Que tipo de relação com a biblioteca na web os usuários querem

403_question-mark-mod

Está disponível no e-lis o seguinte trabalho: “Readers 2.0. What kind of library do they need?” de Marta Wontorowska da Nicolaus Copernicus University na Polônia.

O trabalho teve como base uma pesquisa com os alunos cerca de 100 alunos dessa universidade e a necessidade de uso das ferramentas de internet no site da biblioteca.

A minha interpretação do resultado é que as únicas ferramentas que são apontadas como essenciais são o e-mail e a possibilidade de etiquetar os recursos do catálogo (folksonomia). Isso mostra que temos que tomar cuidado com o encantamento pela tecnologia. Mas é claro que uma outra análise deve ser feita. Os usuários conhecem as ferramentas web, mas não as utilizaram de fato na biblioteca. Portanto, não tem condições de afirmar que seria útil ou não.

Fonte da imagem Whiteboyz

Walking Tall psp

3 pensamentos em “Que tipo de relação com a biblioteca na web os usuários querem”

  1. É Tiago, discuto muito essa questão. As pessoas querem falar sobre tecnologia mais pelo modismo, esquecem de buscar suas aplicabilidades, em bibliotecas então, nem se fala. De uns tempos pra cá tenho escutado muita gente falando sobre web 2.0, e ferramentas para isso e para aquilo, TI é a onda do momento. Mas, quando você senta pra discutir sobre isso, pouquíssimas pessoas sabem utilizá-las, ou mesmo para que servem. Eu acredito que a galera, “os profissionais da informação”, devesse se preocupar em conhecer as ferramentas, saber para que serve, pensar em como aplicá-las em bibliotecas, e seu uso traria melhorias ou não as serviços destas. E depois disso, falar sobre com mais autoridade. Como vocês fazem, e muito bem. Porque é complicado a gente cobrar dos usuários que eles conheçam tais ferramentas se a gente não conhece.
    O e-mail e a folksonomia foram mais citados talvez por serem mais utilizados no cotidiano de cada um.
    Tai mais uma missão para nós.

  2. Desconstruir a idéia de somente bibliotecas como ambiente de aplicações, senão já viu, é correr atrás do próprio rabo.

Deixe uma resposta