49 pensamentos em “Curso de especialização em Gestão de Bibliotecas Escolares à Distância”

  1. Em relação a especialização da UFSC, acredito que haja um receio em parte da comunidade bibliotecária por acreditarem que este curso abre precedentes para a inserção de outros profissionais (professores em especial) nas bibliotecas escolares, assumindo vagas de bibliotecários nesses estabelcimentos, tendo em vista a grande luta e dificuldade de definir efetivamente a colocação do bibliotecário nesse ambiente.
    Essa discussão ganha uma dimensão maior ao se relacionar com a criação da modalidade EAD para a Biblioteconomia, talvez em um momento inoportuno, uma vez que se está começando a deslanchar a idéia do bibliotecário na sociedade, e nesse momento precisa-se de uma qualificação a contento, algo relativo (e muito) na modalidade EAD.
    Deixo um link do documento da ABECIN sobre a modalidade a distância para o curso de Biblioteconomia pela Universidade Aberta do Brasil, diálogo debatido no CBBD 2009, em Bonito-MS: http://www.abecin.org.br/portal/abecin/principal/Comunicado%20ABECIN.pdf

  2. Elder, concordo contigo quanto ao temor de outros profissionais assumindo uma posição do bibliotecário, mas também não podemos tapar o sol com a peneira e acreditar que não tem nenhum professor ocupando essas vagas e pior, sem instrução nenhuma. Como a finalidade é estimular a leitura e a formação de alunos, estão sim contribuindo.
    Em relação a qualidade da EAD. Fui aluno da USP e atualmente sou aluno de Administração Pública na UFOP por meio da UAB (Universidade Aberta do Brasil) e meu curso é em EAD. Sinceramente, para uma primeira graduação o contato com pessoas é importante e faz falta, mas em relação a qualidade, acredito que o aluno da EAD estuda mais que o aluno em um curso tradicional e ainda, assume mais responsabilidades pela sua formação. Como o curso é de especialização, acredito que a qualidade seja pelo menos equivalente ao curso tradicional, pelo menos no que se refere ao conteúdo.
    E obrigado pelo link do documento da ABECIN!

  3. Se ao menos esse curso fosse pago, assim o dinheiro poderia ser revertido para renovar os equipamentos precarios dos Laboratorios da Biblioteconomia/UFSC. Tá dificil…

  4. Outros profissionais atuando na biblioteca…será que esse não seria um passo para a desregulamentação do curso de Biblioteconomia?

  5. Na verdade o que será desregulado não é o curso, é a profissão. E isso mais cedo ou mais tarde irá acontecer. O melhor é que nós comecemos o quanto antes a encarar essa realidade.

    Esse tipo de curso é fundamental para que mais bibliotecas funcionem com mais qualidade e com pessoal qualificado.

    Quanto à EAD eu concordo com Murakami, e acho até que ela é bem superior à formação tradicional, pois exige maior responsabilidade do aluno. E está mais do que na hora de termos graduação EAD em biblio, pelo menos enquanto a profissão for regulamentada.

  6. Esse assunto é extremamente complicado. Tendo em vista que professores que atuam em biblioteca se denominam BIBLIOTECÁRIOS. Isso aqui é muito comum na serra gaúcha.. tendo em vista que o curso de Biblioteconomia só há na UFRGS, FURG e na UFSM. Quando fiz minha pós, conheci uma menina que é formada em letras que se denomina bibliotecária por atuar em uma e ainda me olha de cara feia achando que sabe mais do que eu… Quanto à especialização em Gestão de Bibliotecas à distância.. creio que deveria ser somente realizados para profissionais de Biblioteconomia, pois já temos uma teoria e a prática… é mais fácil o entendimento de algumas questões mais técnicas da nossa área…

  7. Concordo com você Clarissa. Cada profissional tem diferentes atuações nos cenários apresentados, e na Biblioteca escolar não é diferente. Há o papel do bibliotecário, do professor, e de cada um que faz parte da comunidade escolar. A capacitação deve existir, mas não a ponto de abrir a possibilidade de um profissional assumir o trabalho de outro, como pode acontecer com esse curso de especialização, provocando inclusive a diminuição da qualidade dentro de uma BE. “Tapar o Sol com a peneira” é o que eles estão fazendo ao iniciarem esse curso, que dará a irreal impressão de que professores estão aptos a atuarem em BE. A dimensão da BE para aprendizagem requer mais que isso.
    Com relação a EAD, acho relevante e defendo essa modalidade para pós-graduação, mas que se torna arriscada ao trabalha-la na graduação, sobretudo, se for analisar a educação brasileira como um todo. Você Tiago está fazendo em EAD, e isso é pertinente enquanto alternativa para a educação continuada, mas você possui uma gradução, que te permitiu absorver a essênciia e a dinâmica da academia e do “ser pesquisador”. Entretanto, para alguém que concluiu um ensino médio, muitas vezes sem qualquer estrutura de ensino, este acreidta estar fazendo um curso superior que lhe garantirá uma oportunidade de trabalho, corre sério risco de ter investido em algo que não lhe dará retorno.
    será que será culpa dele por não ter se esforçado mais? Será culpa dos tutores que não lhe deram atenção adequada?
    Na atual conjuntura da educação brasileira, a única chance de transformar uma pessoa em pesquisador ou profissional técnico qualificado é o curso superior, mas a EAD pode estar tirando essa característica fundamental.

  8. Esse curso parece ser um quase um artigo 171.

    Responda e reflita.

    Dá para ensinar catalogação em 30 ou 60 horas?
    Na faculdade foram 3 semestres 4 créditos e mesmo assim várias seções do AACR II, ficaram de fora.

    Se não dá, é propaganda enganosa, violação do código do consumidor.

    Se ensina a catalogar e o aluno não é um bacharel em biblioteconomia é infração ao nosso código de ética e uma falta de decoro profissional.
    Enquanto for regulamentada, Catalogação é uma atividade profissional reservada aos bacharéis em biblioteconomia. Ensinar isso é uma atividade passível de sanções administrativas do CRB

    Agora, se precisa de um curso de especialização em biblioteca escolar para aprender a catalogar para biblioteca escolar, é melhor reclicar o papel do diploma.
    Quem quer aprender mais sobre catalogação compre os livros e faça os cursos especializados sobre o assunto e estude o Marc também.
    Uma biblioteca escolar necessita sim de capacitações mais importantes que “informações” sobre o sistema de catalogação.
    A formação do leitor, a seleção e o desenvolvimento de coleções, o atendimento de referência, Inovação e CRIATIVIDADE no espaço escolar são competências mais produtivas e oportunas para as bibliotecas escolares.

    Sobre os práticos, reconheço que muitos têm vocação, mas não a formação.

    Para ser médico, preciso ter o diploma, se não tiver vou preso.
    Mas a comparação entre bibliotecário e médico não pode ser vista como justa, pois o médico salva o que achamos ter de mais valioso a “Vida corporea” e o bibliotecário salva “vidas intelectuais” que é algo mais indefinido e um tanto desvalorizado na atualidade visto a quantidade de esculturas vivas acéfalas que circulam na mídia.
    Na minha perspectica, EAD não fomenta o diálogo e a interação intelectual necessária para fomentar o desenvolvimento das aptidões necessárias para formar bons pesquisadores.

  9. Na boa…para ensinar catalogação não é necessário nem mesmo 30 minutos….basta a criatura saber ler e fazer o que esta escrito no AACR II!! idem para CDD e CDU…

  10. Vou falar um pouco da realidade do assunto BIBLIOTECA ESCOLAR dentro da Universidade de Brasília. Em sete semestres de curso, nunca foi abordado com profundidade o tema, nem sequer foi discutido com a atenção que merece. Acho válida a iniciativa do curso EaD e participação de professores, mas em conjunto com os bibliotecários.

  11. Acho que a nossa profissão só será desregulada se deixarmos. O próprio STF reconheceu que preservará profissões técnicas e a nossa deve ser uma delas. De qualquer forma já há projetos que regulamentarão a profissão de jornalismo, apoiados em emendas constitucionais que estão à caminho.

  12. estagiei numa biblioteca escolar em niteroi, durante quase toda a minha faculdade, convivi com alunas de letras e de pedagogia, porque era a única de biblio que encarava a brabeira que era aquilo lá, no curso quando falava de biblioteca escolar, por pouco não era vaiada por meus colegas e alguns professores, se aquelas meninas que estagiaram comigo puderem fazer um curso de especialização em biblioteca escolar, acho que este segmento da nossa area vai começar a ter chance de salvação, já que poucos bibliotecários se habilitam a encarar o desafio de mudar o que hoje acontece nas bibliotecas escolares.
    tem todo o meu apoio.
    Joanilda

  13. Prezados colegas bibliotecários, sou bacharel em história, mestre e PhD em Ciências Sociais Aplicadas e professor em Ciência da Informação do IBICT. Acho pertinente a preocupação da categoria em defender com unhas e dentes a profissão de bibliotecário. Isto é importante para defender o campo de trabalho, claro! Mas também acho que o curso de biblioteconomia deveria abrir mais um pouco o seu horizante disciplinar mostrando para os alunos que existiu na história e continuam existindo, como a maioria dos grandes nomes que desenvolveram as teorias da biblioteconomia são de várias áreas do conhecimento: física, biologia, química, direito etc. Portanto, acho que a função, não a prfissão de bibliotecário pode ser exercida por pessoas que vêm de outras formações profissionais. São milhares de exemplo, inclusive aqui no Brasil, como no caso da biblioteca do Dr. José Mindlin. Eu, particularmente, que sempre tive uma boa biblioteca e sempre me interessei pela área, modesta parte tenho hoje um grau de conhecimento adquirido na minha experiência, que dialogo no mesmo nível dos meus colegas que são bachareis em biblioteconomia e mestres e doutores em ciência da informação.
    Hoje em dia o governo brasileiro conguiu praticamente colocar bibliotecas públicas em mais de 95% dos municípios brasileiros. Nunca se viu na História do Brasil um feito igual a este, mas mesmo assim ainda enfrenta um grande problema: o da gestão dessas bibliotecas que fica sob a responsabilidade dos gestores desses municípios que nem sempre tem sensibilidade para atividades desta natureza. É comum nesses lugares encontrarmos bibliotecas com um funcionário sem o mínimo de formação para atender o públioco, isto é, quando o Prefeito permite a biblioteca funcionar. O que é que falta, então, na minha opinião? Acho que o CFB deveria ter uma política de estimular o bibliotecario formado ir trabalhar no interior. Sei também que isto é difícil porque tem muita gente que não quer sair dos grandes centros (o que é também um direito de cada um) para ir trabalhar lá no meio da floresta amazônica. Faço uma outra pergunta que tentarei respondê-la brevemente: e o que fazer para melhorar o atendimento dessas bibliotecas que não tem um funcionário da área? Outra vez a minha resposta/questão: por que o CFB não cria cursos de técnicos de biblioteconomia que pode ser inclusive à distância, para atuarem nesses unidades do interior, que são muitas e que estão praticamentes abondonadas?
    A questão está posta, acho que este é um ponto importante para ser não apenas discutido, mas sim executado pelo poder público, bibliotecários e áreas afins e pelos CRs e inúmeras Associações de bibliotecários que estão espalhadas por todo o país.

  14. Quero saberse realmente vai acontercer o curso !!!! Tô cansada de esperar!Existe curso de Biologia e Maremática , por que não Biblioteconomia? Creuma Chaffin

  15. Sobre o EAD, em Biblioteconomia e Documentação, acho relevante oferecer essa modalidade para cursos de pós-graduação, acho muito arriscada trabalhá-la na graduação.

  16. ha tempos venho querendo fazer um curso preparatorio para trabalhar em bibliotecas publica ou escolar se tiverem me avise.

  17. Realmente Irani existe o curso de Biologia e matemática, mas são oferecidos na modalidade de licenciatura o que não exige o registro profissional.

  18. Acho que antes do oferecimento que deveria ter tido um debate antes com as associações, conselhos e Universidades que oferecem a graduação em biblioteconomia, o que não aconteceu.

  19. olá, como meus colegas, também me interessei pelo curso de biblioteconomia,, se alguém souber , por favor me avisem.. Obrigada.

  20. Acho que precisa voltar urgentemente o debate sobre a abertura de um curso de capacitação em técnico de biblioteconomia, mas não apenas de 03 ou 04 meses porque é insuficiente. O ideal seria de um ano e que atendesse o pessoal do interior que é onde se encontra as maiores carência de pessoal trabalhando em bibliotecas públias e às vezes escolares, isto é, nas poucas escolas que as têm, sem o mínimo de preparação em organização de acervo, e pior ainda, como agente de leitura. por que isto? Defendo que que a formação do profissional que trabalha numa biblioteca, principalmente no interior, precisa ser mais geral e com uma boa ênfase na gestão de ações voltadas para a leitura.

  21. Eu sou prof tenho curso superior em Biologia, já me aposentei, mas goastaria de fazer uma especialização a distância de bibliotecária.

  22. Sou graduada em biologoa, mas em função do meu trabalho (biblioteca) gostaria de fazer uma especialização na área de biblioteconomia. acaomo proceder?

  23. sou pedagoga e gostaria de saber mais a respeito de bibliotecas de escola.Sei que a biblioteca e a alma de uma escola e ela deve ser bem organizada e cuidada.

  24. Olá, gostaria muito de fazer um curso técnico de bibliotecária à distânci.Mas não encontro indicação do local do curso e quanto custa. Poderia indicar?

  25. Olá, Gostaria muito de fazer um curso técnico de bibliotecária à distância.Mas não encontro indicação do local do curso e nem o valor. Poderia indicar?

  26. Olá, trabalho há 14 anos numa escola particular tenho um conhecimento básico do processo de organização de uma biblioteca mas gostaria de fazer um curso técnico de bibliotecnomia á distância. Poderia indicar?

  27. Trabalho há 10 anos em biblioteca escolar tenho mini-cursos de bibliotecária, mas, gostaria de saber se tem curso de biblioteconomia a distância, e gostaria de saber se existe alguma lei ou dispositivo legal para que sejamos reconhecidos como auxiliar de bibliotecária, pois, na escola em que trabalho sou classificada somente com auxiliar administrativa.tanto profissional como financeiramente.

  28. Olá, Gostaria muito de fazer um curso técnico de bibliotecária à distância.Mas não encontro indicação do local do curso e nem o valor. Poderia indicar?

  29. quero saber em quanto tempo dura o curso se e a distancia,
    como fazer as aulas ??
    se as aulas sao ,por e-mail??
    ou posso ter apostilas
    (nao gosto muito de e-mail) para estudar
    prefiro apostilas ,pois em qualquer lugar e horinha vaga posso carregar as apostilas!!!
    o curso e reconhecido pelo mec??
    qual e o valor,estou muito interessada.brigada

  30. A biblioteca escolar brasileira, como é apontada por diversas pesquisas na área de Biblioteconomia, apresenta inúmeros problema – lembre-se do clássico livro do Waldec da Silva Miséria da biblioteca escolar, e tantos outros pesquisadores da área – Fachin, Hileseim, Ely, Fragoso, Campello, etc. Sou formado em Biblioteconomia pela UFG e minha pesquisa de monografia foi sobre o Programa de Bibliotecas das Escolas Estaduais de Goiás. Não existe o cargo de bibliotecário no Estado, e os professores que trabalham nas bibliotecas escolares da rede estadual – quando existem espaços assim denominados – são os professores dinamizadores de biblioteca. As ações do Programa são a compra e o envio de acervos para as escolas, a capacitação de um professor para trabalhar nas bibliotecas escolares e a existência de padrões mínimos de infra-estruturta para as biblitoecas. A pesquisa foi documental e estudo de caso, usou o questionário com diretores e professores dinamizadores de biblioteca de algumas escolas do município de Goiânia e a entrevista com o coordenador do Programa. Os resultados e conclusões apontaram: diversos problemas enfrentados pelas escolas e pelas bibliotecas escolares – que são inúmeros; a ausência quase absoluta dos bibliotecários em relação às bibliotecas escolares da rede estadual; a ausência de políticas efetivas e consistentes para as bibliotecas escolares; os voluntarismos, já que as bibliotecas da rede estadual contam apenas com a boa vontade dos diretores, professores dinamizadores e secretário de educação para existirem – nas escolas onde existem algo que pode ser considerado uma biblitoeca escolar; a dificuldade do Programa em se constituir em uma política pública elaborada e consistente no campo das bibliotecas escolares, já que não houve diagnóstico inicial das bibliotecas, não há um acompanhamento de fato das bibliotecas e não houve nenhuma avaliação das ações desenvolvidas durante os nove anos do Programa.
    O Programa oferece um curso para os professores da rede que são modulados dinamizadores de biblioteca, e acompanham o trabalho destes. Mas este acompanhamento é muito relativo e não ocorre de fato devido a uma série de problemas, mostrados na pesquisa. O profissional mais adequado para trabalhar na biblioteca escolar é o bibliotecário, e esses cursos oferecidos não tem mostrado eficientes na substituição desse profissional, sendo apenas uma forma de enganação. Aliás, inúmeras pesquisas realizadas nos EUA mostram a diferença na aprendizagem dos alunos quando existem um programa de bibliotecas devidamente estruturado, incluindo a presença do bibliotecário. Mas o Estado não se interessa e nem se mostra interessado em mudar essa situação. O próprio Programa Nacional Biblioteca da Escola, através de auditorias do TCU e uma avaliação diagnóstica encomendada pelo MEC apontou uma série de problemas das bibliotecas escolares, sendo um dos principais a ausência de profissional qualificado para trabalhar nas biliotecas e um espaço físico adequado, dentre outros inúmeros problemas. Embora seja denominado “Programa Nacional Biblioteca da Escola”, ele apenas envia acervos para as escolas e continua não oferecendo nenhum padrão, diretriz ou norma para as bibliotecas escolares, mesmo com os resultados da avaliação diagnósitca. Mas gasta milhões na compra de acervos,e as editoras sempre faturando muito com essas políticas. A situação das biblitoecas escolares da maioria das escolas brasileiras é gravíssima, e as ações governamentais neste campo estão na contra-mão para mudar esta triste realidade.
    Agora com a existência da lei 1244 de 2010, que torna obrigatório a biblioteca escolar e o bibliotecário em todas as escolas públicas e privadas do país, resta a nós bibliotecários lutar por sua efetivação, e que não seja mais uma lei sepultada no cemitério das leis brasileiras.

  31. gostaia de me profissionalizar fazendo um curso de biblioteconomia pois trabalho a dois anos numa biblioteca estadual,e vejo que o governo erra com isso contrata pessoas e nao faz nada para que esse funcionário tenha uma qualidade melhor para o trabalho.

  32. Boa tarde,

    Preciso saber sobre o curso de Biblioteconomia,esse ano será realizado algum?

    Obrigado,Iara.

  33. Boa tarde!Gostaria de fazer um curso curto com certificado ,para bibliotecaria.
    Peço o favor de me informar;
    Desde já agradeço a atenção
    Att,karina

    1. Para se formar e ser Bibliotecária somente fazendo graduação em Biblioteconomia, com duração de 4 anos. Curso rápido na área somente o Téc. de Biblioteconomia oferecido pelo SENAC, ou curso de auxiliar de biblioteca. Ambos serão para auxiliar o trabalho do Bibliotecário não para ser um.

      Espero ter ajudado,
      Abçs,

      Viviane Thales
      Bibliotecária CRB8/8032

  34. adorei ler esta pajin sujiro que coloque este curso de bibioteca nos cep eces de cada cidade com certeza eu e muitas pessoas com serteza realizariamos nosso sonho obrigado .carmo est rio jan 29 /11/211

  35. Olá gostaria de fazer curso técnicos de bibliiotecária, mas não tenho nem uma informação sobre o mesmo,pesso que me envie uma informação, desde de agora agradeço.
    Raimunda

  36. Eu trabalho em uma biblioteca a poucos meses, mais eu não tenho o curso de bibliotecária. Gostaria de saber,qual o tempo de duração do curso se é aprovado pelo mec, onde posso encontra, se posso fazê-lo a distância? Qual seria mais ou menos o valor do mesmo?

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