eles são uma solução muito mais complexa para problema que o Marc também pretendia responder, levantamento de campos de registros bibliográficos.
    d) Como já disse, acho essa história de primórdios da computação uma falácia, acredito que o que mudou na computação foi a acessibilidade, velocidade, usabilidade, no fundo, as coisas não estão tão diferentes, eu, assim com neo no matrix, escolhi a pílula vermelha ehehehehe.

    Então, da uma olhada no meu programinha, é simples, versão beta, feita em Java e C, se quizer embarcar comigo nessa furada será bem vindo. Arquisteps

  12. Boa tarde,

    Interessante esta discussão WINISIS / MICROISIS / MARC / XMLs. Porém, acho que está havendo algumas confusões:

    A família ISIS (toda ela) não é e nem nunca foi um software gara gerenciamento de biliotecas (ou de qualquer serviço de biblioteca. Tanto o MICROISIS quanto o WinIsis são gerenciadores de bases de dados. neste sentiodo, eles podem fazer ‘qualquer’ trabalho envolvendo uma base de dados (quer seja ela bibliográfiuca ou não). É claro que existem vantagens e desvantagens na utilização deste formato (CDS/ISIS). O que se espera de um software gerenciador de serviços de biblioteca é outra coisa totalmente diferente. Do ponto de vista computacional (sou analista de sistemas com formação em Biblioteconomia), o que temos na Biblioteca (e nos seus serviços) é um conjunto de bases (tabelas), relacionamentos, entrada de dados, pesquisa, etc. E isto não se consegue com o winisis diretamente. Temos então o PASCALISIS (lembram-se dele?), programação com scripts do wwwisis misturado com html, programação em linguagens formais utilizando bibliotecas de acesso ás bases ISIS, etc.

    Com relação a MARC, UNIMARC, MARC21 e descrições baseadas em XML, creio que devemos ter SIM, alguns padrões para utilizar e, principalmente para INTERCAMBIAR. Retrabalho não é mais uma opção. Tempo é dinheiro (velha essa, não?) e recatalogar um documento já não agrada a mais ninguém. Para isso devemos ter padrões de intercâmbio (qualquer que seja ele).

    Saindo um pouco do ambiente ISIS, temos alguns bons programass gerenciadores de serviços de biblioteca. Continuo achando que o principal deles é a possibilidade de intercâmbio. Facilidades de uso, etc. são conseguidos com programação bem feita, assim como a possibilidade de inclusão de novos módulos de serviço. GNUTECA, KOHA, PHPMyLibrary, OPENISIS são os que me vieram à mente agora. Não coloco o BIBLIVRE nesta lista porque a versão dois ainda está muito RUIM. Espero que a nova versão (3) prometida para março venha melhor.

  13. a) Minha idéia não é defender uma solução menos elegante pelo menor custo, estou mais interessado no benefício nesta discussão toda. Acredito que nem os argumentos do Elysio foram nesse sentido, que cito nessa discussão por ser o primeiro que lembro quando se fala do MARC ser obsoleto. O que ele coloca é que a menor compatibilidade, por não usar o MARC, é superada por outras variáveis, para ele mais relevantes, que acabam sendo desvalorizadas na hora de avaliar a biblioteca como um todo. Na entrevista ele cita algo que falei, que é possível converter entre formatos sem precisar adotar o MARC: “Hoje, com as ferramentas disponíveis para a conversão de dados, o processo de compatibilização de formatos é tarefa para qualquer principiante.” E algo que vc fala de outra forma, mas preso ao MARC, e eu falo sem me prender a um formato específico: “O que passa a ter maior peso é o PADRÃO do elemento de dado (metadado)” (…). Meu sistema, trabalhando com os dados relevante, pode importar, exportar, imprimir, etc em diversos formatos inclusive os da década de 60 :p hehe
    No mais, não usaria o PHL, minha preferência é por Software Livre. 😀
    b) Ok, MARC como ajuda no levantamento de campos é interessante. A experiência do passado é importante, é partir daí pra frente.
    c) Não me referi a minimizar o problema, me referi na solução mais simples para um mesmo problema. Ilustrando: na biblioteca que utilizava no colégio eu precisava pesquisar num fichário de aço para descobrir a existência de determinado título. Hoje eu posso fazer essa pesquisa pela Web. Claro agora?
    d) Não assisti Matrix. 😀 Agora, mudou muito a leitura de uma ficha catalográfica por computador da década de 60 para hoje… e aquele primeiro campo do MARC, de 24 caracteres, por exemplo…
    No fim você citou algumas mudanças que considero bem relevantes. Mas blz, nem vou tentar te convencer da grande evolução que tivemos na área da computação.

    Parabéns pelo projeto de final de curso, parece caprichado! Infelizmente não terei tempo para olhar com mais calma, e foge um bocado de minha área de interesse atual. Se eu trabalhasse com biblioteconomia tradicional, certamente olharia com carinho.

  14. Escutei o áudio agora, realmente rolou confusão entre winisis e microisis 🙂

    Luiz Henrique, concordo que padrões para intercâmbio de dados são importantes, não sou contra padrões. Só contra a importância que se dá ao MARC :p

    ps.: Tiago, creio que o grosso de todo sistema bancário rode em Mainframes centrais, em unix. O DOS, os sistemas que rodam nos terminas de auto-atendimento, o OS2 que o BB tanto usa(va?), o Internet Banking… acabam servido de terminal para esse Unix, esse sim robusto. Se evita mexer muito pela quantidade de sistemas legados. Podemos resumir a evitar custos no curto/médio prazo, imagino.

  15. Já comentei em outro post sobre este assunto e não comentarei novamente.

    Seguinte, aproveitando o assunto, apresento a quem interessar o 1º site brasileiro voltado somente para a novidade da família ISIS, o ABCD(Automação de Bibliotecas e Centros de Documentação).

    Para quem tem bons computadoes, grana e internet nos seus locais de trabalho pode continuar babando nos programinhas prontos por aí.

    Quem sabe o que é trabalhar em uma carroça pelos cantos mais diversos do brasil, aconselho que experimentem. A função do ISIS é ajudar quem tem poucas condições desde o tempo do microisis, e continuará assim com o ABCD.

  16. Finalmente devemos usar ou não.Estou no processo de escolha do software par automação de biblioteca agrícola institucional. Um abraço Christina Campos

  17. Olá
    Gostaria de opiniões de quem usa o GNUteca e o PHL. Preciso trocar para um software livre, mas estou em dúvida pois nunca trabalhei com nenhum dos dois.
    Obrigada

    1. Cara Debora, vc deve abrir o registro da obra na BN selecionar a opção MARC que esta logo acima do registro. Em seguida vc pode selecionar o registro todo (com a seta do mouse) e apertar o Ctrl+C. Ja com o Biblivre aberto vc deve selecionar a aba CATALOGAÇÃO, BIBLIOGRÁFICA, PRINCIPAL e clicar em ABRIR BASE.Em seguida selecionar na APRESENTAÇÃO: FREEMARC. Depois selecinar o TIPO DO MATERIAL: LIVRO. E clicar no botão NOVO. Irá abrir uma caixa toda vazia, clique dentro dela e aperte o Ctrl+V para colar o formato marc da BN. Em seguida clique no botão SALVAR. Em seguida informe a quantidade de VOLUMES e EXEMPLARES. Depois é só seguir as indicações do programa.
      Espero ter ajudado.

      Abraço.

  18. Ouvindo o audio da discussão contra o Winisis notei que voces confundem WinIsis (CDS/ISIS for Windows) com Mini micro CDS/ISIS (que é para DOS).
    BD para biblioteca é diferente de BD comercial (tipo MySQL, Oracle etc). Obviamente há soluções mais recentes de BDs textuais que possuem as mesmas características de BD Isis (aqui estou falando do layout da base de dados e não do aplicativo WinISIS).
    Em relação ao que voces falaram no MP3, posso citar que:
    1. a Bireme utiliza BD ISIS (mas não WinISIS), com aplicativos desenvolvidos in-house para bases de dados gigantescas (MedLine: + de 4 milhões de registros por SET, SciELO: + de 12 milhões de registros, Cochrane etc).
    2. pode-se usar PHP, XML, XSL, CSS e BD Isis através da linguagem IsisScript (nativa do WWWISIS)
    Acho que voces deveriam pesquisar mais a necessidade do bibliotecário e desta forma não apenas criticar, mas contribuir para melhores soluções nesta área que é tão desprezada.
    Abraços

  19. Ola BSF,
    eu acordei hoje sem manjar nada de biblioteconomia (sou formado em produçao audiovisual e trabalho com TI) e resolvi fazer um sisteminha simples para controlar meus livros, pra quem estao emprestados, metadados, etc….e ai fui me interessando pelo assunto e comecei a pesquisar como as bibliotecas organizam o seu conteúdo e foi assim que cheguei aqui. Esse assunto é muito interessante! Eu concordo com a galera do BSF, talvez nao precise eliminar o padrao CDS/ISIS mas sim criar ferramentas para integrar esse padrao com ferramentas modernas para web, como drupal, etc…..como foi mencionado no mp3.

    Pesquisando sobre o assunto eu achei isso aqui, parece MUITO interessante: http://www.screencast.com/users/eXtensibleCatalog/folders/Default/media/549cf389-0208-4977-884e-1920fde90bd0

    é uma biblioteca para integrar diferentes ILS com o Drupal, parece bem completa, open source e voltada para o futuro e nao para o passado. Espero que o video acrescente algo a discussão! Estou planejando testar esse modulo drupal em cima de algum sistema com winisis….ai gostaria de saber como funciona a parte de exportar os metadados em MARC e tal…isso aí é facil de fazer pelo Winisis? PQ pelo que eu entendi dos videos é tudo o que precisa para integrar os ILS com o Drupal, que é muito show…bom é isso ai, abraços!

  20. Só para completar, o Drupal seria perfeito para suportar a interface web das bibliotecas pq possue inumeros modulos que podem ser combinados facilmente para criar coisas como newsletters, RSS, serviço de reservas por SMS, features de comunidade, como reviews escritos pelos leitores, tags, votações, etc…que é o que deveria ser o futuro das bibliotecas, certo?….se vcs pesquisarem existem inumeros estudos, teses, etc, sobre a necessidade de integrar as bibliotecas com a web 2.0…
    e tudo isso seria feito aproveitando toda a estrutura que a biblioteca ja tem em seu ILS (usuarios, metadados, dados de circulação, tudo em sincronia)…é isso ai, quem sabe dessa discussão nao vai sair uma solução para contornar as limitações do winisis e qualquer outro ILS, mas ao mesmo tempo sem perder todo o trabalho que ja foi investido nesses sistemas e toda a informação que ja foi organizada…

  21. Acho que já foi tarde o winisis.
    Melhor sistema atual para usar é o SophiA Biblioteca.
    E tenho dito !!!!
    Abraços !!!!

  22. Bom dia!
    Estou usando o phl na biblioteca em que trabalho mas não consigo registrar vários exemplares dos diferentes volumes de uma obra. Insiro os dados bibliográficos normalmente e, no campo volume coloco o número, tombo os outros exemplares; quando tento tombar o primeiro exemplar do volume 2, aparece no catálogo de tombo que este exemplar está duplicado – já que ele também é o primeiro exemplar do segundo volume – como o do volume um já registrado.
    Como faço para resolver o problema?
    Agradeço desde já o auxílio.

    1. nossa, como recém formada, depois de ler toda essa discussão sobre MARC e sistemas, etc, percebo que não sei quase nada sobre essas coisas, o que vi sobre automação foi bem pouco em disciplinas optativas…

      Talvez eu deva optar por uma pós em análise de sistemas?!… gosto muito de catalogação, e, minha professora da faculdade é adepta fiel ao MARC, e explica as razões… mas chegando aqui, fiquei um pouco confusa.
      acabei de chegar em uma biblioteca pública e estão implantando o Alexandria, mas até agora não me “liberaram” pra lidar com o software, apenas as funcionárias que não são bibliotecárias é que estão catalogando… (é, estranho, né, mas vamos ver no que vai dar isso.) Meu sonho era ser bibliotecária de biblioteca pública, mas quando cheguei aqui desanimei um pouco. Estou fazendo trabalho de estagiário, aliás, quando eu era estagiária me confiavam muito mais serviços sérios do que agora…

  23. Tenho uma base de dados (biblioteca) em Winisis. Agora, apesar de esse software atender minhas necessidade, preciso migrar para um outro software. Pelo que tenho lido, há vários softwares de gerenciamento de biblioteca, mas, dado que minha base está em Winisis, penso num software para onde posso importar minha base de dados que contém 18 mil registros. Pensei no J-Isis e no ABCD, mas tenho dúvidas. Alguém poderia opinar a respeito. Agradeceria muito.

    Orlando Matos

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