FAQ do Bibliotecários Sem Fronteiras

Tudo o que você sempre quis saber sobre o BSF, mas nunca teve coragem de perguntar, pode perguntar agora.

Vocês sabem que esse blog já tem um tempo de estrada, acumulou experiência, transformou seus editores de meros bibliotecários em celebridades da blogosfera, dando a eles sucesso, dinheiro, mulheres, contratos com editoras e por aí vai.

Brincadeiras a parte, é legal a gente ser um certo tipo de referência. Então assumindo esse posto, talvez nós tenhamos coisas interessantes pra compartilhar com as pessoas que nos visitam e nos lêem.

Eu não posso responder por todos, mas acho que todos os outros editores podem responder também numa boa.

Façam as perguntas que quiserem, técnicas, bastidores, consultoria, curiosidades, etc. A gente vai respondendo nos comentários ou atualizando o post. E de repente depois disso eu crio uma página com um FAQ oficial do BSF.

O que você quer saber sobre os Bibliotecários Sem Fronteiras?

Update: tenho resposta pra quase tudo, vou publicar em breve. Podem mandar mais perguntas

Update 2: na verdade eu já tinha feito um levantamente histórico sobre o bastidores do BSF (e de outros três projetos então dos alunos, em 2006: Um blog, uma revista, um repositório e um portal: experiências discentes na divulgação e comunicação em Biblioteconomia)

Algumas respostas estão lá.

Na verdade, uma das versões antigas do BSF tinha uma página “sobre” escrita pela Vivi, contando um pouco da história e da missão:

Sobre o BSF
Breve histórico:

Este blog teve início no dia 30 de março de 2002, em outro servidor e endereço: BLiG_o_TeCoNoMia.
Naquela época, o objetivo do blog era divulgar um pouco a Biblioteconomia para os leigos, já que eu, Viviane, a esta altura na metade do curso, não agüentava mais responder à pergunta: “Biblio que??”. Aproveitando que a “febre”de blogs estava começando, achei que esta seria uma boa maneira de mostrar um pouco do curso, para quem não conhecia.

Deu certo, a maioria dos comentários no início era feito por pessoas que não eram da área. Mas, com os mecanismos de busca e com a divulgação nas listas e entre amigos (Diego já era fundamental pro blog desde aquela época), um maior número de estudantes e profissionais de Biblioteconomia começou a nos visitar e por isso, o foco foi mudando, da divulgação para questões relacionadas à área.

O blog foi crescendo, passou por mudanças de template, editores foram sendo convidados a participar e o BliG ficou pequeno demais para nós.

Assim entrou o Dener, que criou este blog em outro servidor e que foi implantando novos recursos que fazem com que o “Bibliotecários sem Fronteiras” seja o que é hoje.

Por que “Bibliotecários sem Fronteiras”?

Ao mudar de servidor, tínhamos que mudar de nome, até porque o nome antigo estava intimamente ligado ao BliG.

Este nome foi baseado nas ONGs “Médicos sem Fronteiras”, “Enfermeiros sem Fronteiras”, “Jornalistas sem Fronteiras” porque a médio prazo tenho um projeto para criar a ONG “Bibliotecários sem Fronteiras”.
Sendo assim, achei que este seria um nome ideal, pois representa bem o que somos: editores de vários lugares do Brasil e até uma de Portugal! Visitantes de todo lugar do mundo. Todos trocando idéias, informações e até mesmo conhecimento!

Fora que o blog me proporcionou grandes amigos, ficando provado que a verdadeira amizade não tem fronteiras.

Objetivos atuais

a) Objetivo geral: servir como um canal para que estudantes e profissionais da área de Biblioteconomia, Documentação Ciência e Gestão da Informação troquem informações e experiências adquiridas.

b) Objetivos específicos:
# atuar multidisciplinarmente para que as questões relativas à nossa área possam ser discutidas de maneira ampla;
# permitir que qualquer pessoa opine ou coloque suas dúvidas através de comentários, emails, mensagens no fórum e mural de maneira a contribuir com o crescimento individual e coletivo de todos que têm interesse por Biblioteconomia e ciências afins;
# divulgar o curso de Biblioteconomia.
Caso você ainda tenha alguma dúvida ou curiosidade em relação ao BSF, mande-nos um email!

Beijos,
Vivi

Na entrevista que fiz com o Diego para esse artigo que eu escrevi, eu perguntei: “Como se deu o desenvolvimento do BSF, a evolução histórica?”

Ele citou uma passagem da Vivi

(…) com os mecanismos de busca e com a divulgação nas listas e entre amigos, um maior número de estudantes e profissionais de Biblioteconomia começou a nos visitar e por isso, o foco foi mudando, da divulgação para questões relacionadas à área. O blog foi crescendo, passou por mudanças de template, editores foram sendo convidados a participar e o BliG ficou pequeno demais para nós. Assim entrou o Dener, que criou este blog em outro servidor e que foi implantando novos recursos que fazem com que o “Bibliotecários sem Fronteiras” seja o que é hoje.

Eu falando (Diego falando)

um pouco sobre essa fase: com o crescimento das visitas de gente interessada em biblioteconomia, e que já conhecia a biblioteconomia, o foco mudou naturalmente para discussões sobre temas relacionados a área e divulgação de notícias.

O sistema utilizado até então era bem limitado, era chato de dar manutenção no template (o que era basicamente feito pela Vivi) e a parte dos comentários era ruinzinha (limitava a pequenos comentários, quebrava links, etc). Então, pela mesma época, que eu me lembre, o blog passou a contar com
1) mais editores – e com isso novas posições, novos pontos de vistas e menos dependência do tempo da Vivi para atualização do conteúdo.
2) Novo sistema e um grande colaborar. O Dener “Anjin” instalou o WordPress (ver wordpress.org), converteu o conteúdo do blig e o blog iniciou uma nova fase. A audiência então cresceu bastante e sem parar, o número de editores cresceu, o visual ficou muito mais “amigável” e o foco num público da área de biblioteconomia e assuntos relacionados foi consolidado. O Dener não só instalou como prestou suporte, atualizou o WordPress, ofereceu novos recursos, disponibilizou o domínio e servidor e, apesar de ainda não ter seu nome ali em editores, publicou posts também. E não só

Desde então o blog muda seu conteúdo conforme os editores mais ativos em cada momento. E quase sempre temos algum editor com maior atividade num determinado momento e outros editores publicando conteúdo com menor freqüência. O blog que era a cara da Vivi quando estudante, passou a ter várias caras. Não dependia mais de nenhum editor, a semente plantada já era uma árvore forte que ficava ali firme mesmo quando a Vivi não aparecia pra regar

E com o tempo de vida e conteúdo acumulado o BSF passou a ficar bem posicionado nos mecanismos de buscas, em especial no Google, e com muita gente apontando links pra gente, em especial blogs de bibliotecários ou sobre biblioteconomia.

Uma coisa que diminuiu muito na transição blig-o-teconomia para BSF foram as discussões pelos comentários. Isso foi uma pena ter se perdido. Não entendo até hoje o motivo disso ter ocorrido. Talvez fosse uma fase mais polêmica do blog.

Update 3: fiz o upload dos registros do google analytics recentes. Lá tem todas as estatísticas de uso do BSF.

Continua…

17 pensamentos em “FAQ do Bibliotecários Sem Fronteiras”

  1. Eu li no post aqui de cima, onde diz que Viviane (Silva?) fundou o blog. Gostaria de saber realmente também como surgiu essa idéia de voces 5 juntar-se e realizar o blog?
    E o porque de somente Moreno sempre postar, cadê o restante da galera?
    Geralmente leio e nao posto.

  2. Quer dizer que graças ao blog vocês vivem igual àquele desenho do Pica Pau: mansões, iates, mulheres/homens? 🙂
    Primeira pergunta: de que cidade/estado cada editor dá sua contribuição ao blog? Só pra confirmar como vocês não tem fronteiras.
    Também tenho a curiosidade do Gustavo e do Thiago. Que tal contar uma história do blog desde o início?
    Por agora é isso, se lembrar de mais alguma coisa volto aqui.

  3. Minha curiosidade é numérica. Quero números mostrando as avaliações webométricas do BSF, de acessos (geral e por posts), de trackbacks, tempo médio de permanência no site, e até mesmo de rastreio do que foi copiado (na base do bom e velho Crtl C/Crtl V): Google Pagerank, Google Indexed Pages, Technorati, Debian AWStats, Tynt e o que mais vocês escafuncharem! 😉

  4. Olá! onde cada um de vocês trabalham e quando “pega pra capar” como arranjam tempo para alimentar o blog? Vocês fazem longas pesquisas para colocar aqui? Não sei como conseguem, eu não tenho tempo nem pra me coçar.

  5. Eu tenho uma dúvida: que tipo de pessoa nomeia um ser de “Moreno Barros” ?
    HAHAHAHAHAHAAHHAHAHAHAHHAHAHA
    tirando isso, grande trabalhos o de vocês…

    Moreno…
    BAAAARROS…
    HAHAHAHAAHHAAHHAHAHAAHAHHAHAHAHAA

  6. Valeu Moreno. Já até dei minha colaboração para as respostas sem ter trabalho! ehehe 🙂

    Gustavo, como eu vim parar aqui: eu participava de muitas listas de discussão na área. Numa dessas discussões que rolavam, onde eu falava que era contra a reserva de mercado e que a exigência de diploma não era sinônimo de qualidade nem trazia garantia alguma de um bom profissional, a Vivi entrou em contato comigo por Yahoo! Messenger (MSN não era muito usado na época, acho q nem existia com esse nome) e me contou do projeto de criar um blog para divulgar nossa área, focado em pessoas leigas no assunto. Eu achei bacana e como apoio visitava direto, acompanhava as estatísticas, comentava quase tudo que era publicava e participava de discussões que surgiam, além de eventualmente socorre-la com problemas técnicos, principalmente no template do blig. Também divulgava por aí… até que na segunda fase do blog, já com o nome atual, ela me convenceu a deixar um pouco da timidez de lado e virar editor. Quase ex-editor hoje pela falta de participação 🙂
    Mas sempre penso que logo vou voltar a publicar.
    Na época que conheci a Vivi (e logo em seguida o blog nasceu), eu estava na quarta fase do curso.
    A resposta ficou longa, mas não quis deixar de registar que era contra o CRB (não as pessoas que fazem parte dele) desde aquela época.

  7. Ah, muito boa idéia fazer um FAQ, Moreno!

    Gustavo: Eu sempre entrava no Blig-o-teconomia e inclusive conheci a Vivi por lá. Nos conhecemos pessoalmente em BH (ENEBD 2002) e ai quando a Vivi criou o BSF, me chamou para postar. Até hoje considero o convite um honra.. 😉

    Te: Eu sou de São Paulo, o Moreno e a Vivi do Rio de Janeiro, o Diego de Santa Catarina e a Maria Clara de Portugal.

    Sara: Eu trabalho como bibliotecário na PMSP. Os meus posts são sempre relacionados a algo que estou pesquisando, ou me enviaram e que achei interessante. O tempo é algo curto, mas sempre aparece um pouco para contribuir com o blog.

    Sibele: O seu é um pouco mais dificil.. mas vamos fazer o levantamento e publicamos..

  8. Eu conheci o blog lá pelos idos de 2003, passei a visitá-lo com bastante frequência e achei que tinha condições de colaborar também. Como o blog era coletivo, eu mandei um email pros editores e pedi pra entrar. E eles deixaram. Eu entrei em outubro de 2003.

    Eu acompanho vários blogs sobre tecnologia, sobre novidades em geral, e acabo descubrindo bastante coisa relacionadas a bibliotecas. O trabalho que eu faço é basicamente um replicação das coisas que eu encontro, que eu acho interessante e que acho que as pessoas iam gostar de ver também.

    Apesar de a frequência de postagem ser alta, não é algo que consome muito tempo porque tudo isso já vem mastigado. Eu apenas coloco um toque mais pessoal, um insight ou uma crítica e pronto. A intenção nunca foi prender as pessoas em tópicos específicos, mas apenas torná-los visíveis e deixar que as pessoas tomem suas próprios conclusões.

    A gente tem fases e picos de postagem. É um processo completamente natural e de etiqueta, a gente sabe por convenção que não é bom publicar várias coisas no mesmo dia, ou um ficar sobreponde os posts do outro, ou deixar que um post menos relevante digamos assim, tenha mais destaque que um mais relevante. Mas não dá também pra ficar controlando isso muito. Se eu posto mais, ou o Tiago posta mais, é porque a gente vai descobrindo coisas na web e sente vontade de publicar. Se não tem nada interessante acontecendo, eu simplesmente não publico nada. Existe um compromisso, mas não existe a obrigação de publicar, ou de agradar ninguém.

    Sobre biblioteconomia a distância, eu realmente não quero falar sobre isso.

    E Moreno Barros é um nome tão ridículo quanto vários outros http://bsf.org.br/2006/09/27/os-nomes-de-futuros-bibliotecarios-mais-bizarros-conforme-a-lista-do-enade/

  9. Eu como sempre, chegando atrasada… hehe

    Bem, acho que já foi tudo respondido.
    Só gostaria de acrescentar que a decisão mais importante que tomei em relação ao blog foi tê-lo tornado coletivo.
    Isso o tornou muito mais rico, além de mantê-lo vivo até hoje.

    Com certeza, se eu tivesse sozinha, não conseguiria manter. E se mantivesse, não seria com essa qualidade que os meninos trazem.

    Aliás, já tentei uma vez me desligar e eles não deixaram. hehe
    Lembro do Di falando “um filho sem a mãe fica perdido” (ou algo assim)… hahaha

  10. eu gosto principalmente das curiosidades que o blog apresenta, tem muita coisa interessante no mundo da informação mesmo, parabéns a todos que fazem o blog..

  11. GOSTEI MUITO DO BLOG DE VOCÊS , ABRI-O POR ENGANO MAIS FIQUEI ENCANTADA. ESTOU CURSANDO BIBLITECONOMIA NA FEDERAL DO CEARÁ, TENHO UM POUCO DE DUVIDA EM RELAÇÃO AO MERCADO DE TRABALHO NESSA ÁREA, PENSO QUE É UM CAMPO FRACO!

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