E-reader Wizpac’s “txtr”

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Mais uma novidade chega pra anunciar o fim próximo dos livros, ou conviverão em harmonia as duas ferramentas no futuro?

Aposto no fim do livro, nesse formato.

O txtr da Wizpac’s é mais um ereader no mercado e vem pra competir com o já tão falado Kindle da Amazon.

O mais interessante do txtr é que ele aceita PDF’s, HTML e documentos do Office. Mas a grande jogada é que a Wizpac’s deixou seu API aberto, ou seja, os desenvolvedores que quiserem criar aplicativos sintam-se a vontade.

O que vem por ai?

13 pensamentos em “E-reader Wizpac’s “txtr””

  1. Acho que agora começa a deslanchar…o problema do Kindle é que era cheio de limitações (a primeira versão), confesso que não cheguei a olhar as diferenças do lançamento mais recente…Mas ele não permitia pdf, vc não podia passar os arquivos do kindle para outro suporte, só podia comprar os e-books pela Amazon…quem sabe agora a coisa ande..

  2. Aí você falou a grande esperança: “API aberto”. Isso é fundamental pois se o livro é eletrônico ele tem que aproveitar e se basear em recursos eletrônicos. Se ele for mera transferência do livro impresso para um formato digital, não vai fazer diferença nenhuma. Enquanto o livro eletrônico não for realmente eletrônico, o livro tem vida longa.

  3. Com muita alegria recebemos essa notícia de um concorrente para o Kindle, ainda por cima com API aberto e com possibilidade de leitura de PDF’s. Acredito que o livro impresso nunca deixará de existir, porém o crescimento dos e-books é inevitável.

    Um abraço,

    http://www.virtuallibri.com

  4. “..O livro impresso nunca deixará de existir…” Então gostaria de saber quem usa papiros e pergaminhos hoje em dia, eles ainda existem não é? Em museus, claro!

  5. “Nunca”… é exagero…acredito que livros impressos ainda devam durar um bom tempo…mas vão acabar tendo o mesmo caminho dos discos LP e Cd’s…Lps para saudosistas e colecionadores…mp3 para o dia a dia…é só uma questão de tempo e dos editores pararem de fazer docinho…
    E pra quem diz que o nada substitui o prazer de ter um livro impresso nas mãos…realmente nada mais prazeroso do que carregar as tabelas da CDU, mais um exemplar da Rowley e ou Lancaster (qual é o mais grosso?), mais duzia de periodicos nas mãos e na bolsa para casa…rsrsr…prazer indescritível…melhor que isso só passar o sabadão tirando o pó dos livros da sua estante em casa!!
    PS. Tb trabalho em uma editora…e mal posso esperar pra ter um desses em mãos….rsrsr

  6. Roos, qual tecnologia tu conhece que domina o mercado há tanto tempo quanto o livro? O livro é uma tecnologia quase perfeita cara. Eu acho que “nunca” não é tão exagero assim não.

  7. Tecnologias existem enquanto são necessárias. Os e-reader’s podem ser pro livro, como a polvora foi para a espada, e não é exagero.

    Imagine um jovem daqui a 20 anos em uma universidade querendo ler algum livro que faz parte da bibliografia de sua disciplina e este possui um e-reader (ou outra tecnologia que venha a surgir). Então me diga: ele vai pegar um ônibus e ir até uma biblioteca ou uma livraria para ter o livro em questão, ou vai baixar rapidamente direto pro seu e-reader o conteúdo desejado, podendo ler em diversos formatos diferentes?

    Necessidades.

    Minha irmã tem 17 anos e não sabe o que é comprar um MP3, não faz parte da cultura dela ouvir um single numa rádio, pegar o ônibus, ir na loja, procurar o cd, compra-lo e depois ver que o restante do CD é uma porcaria, tendo gasto dinheiro pra ter somente uma música. Na cabeça dela isso é absurdo.

    Será mesmo que comprar um livro, ir a uma biblioteca daqui a 20 anos não seja um absurdo?

  8. Tecnologias são suplementares e no caso do livro, acho difícil trocar alguns deles por e-readers. Mas em compensação a publicação científica e técnica irá existir quase que exclusivamente num bichinho desses. A amazon criou vende o kindle e um serviço acoplado, só o reader não será revolucionário, mas tem que criar estimulos para a publicação de conteúdos de qualidade para ele. E as editoras terão que aprender a ganhar dinheiro com ele…

  9. Esquece editoras Murakami, esquece. Mediadores, atravessadores, o que seja, não será mais necessário daqui a alguns anos, claro, não nesse contexto que temos hoje.

    Assim como aconteceu com os músicos em que suas bandas hoje são empresas e vale mais a pena você entrar no estúdio, gravar, e depois disponibilizar para acesso livre, e dai ganhar dinheiro com os serviços, é lógica de sobrevivência, nada mais.

    Um escritor fará a mesma coisa. Qual a motivação? são outros quinhentos, mas terão que se adequar.

    Lembra o que o professor Ladislau Dowbor no Wiki Brasil disse sobre os intermediários? ele prefere publicar um livro dele disponibilizando no seu site que será acessado por um número bem maior de pessoas, diferentemente se ele esperar o tempo em que a editora lance o livro e disponibilize pra venda nas livrarias. Voltamos a questão da necessidade, do acesso, e da facilidade. O que compensa mais ao leitor?

    O e-reader é só mais um mecanismo, um formato, pode ser o princípio, outros virão, mais alguns ficarão pra trás, a espada ficou, e o livro?

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