E-books e audiolivros a um clique

Desde que eu fiz o post sobre o Overdrive eu tinha vontade de fazer uma demonstração em vídeo. Até consegui filmar os vídeos no início do ano, mas só agora consegui editar e finalizar o vídeo pra compartilhar com vocês.

Esse é o serviço que muitas bibliotecas norte-americanas usam para emprestar e-books e audiolivros. Eu uso direto pra ouvir audiolivro quando estou na rua, andando de ônibus ou até mesmo dirigindo. Falando de audiolivro, no início a gente estranha um pouco, mas depois que pega o gosto pela coisa, é uma delícia! E tem audiolivros super bem produzidos, que realmente prendem a atenção do ouvinte.

E não preciso mais escrever muito, porque tudo que quero dizer está aí no vídeo. Aperte o play!

Revisão por pares em debate: corre que dá tempo (ou não) #peerreview

O Departamento de Biblioteconomia e Documentação da USP/ECA realizou a 5ª edição da série “O Estado da Arte”, com objetivo de propiciar uma visão atualizada de  temas relevantes para os campos da Informação/Comunicação. O instigante assunto discutido no último dia 19 de maio foi “Prostituição Acadêmica: o Modelo Brasileiro de Produção Científica”, fruto da tese de doutorado do Moreno Barros. Quem perdeu pode assistir ao vídeo postado pelo Moreno no seu canal do YouTube.

Dentre as várias discussões estava em cheque o modelo brasileiro de produção e avaliação científica. A avaliação por pares, por exemplo, foi discutida e para os interessados sobre o assunto ficou aquela vontade de questionar mais. Pois bem, ainda ontem cantei “maio, já está no final, o que somos nós afinal, se já não nos vemos mais, estamos longe demais…” e com o alinhamento dos planetas, e o início de junho, hoje um dos assuntos bem discutidos na minha timeline do Twitter era #peerreview e tão logo percebi do que se tratava, fiz um rápido mapeamento “a la mad max” pra ver quem estava falando o que com quem e juntei tudo no NodeXL.

 

GraphImage

Se você correr ainda dá pra companhar e participar da discussão pela hastahg  #peerreview corre gente! E se não der, veja o que já passou. É uma boa oportunidade para acompanhar uma discussão atual sobre o tema, conhecer sugestão de textos, pesquisas, apresentações bem como passar a seguir perfis institucionais e pessoais que publicam sobre o tema. A Figura abaixo mostra os termos mais frequente na descrição da Bio do perfil dos usuários que estão participando do debate.

Perfil Bios

Depois, sendo possível, faço um update com dados sobre o conteúdo, afinal, todos sabem, “The winter is coming” !

Atuação de editores científicos nas mídias sociais: Elsevier e a cor do vestido

Já discutimos aqui o quanto as novas métricas são úteis para análise do impacto social e mensuração da atenção online que artigos científicos recebem nas mídias sociais e como os bibliotecários podem atuar auxiliando pesquisadores e instituições de pesquisa na coleta e análise desses dados.

Os editores científicos também estão cada vez mais presentes nas mídias sociais e venho observando a atuação de alguns que considere que estão realmente entendendo bem como é esse novo contexto dinâmico da web social e como usá-lo a seu favor, na promoção dos seus produtos e serviços científicos e no engajamento com o público, atuando no marketing científico digital.

Assim como empresas e marcas com bom desempenho na rede irão se destacar editores que já entenderam que não basta apenas as triviais postagens  a cada novo fascículo de suas revistas científicas, ou a divulgação de seus artigos transcritos unicamente pelo título seguido do link de acesso.

Uma boa maneira de atuar e mostrar que está “imerso” na rede é procurar, por exemplo, dialogar com temas e assuntos que alcançam popularidade na rede e viralizam e se apropriar de suas hashtags e expressões e vinculá-los a áreas de pesquisa, fascículos especiais de revistas ou postagens com contribuição de especialistas sobre o assunto.

Na semana passada o fato marcante na internet foi “a cor do vestido”, com inúmeras matérias em jornais e portais de notícia. De acordo com o G1 a foto do vestido foi postada no Tumblr por um usuário chamado “swiked” na quarta-feira (25/02) e após o site de entretenimento Buzzfeed perguntar a opinião dos leitores, na quinta-feira, a publicação foi visualizada quase 22 milhões de vezes até a manhã da sexta-feira (27/02).

O assunto encabeçou o Topic Trends do Twitter no Brasil e no mundo. No Brasil o caso chegou ao Trends do Twitter pela hashtag #PretoEAzul e no mundo como #TheDress. O pessoal da #interagentes fez uma coleta massiva dos dados de compartilhamento e apresentaram uma visualização georeferenciada de sua evolução na rede de hora-a-hora (vale muito a pena conferir).

Tão logo alcançava maior audiência em viralização a Elsevier por meio do seu Blog Elsevier Conect publicou um post sobre o assunto e convidou um Neurocientista (pesquisador colaborador) para relacionar a curiosidade de maior buzz da semana com aspectos da “ciência da ilusão”. E utilizou sua conta do Twitter para divulgar a postagem:

elsevier dress tweet

Acho que esse tipo de percepção de criação e aproveitamento de contexto contribui e muito ara atuação nas mídias sociais e deve ser melhor aproveitado, por editores, ou mesmo por perfis de bibliotecas. E aí, conhece algum outro insight bacana de editores científicos? Compartilha com a gente aí nos comentários 😉

Podcasts para quem gosta de livros

Eu sou super fã de podcasts. Geralmente ouço enquanto faço outra atividade que não requer muita atenção, como tarefas domésticas (passar ou dobrar roupa, lavar louça, lerê lerê), quando estou na rua, dirigindo ou em transporte público.

Tem uma podosfera imensa nesse nosso Brasil que produz conteúdo de qualidade e entretenimento para quem curte livros como a gente. Aqui estão alguns dos meus preferidos e outros super bem conceituados, mas que ainda não entraram na minha playlist.

Literáriocast
Foi o primeiro podcast que comecei a acompanhar. A equipe é super bem entrosada e bate um papo bem legal sobre livros, autores e tudo que envolve literatura e cultura pop. O Rafael Franças é um mestre na edição do áudio do programa. Em outubro, eu fui convidada pra falar de bibliotecas. (Espero ter defendido a nossa classe bem por lá! 😉 )

Cabulosocast
Depois que comecei a acompanhar o Literáriocast, fiquei curiosa sobre outros podcasts e caí de paraquedas no podcast do Lucien, o bibliotecário, que edita o blog Leitor Cabuloso. Os episódios são bem completos, com convidados especiais, incluindo escritores. Além de bem informados, os participantes também são muito divertidos. Os dois programas que eles fizeram recentemente sobre Neil Gaiman me deixaram ainda com mais vontade de ler a obra desse autor.

30:MIN Homo Literatus
O Vilto Reis já foi convidado no Cabulosocast algumas vezes, mas eu não tinha assinado o podcast dele ainda. Os episódios parecem super interessantes. Que tal começar pela indicação deles dos escritores essenciais da literatura brasileira?

Livrocast
Apesar do conteúdo ser eclético, me parece que o Livrocast foca mais em obras de fantasia e tem bastante coisa sobre quadrinhos também (super heróis, Marvel e companhia). Mas o episódio que eu baixei pra ouvir primeiro foi o sobre A sombra do vento, do Carlos Ruiz Zafón, um dos melhores livros que li em 2014.

Papo lendário
Podcast do blog Mitografias. Pra quem curte mitologias e lendas.

The White Robot
Podcast liderado por um casal apaixonado por fantasia e ficção científica. Eles falam sobre títulos específicos e outras notícias do mundo literário. Fiquei curiosa com o episódio sobre o filme Interestelar, que estou doida pra ver.

E vocês, costumam ouvir podcasts? Tem algum bacana pra indicar? Deixem nos comentários.

Informação: não me abandone jamais

Vivemos de informação. Não importa aonde ela esteja, ela te encontra e ao te encontrar algo novo ela pode te trazer.

Estava a navegar na Internet há algumas horas atrás, quando me lembrei que havia deixado uma janela aberta com um vídeo onde uma garota portuguesa falava em seu canal de Booktube.

Não sabe o que é um Booktube? Pois é. Eu só soube há algumas semanas o que era: trata-se de um canal onde uma pessoa, normalmente jovens,  posta vídeos sobre livros no Youtube, e nesse canal, além de postar resenhas de livros, acaba falando também dos melhores livros que leu no ano e até mostra, livro-a-livro, sua estante de livros! [Pura loucura, admito, mas muito divertido e interativo. Acredito que as bibliotecas públicas e escolares deveriam atentar para esse formato de divulgação de suas coleções. Alguém da equipe, poderia pegar as últimas aquisições e produzir um vídeo falando delas ou mesmo disponibilizar câmeras ou um canal no Youtube para os usuários publicarem suas resenhas ou indicações. Fica a dica.]

E voltando à minha história, logo depois de ver o vídeo Os (meus) melhores de 2013 do Inês Book, canal de uma simpática portuguesa que elegeu como um dos melhores livros do ano a obra “Jesus Cristo Bebia Cerveja“.

Ines

Depois, vi outros Booktubes e comecei a navegar até chegar ao canal  “Lendo & Comentando – Amanda“, onde uma leitora brasileira, além das resenhas, apresentava um tal de Bookshelf tour (um passeio por suas estantes de livros!) de apenas 36 minutos de duração!

Como bom nerd velho, vi todo o vídeo, passei a conhecer novos autores e títulos que a galera anda lendo e depois de tanta informação só me lembrei de um livro: “Não me abandone jamais”, do escritor britânico-japonês Kazuo Ishiguro, cuja história conta a trajetória de três crianças até a sua juventude, período em que se tornam automaticamente doadores de órgãos, pois são clones, e tem como futuro certo a morte. Claro que a morte deles traz como benefício a possibilidade de pessoas doentes viverem mais. Ou seja, pura ficção científica!

Nao-me-abandone-jamais all pop stuff

 

Como não me lembrava do livro, fui ao Google e vi que realmente não o conhecia, apesar de já conhecer o trabalho do autor através de uma adaptação para o cinema do livro “Os vestígios do dia”, que resultou em um ótimo filme com o Anthony Hopkins e a Emma Thompson como protagonistas. Foi ali também que vi que o livro citado pela Amanda também havia sido adaptado para o cinema e optei por ver o filme primeiro. Coloquei o Torrent em ação e vi o filme.

E assim, depois de ser levado de um lugar a outro pela curiosidade e por informações contidas nesses benditos Booktubes e a escolher aleatoriamente um filme mais uma informação surgiu, mas desta vez ela surgiu de minhas próprias leituras: lembrei-me de um conto de um autor brasileiro cujo tema também fala de doação involuntária de órgãos. O nome do conto é “O índio no abismo sou eu”, de autoria do Luís Brás e foi publicado na coletânea de autores “odiados” pela crítica chamada “Geração SubZero” (Record, 2012). Neste conto, um sujeito acorda em um hospital e percebe que despertou no futuro, e apesar disso, logo terá seus órgãos retirados. Quem pagou espera pela doação, mas há uma multidão revoltada em volta do hospital que também quer parte do corpo dele…..

Clique para ampliar

 

Enfim, o livro do Kazuo (ou o filme, que tem belíssima trilha sonora e atuações sensíveis e emotivas – não vá chorar!) e o conto do Luís  possuem tom bastante melancólico, são belas obras e fazem pensar, por isso, são imperdíveis (em tempo, eu não curti a maioria dos textos do Geração Subzero, desculpa aí!).

 

Segue dois trechos das obras citadas:

Somos todos mortais. Talvez nenhum de nós realmente entenda o que passamos ou sinta que tivemos tempo suficiente.

O futuro jamais é para todos. O futuro é apenas para quem pode pagar.

Biblioteca Digital no Brasil: tesouros escondidos

É intrigante como no Brasil se investe alto em projetos de digitalizações, mas sem saber muito bem o que, e quem está sendo beneficiado.

[Tentei estabelecer uma diferenciação entre projetos de digitalização essencialmente iconográficos, dos essencialmente textuais, embora há vários casos em que as duas coisas acontecem juntas. Eis uma boa lista com várias bibliotecas digitais brasileiras e internacionais]

Apenas digitalizar e publicar na internet já justifica o investimento nesses tipos de projetos. Mas essa preocupação, pelo que eu tenho visto, só atende grandes pesquisadores, pessoas que de uma forma ou outra já estariam dispostas a frequentar o acervo localmente (preocupação excessiva com imagens em alta resolução é indicativo claro dessa preocupação. Público leigo se satisfaz com JPEGs com 500 pixels de largura). Então colocando na internet, supõe-se que a abordagem deveria ser diferente, atingir virtualmente uma audiência diferente daquela que já se atinge fisicamente.

Essas imagens, documentos, em domínio público, ficam presos aos catálogos e softwares sofríveis (muito sofríveis) das instituições abrigadoras, nem sempre são rastreáveis pelas máquinas de busca, nem sempre estão disponíveis em JPGs e arquivos simples, nem oferecem possibilidade de intervenção nos dados.

Analise tecnicamente um projeto como o Flickr Commons e os portais de digitalizações de instituições de primeiro mundo pra ver como estamos técnica e mentalmente atrasados. E nunca foi um problema de investimento ou atraso tecnológico.

No caso primordialmente de iconografias basta comparar esse tipo de curadoria:
http://www.shorpy.com/
http://www.indicommons.org/
http://www.flickr.com/commons

com esse
http://www.brasiliana.usp.br/
http://bndigital.bn.br/

Nos brasileiros, eu nem sei por onde começar a navegar. Antes fosse apenas um problema de arquitetura da informação.

——

Esses dias, como exercício eu criei uma conta no Flickr com algumas imagens de Marc Ferrez (que estão sob curadoria da Biblioteca Nacional e do Instituto Moreira Sales).
http://www.flickr.com/photos/marcferrez

Percorra as fotos no Flickr, depois tente percorrer as fotos na BN e no IMS. Depois peça para o google enquanto robô fazer o mesmo, uma busca por título por exemplo, e me diga o que aparece nos resultados.

Criei também uma conta no Tumblr como uma idéia de agrupar em uma galeria tudo o que está publicado nessas diferentes bibliotecas digitais, mas somente obras sob domínio público (a maioria dos projetos lida com obras em domínio público, mas toda essa coisa de domínio público e internet no Brasil ainda é muito obscura. Eu nem sei se posso até mesmo escrever esse post, incluindo aqui no blog essas fotos que eu compilei.) Essas obras em domínio público poderiam gerar derivativas, obras remixadas. Já que, sob domínio público, existe essa possibilidade (eu acho…).

http://publicodominio.tumblr.com/

—–

Tem coisas relacionadas aos projetos de digitalização que todo mundo no Brasil faz, são os pontos positivos: objetos digitais apresentáveis em vários níveis (high resolution, low resolution); interoperabilidade (marc21, xml, dublin core); marketing institucional.

Tem coisas que ninguém no Brasil faz, são as ausências: OCR (para obras textuais); investir em qualquer CMS que crie urls persistentes para cada objeto digital; possibilidade de intervenção na curadoria (comentários, tags, hashtags, crowdsourcing); websites decentes em termos de AI e design (embora Brasiliana chegue bem perto); creative commons.

Os bibliotecários e curadores estão fazendo um bom trabalho, um trabalho necessário. Mas é apenas a primeira parte do trabalho, a apresentação das obras. Enquanto já poderiam estar possibilitando as segundas etapas: interoperabilidade e remix, e readaptação dos novos dados alterados pelo público na curadoria.

Pra resolver esse problema em curto prazo, o mais lógico seria se aliar a grandes empresas de tecnologia (google appliance ou flickr/yahoo por exemplo) ou oferecer uma metodologia de trabalho mais aberta. Ou então, deixar como está e criar uma série de espelhos. E se esforçar muito no desenvolvimento de galerias, já que o apelo visual dessas fotos vai muito além do alcance de somente pesquisadores de alto nível.

Isso aqui embaixo é uma amostra do que milhares, milhões de pessoas poderiam estar apreciando. Está tudo aí, na internet. Mas quase ninguém sabe (ou somente uma pequena parcela da comunidade de pesquisa acadêmica). Então, novamente, o que, e quem, está se beneficiando? Que os tesouros escondidos sejam encontrados. É só isso. Quando eu crescer, eu escrevo um artigo sobre o assunto.

Biblioteca Nacional Digital http://bndigital.bn.br/
– Rede da Memória Virtual Brasileira http://bndigital.bn.br/projetos/redememoria/

– Biblioteca Nacional 200 anos http://bndigital.bn.br/projetos/200anos/

– A França no Brasil http://bndigital.bn.br/projetos/francebr/


avenida do mangue, Rio

– Periódicos Literários http://bndigital.bn.br/projetos/periodicosliterarios/

– Pedro de Angelis http://bndigital.bn.br/projetos/angelis/


carta da cidade de Porto Alegre

– Guerra do Paraguai http://bndigital.bn.br/projetos/guerradoparaguai/


uniformes militares, guerra do Paraguai. Voluntário da Pátria

– Collecção D. Thereza Christina Maria http://bndigital.bn.br/projetos/terezacristina/


Luogo del sonno degli apostoli – Jerusalem

– Alexandre Rodrigues Ferreira http://bndigital.bn.br/projetos/alexandre/

– Memória dos Presidentes http://bndigital.bn.br/projetos/presidentes/

– Brasil e Estados Unidos http://international.loc.gov/intldl/brhtml/brhome.html

– Tráfico de escravos no Brasil http://bndigital.bn.br/projetos/escravos/

– Cartografia Histórica http://bndigital.bn.br/cartografia/

Brasiliana http://www.brasiliana.usp.br/


exlibris do Rubens Borda de Moraes, bibliotecário

Biblioteca Digital de Cartografia Histórica da USP http://www.cartografiahistorica.usp.br/

Laboratório de digitalização de obras raras da Fiocruz
http://www.labdigital.icict.fiocruz.br/

Biblioteca Digital do Senado Federal http://www2.senado.gov.br/bdsf/

Biblioteca Digital Mundial http://www.wdl.org/


Princesa Isabel

Acervo CPDOC FGV http://www.flickr.com/photos/fgv_oficial/

Biblioteca Digital da Escola de Música da UFRJ
http://www.docpro.com.br/escolademusica/bibliotecadigital
(e esse plugin que não funciona?)

Biblioteca Digital do Museu Nacional
http://www.obrasraras.museunacional.ufrj.br/

Real Gabinete Português de Leitura
http://rgplgead.bibliopolis.info/GeADOPAC/
requer instalação do silverlight

LUME – Universidade Federal do Rio Grande do Sul
http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/8992

Fica difícil até mesmo selecionar boas fotos. A navegação é muito ruim. Softwares que não permitem download e edição das fotos de maneira facilitada. A catalogação é boa, mas a recuperação e a apresentação é fraca. Algumas BibDigs solicitam instalação de plugin. #lame

[meus agradecimentos à Sibele Fausto pela ajuda na compilação das bibliotecas digitais brasileiras, e ao Lucas Mation pela troca de idéias e vontade de criar uma biblioteca digital dos sonhos]

Indiquem nos comentários outras bibliotecas digitais iconográficas brasileiras que eu não mencionei, e eu atualizo o post.