Apple iPad e iBooks

agora a briga ficou boa. ibookstore (interface “roubada” do delicious library, com formato epub e tela colorida? delícia.

vou perguntar pro Fabiano Caruso e pro Gustavo Henn o que acontece com os bibliotecários quando não houver mais livros impressos (isso se o mundo não acabar em 2012).

8 pensamentos em “Apple iPad e iBooks”

  1. o ipad vai, ao menos na estética, na onda do kindle dx, belezapura! insisto: os saudosistas do livro devem tirar um grau em museologia… eu, como já tantas outras pessoas, leio mais no meu smartphone do que na papelada impressa.

  2. O iPad é um belíssimo leitor de multimédia. Imagens, vídeos e textos.
    Com um ecrã LCD, ler livros num iPad é como ler num laptop, smartphone, etc.

    É de facto um leitor, mas não estou em crer que seja de livros.

  3. A grande evolução dos aparelhos “ledores” é que eles cada vez mais conseguem fazer com que suas telas sejam parecidas com…… papel. Já o Kindle anuncia aos 4 ventos que em sua nova versão é capaz de virar de página frações de segundo mais rapidamente que na versão anterior, e, claro, que um ser humano num livro papel. Outra “grande” evolução é que esses “ledores” permitem a incrível tecnologia de permitir anotações em suas páginas. Também pode dizer que é possível fazer ctrl+f para localizar uma palavra e retomarmos a leitura exatamente do lugar onde paramos. Quanto evolução! Se somarmos todas as “vantagens” dos aparelhos “ledores” veremos que não são tão vantajosas assim. Dizer “Nossa, eu posso ver as capinhas dos livros” não é o suficiente para acabar de vez com a indústria secular dos livros de papel.
    Tem muita água pra rolar nisso tudo aí, parafraseando Bill Gates sobre a Internet, “estamos superestimando o hoje e subestimando o futuro”.

  4. Gustavo, é simples, conectividade. Quem quer um kindle, um Ipad, não quer somente ler.

    Agora, o Ipad peca por não ser multitarefa.

  5. Olá,
    se me permitem, gostaria de opinar sobre o assunto.
    Acho que uma coisa não nada a ver com a outra.
    A música em formato digital não acabou a música em mídia (CD, DVD etc.), nem os vídeos baixados acabaram com os DVDs ou Blu-rays—apesar de muita gente querer- o mesmo vale para outras áreas: jogos eletrônicos, etc.. Até hoje são vendidos CDs e até LPs e nunca se utilizou tanta caneta e papel depois do computador. As tecnologia vem para somar, não para extinguir.
    Vocês já devem ter ouvido ou lido muita gente decretando o fim do rádio, principalmente o AM, inclusive o Sr. Dagomir Marquezi várias vezes na revista Info já o fez. Quando que o rádio acabou? Pelo contrário, tá cada vez mais forte, agora também através da internet.

    Com a chegada da tv e intenet muita gente achou que o rádio ia acabar, mas isso não ocorreu. Acho que devemos repensar tudo isso. Talvez as pessoas estejam (re)descobrindo as vantagens das tecnologia tradicionais. Sem contar que a maioria dos livros talvez nunca chegue, pelas vias convencionais, ao formato digital devido a direitos autorais e outros entraves burocráticos.

    Sobre o iPad: parece ser mais interessante que o Kindle, tela maior, colorida, sem botões etc. Sou fã da Apple.

  6. A principal mudança a turma ainda não comprou.
    A aposta da Apple não é no formato do livro tal como o impresso, mas no potencial do conteúdo sendo experimentado de formas diferentes. Para entender isso liberem as amarras do mundo físico.
    Abraços.

  7. Achar que mídias digitais(por mais divertidas e encantadoras ) acabarão com o papel é não querer lembrar que de vez em quando pode faltar eletricidade e esquecer do quanto cada um de nós perdeu porque o diskete mofou o cd arrannhou…Mas os papiros e livros da época de Gutemberg contuinuam aí. P ebook veio para somar e não para exluir.

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