Gibis como serviço

Maurício de Souza lançou aplicativo disponibilizando acesso aos gibis da Turma da Mônica. Não é mais tendência, é sobrevivência. Oferecer a opção digital de produtos impressos é questão estratégica. E isso irá refletir em nossas bibliotecas, mais cedo do que se imagina.

Na biblioteca da escola dos meus filhos ainda é proibido empréstimo de periódicos, incluindo gibis. Nada mais medieval em tempos de abundância. Quem sabe agora comecem a pensar diferente. Afinal, o que importa é o acesso, não o produto. O que nós queremos é o acesso, é o usufruto. Não a propriedade. Cada vez mais queremos menos ter as coisas. Nem espaço físico temos mais. E isso serve para livros, apartamentos, carros, barcos, entre outras coisas.

Aliás, creio que o primeiro serviço de acesso a algo foi oferecido pelas bibliotecas. Agora nos cabe manter o serviço.

Sugiro a palestra do ótimo Murilo Gun sobre o tema “life as service”.

5 pensamentos em “Gibis como serviço”

  1. Nem li a sugestão, mas adorei o Life as service. Pode ser que não vá me agradar a leitura, mas isso que chamo de força de um título. Realmente, mutos compram uma ideia, um livro pelo título.

  2. Valeu cada minuto da apresentação. Tudo vale a pena ser repensado. Visto sob novo enfoque, porque em tudo pode acontecer melhorias. Obrigado por compartilhar.

  3. De fato, demorou Gustavo… Quando eu estudava na UFSC, periódicos também não podiam ser emprestados. Não adianta: acho que é contraprodutivo querer preservar a todo custo material de referência. Já passou da hora desse tipo de política começar a ser reavaliada.

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