CBBD 2011

“Ai, ai… Que saudade, ai que dó! Viver, longe de Maceió!”

No dia 10 de agosto foi encerrado mais um CBBD.

Não vou destacar aqui os pontos negativos (com exceção da falta de Wi-fi aberto) porque acho que os positivos superaram os problemas.

O (re)encontro com os colegas foi o maior destaque!
Os momentos mais enriquecedores vieram dessas conversas de corredor entre uma palestra e outra, dos almoços e dos momentos livres em geral.

Houve até um encontro dos Bibliotecários Pop Sem Fronteiras (com exceção de Moreno, que agora só quer saber de eventos internacionais).

Diego, Vivi, Tiago e Iara.

Em relação aos trabalhos, destaco a participação dos estudantes. Inclusive, o Professor Fernando Modesto elogiou a iniciativa de graduandos estarem produzindo e submetendo suas produções.

Os trabalhos estão disponíveis aqui.
Atualizado: Pode-se navegar pela listagem dos trabalhos aprovados também.

Para o próximo, fica a dica de abrir o Wi-fi para os congressistas. O evento poderia ter sido muito mais divulgado nas mídias sociais, se houvesse essa possibilidade.

Nos vemos em 2013!

13 pensamentos em “CBBD 2011”

  1. Ola! Quer dizer que apesar falta de organização e do Wi-fi, o CBBD foi muito bom!
    Conheci muito gente boa! E como o Thiago falou no twitter, foi um CBBD com cara de EREBD^^ Nos vemos então em 2013!

    1. Gente, não pude ir ao CBBD em Maceió, já sei que o próximo será em 2013….mas onde por favor?!?!

  2. Olá a todos. Conforme colocado tivemos pontos positivos e outros de ‘se lamentar’. As conversas de corredores e a participação de muitos graduandos merecem destaque.
    Porém, não dá para deixar de falar nos pontos não tão positivos do evento. A “exclusão digital”, a meu ver, não só é grave como aponta para o status da relação dos bibliotecários com a tecnologia. Vou compartilhar com vocês a questão que lancei nas mesas que passei e que para mim é bastante significativa, e que ainda permanece comigo: Como, em um evento de profissionais da informação, o acesso à informação é restrito? E, ainda, será que a falta de acesso à web durante o evento foi sentida pelos bibliotecários?
    Como disse pelo twitter (acessando do hotel ou da sorveteria Bali (na Pajuçara, lá o acesso era livre): Pela ‘inclusão digital’ nos próximos eventos.

  3. Como coloquei no meu blog eu vi como ponto positivo, além dos encontros entre congressistas, os trabalhos cujo a temática tinha linha tecnológica, mas se baseavam no social, com idéias como colaboração, participação, inclusão… Foge-se do passado onde se chegava a acreditar que o bibliotecário e o tecnólogo poderiam ser quase parecidos (as vezes até me assusto em saber que isto ocorreu)… Mas houveram pontos negativos de destaque, como a falta de muitos que iriam apresentar trabalhos, a falta de informação sobre o que seria apresentado em casa sala, a falta de divisão dos trabalhos em sub áreas temáticas, fazendo trabalhos similares estarem em salas diferentes e outros que nada tinham de similar estar na mesma sala… Mas a falta do wifi foi demais… Em alguns momentos em que passava as informações pelo @bibliotecno não tive como me conter e criticar, de maneira até irônica dizendo que a transmissão era um oferecimento do TIM e sua web de R$ 0,50 (aliás, existe um lugar no mundo onde a TIM funciona bem e era justamente lá…). Mas fiquei impossibilitado de enviar pequenos vídeos como pretendia inicialmente, pois necessitava de algo com melhor velocidade… WIFI era só no hotel e junto com os deliciosos sorventes de coco branco e tapicoca da Bali, conforme o Calil disse.
    Senti poucos bibliotecários acompanhando no twitter…. Muitos dirão… mas seu perfil foi “retwitado” várias vezes etc etc etc… Mas se comparando com o CBBD de Bonito, com o SNBU no Rio, eventos onde o uso de smartphones e das próprias ferramentas eram menos difundidos, a participação foi até menor. Será que todos que discutiram nos congressos anteriores desta vez estiveram presentes? Será que o bibliotecário é preconceituoso e vê estes canais como algo fútil, apenas para dizer o que comeu, que foi ao banheiro? Será que o bibliotecário ainda tem medo da tecnologia? Será que os temas do congresso não eram animadores ao ponto de incentivarem a participação? Será, será, será? Mesmo que seja uma destas situações, se tivéssemos WIFI teríamos mais gente twitando e deixando o congresso mais visível nas redes, blogs, etc… Infelizmente isto não ocorreu.

    1. Acho que os trabalhos do SNBU foram mais interessante, além das pessoas que faltaram, né? E se não tinha wifi, piorou a situação…

  4. Acho que não tem muito mistério não… Sem wifi, sem atualização via Twitter… Eu por exemplo, que não sou cliente Tim (hehehe), atualizei muito mais sobre o SNBU do que o CBBD. E nem trabalho em biblioteca universitária… 😉

  5. Não estive no último CBBD e nem no SNBU, mas pelos comentários postados aqui, fica perceptível a impressão de todos deste XXIV CBBD: Infelizmente nós bibliotecários não estamos fazendo uso das redes sociais como deveria. Há muita teoria, muitos conceitos e pouca usabilidade. Pelo menos da massa biblioteconômica. Estive em Maceió e corroboro com tudo que foi dito até o momento. Os bibliotecários não estão interagindo e disseminando os eventos com o gás necessário.

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