Tim Berners Lee

O Tim Berners Lee é um genio, começando pela criação World Wide Web.

Por que da genialidade?

Por que lá na década de 80 ele começo um projeto de hipertexto em rede que não deu certo. Ele desistiu desse projeto? Não, ele aprendeu com ele.

Em 1989, ele identificou um problema na empresa em que trabalhava, o CERN. Ele percebeu que haviam diversos tipos de computadores, com diversos sistemas operacionais diferentes (UNIX, DOS, Mac) e isso impedia os pesquisadores de trocarem informações entre si. Ele então utilizou o que aprendeu com o projeto que não deu certo, adaptou ele a Internet (que já existia) e criou um sistema de comunicação baseado em padrões (basicamente 3: HTTP, HTML, URL). Isso foi revolucionário.

Ele teve dois pequenos enganos: Não criou um browser e o seu primeiro software para acessar o sistema era de edição de conteúdo e não de consulta, pois acreditava que todos iriam contribuir (isso efetivamente não ocorre, segundo informação obtida no deakialli, 1% dos usuários criam todo o conteúdo da web, 19% são contribuidores e 80 % são leitores)

Isso demonstra que ele sempre pensou no lado social da web, pois criou uma arquitetura aberta a contribuições, um organismo para dar suporte ao desenvolvimento (W3C)… isso lá em 1990 e não na Web 2.0.

Recomendo para quem tiver um tempinho sobrando que leia a seção sobre a história da web.

Sobre o futuro…

Desculpem a visão quase egocêntrica deste post, mas estou em crise depois que a graduação acabou e agora falta um objetivo futuro. Então, a idéia agora é planejar o que fazer no futuro, para que pelo menos possa criar caminhos que me levem ao um bom nível de desenvolvimento profissional. É claro que para isso é necessário que apareçam oportunidades, mas é sempre bom estar preparado para quando elas aparecerem. Por isso, eu ando avaliando uma série de possibilidades como:

Pós-graduação ou educação continuada:

Pós-graduação é meio que um caminho natural na área. Todo mundo pensa ao menos em fazer uma pós, pois para quem está trabalhando, é um diferencial (uma espécie de MBA) e para quem quer seguir carreira acadêmica, é pré-requisito. Como já perdi a prova deste ano (perdi mesmo.. me inscrevi e perdi a data), uma boa alternativa seria uma pós em outra área. Mas como não achei alguma ainda que me encaixo, uma segunda graduação não está descartada. Eu descobri que a UFSCar e a UNESP irão oferecer graduação a distancia no próximo ano.
Também tem a possibilidade de fazer cursos de curta duração para aperfeiçoamento, mas depende de custo (normalmente bons cursos são caros).

Trabalhar em bibliotecas digitais:

A opção que eu mais gostaria, mas infelizmente não existe mercado de trabalho específico para isso. Ainda…

Prestar um concurso:

É sempre uma boa opção prestar um concurso na área, e ainda mais porque após as eleições os concursos voltam a aparecer.. mas entre os contras tem coisas como estudar AACR, CDD e CDU (decorar, por que fosse só usar a coisa seria diferente), além das condições de trabalho nem sempre serem as mais encorajadoras (falta disso e falta daquilo…) tá certo que é exigir demais ter uma biblioteca com todas as condições, mas algumas são mínimas… porém não é uma hipótese descartada…

Empreendedorismo:

Ando pensando com bastante atenção em criar um negócio. Seria muito interessante pois seria assumir uma responsabilidade de aplicar todo o conhecimento adquirido durante a vida e a faculdade. Na área, essa hipótese não é comum (tirando poucos corajosos, não é Claudia?), mas é bem atraente. Particularmente não gostaria criar uma consultoria, mas também ainda não encontrei uma boa área para entrar e por isso fico só pirando no momento.

Sei lá, o que vocês tem em mente em fazer depois da faculdade?

Sobre o futuro…

Desculpem a visão quase egocêntrica deste post, mas estou em crise depois que a graduação acabou e agora falta um objetivo futuro. Então, a idéia agora é planejar o que fazer no futuro, para que pelo menos possa criar caminhos que me levem ao um bom nível de desenvolvimento profissional. É claro que para isso é necessário que apareçam oportunidades, mas é sempre bom estar preparado para quando elas aparecerem. Por isso, eu ando avaliando uma série de possibilidades como:

Pós-graduação ou educação continuada:

Pós-graduação é meio que um caminho natural na área. Todo mundo pensa ao menos em fazer uma pós, pois para quem está trabalhando, é um diferencial (uma espécie de MBA) e para quem quer seguir carreira acadêmica, é pré-requisito. Como já perdi a prova deste ano (perdi mesmo.. me inscrevi e perdi a data), uma boa alternativa seria uma pós em outra área. Mas como não achei alguma ainda que me encaixo, uma segunda graduação não está descartada. Eu descobri que a UFSCar e a UNESP irão oferecer graduação a distancia no próximo ano.
Também tem a possibilidade de fazer cursos de curta duração para aperfeiçoamento, mas depende de custo (normalmente bons cursos são caros).

Trabalhar em bibliotecas digitais:

A opção que eu mais gostaria, mas infelizmente não existe mercado de trabalho específico para isso. Ainda…

Prestar um concurso:

É sempre uma boa opção prestar um concurso na área, e ainda mais porque após as eleições os concursos voltam a aparecer.. mas entre os contras tem coisas como estudar AACR, CDD e CDU (decorar, por que fosse só usar a coisa seria diferente), além das condições de trabalho nem sempre serem as mais encorajadoras (falta disso e falta daquilo…) tá certo que é exigir demais ter uma biblioteca com todas as condições, mas algumas são mínimas… porém não é uma hipótese descartada…

Empreendedorismo:

Ando pensando com bastante atenção em criar um negócio. Seria muito interessante pois seria assumir uma responsabilidade de aplicar todo o conhecimento adquirido durante a vida e a faculdade. Na área, essa hipótese não é comum (tirando poucos corajosos, não é Claudia?), mas é bem atraente. Particularmente não gostaria criar uma consultoria, mas também ainda não encontrei uma boa área para entrar e por isso fico só pirando no momento.

Sei lá, o que vocês tem em mente em fazer depois da faculdade?

Windows Vista e o Speech Recognition

Eu estou atualmente usando a “Release Candidate” do Windows Vista e ele traz uma função interessante, que já existia nos Mac da Apple mas ainda é novidade para usuários do Windows: O Speech Recognition (SR, para não ter que ficar digitando).

O SR é um sistema de comando de voz que serve tanto para executar comandos, quanto para digitar textos no editor (Word, por exemplo). A minha versão só funciona em inglês, o que para mim é um sufoco, mas pelo menos serve para brincar…

O interessante é saber que esse é um caminho inevitável para a forma de como entraremos dados em sistemas computacionais. Isto é, como nos relacionaremos com as máquinas. Os recursos que conhecemos atualmente, teclado e texto fatalmente serão menos utilizados em detrimento ao som e imagens informativas não textuais (icones, videos, interatividade com Inteligencia Artificial em som e video). Para nós caberá a pergunta: E como organizar tudo isso? ou também, como utilizar isso a nosso favor, agregando valor?

Da difícil escolha de tecnologia

Já repararam que é possível fazer uma comparação entre comprar tecnologia e comprar ações, como por exemplo:

– Para ambas é necessário ter um bom conhecimento técnico;

– Em ambas é necessário fazer a comparação entre custo e benefício futuro;

– É necessário ter conhecimento futuro, tanto para saber se irá acontecer algo que mudará completamente o valor do seu produto;

– Ambas são motivadas pela emoção (apesar de os racionalistas acreditarem que compram ações com somente bases em informações técnicas).

Mas porque eu postei isso aqui? Sei lá, dava até para inventar a desculpa que é para escolher a tecnologia que usaremos como suporte de preservação das informações, mas seria mentira.. hehee..

Ah, e para os saudosistas, a Dai descobriu algo que eu considero simplesmente genial: um blog chamado Sua vida trouxe você até aqui, que na verdade é uma propaganda de um carro da chevrolet. Ele é a narração da vida de um personagem fictício, mas que utiliza os recursos de cada época da vida dele… tipo em 95, ele usa marquee, gifs animados e tudo mais que é vergonhoso hoje em dia, mas confesso que já utilizei há muito tempo atrás… de 70 a 80 é máquina de escrever e em 80 começa a usar o computador.. meu, ele é um trabalho minucioso de história da informação e da internet, uma pesquisa muito bem feita… ah, atualmente ele está na onda da web 2.0 e dos ajax! Vale uma conferida!

Software para Biblioteca Pessoal

Precisei indicar um software para um amigo para que ele organizasse um pouco a sua biblioteca pessoal e percebi que não conhecia nada sobre isso. Em uma busca encontrei o seguinte:

Biblioteca Pessoal

Na verdade ele constitui 2 arquivos, um mini gerenciador de um arquivo do access. Mas achei que era o suficiente para o que ele precisava.

Depois recebi pela lista Bib_virtual a indicação de outro, que ainda não testei, mas achei importante divulgar:

Mini Biblio 2.0

Ambos são softwares gratuitos, mas não é possível modificá-los.

E pela indicação da Janilce:

PHL – Personal Home Library

Alguém ai conhece ou utiliza outro?

O meio é a mensagem

Todos sabemos que quem disse a frase acima foi Marshall McLuhan.

E procurando no Google, achei uma explicação interessante para ela:

Enquanto suporte material da comunicação, o meio tende a ser definido como transparente, inócuo, incapaz de determinar positivamente os conteúdos comunicativos que veícula. A sua única incidência no processo comunicativo seria negativa, causa possível de ruído ou obstrução na veículação da mensagem. Pelo contrário, McLuhan chama a atenção para o facto de uma mensagem proferida oralmenteou por escrito, transmitida pela rádio ou pela televisão, pôr em jogo, em cada caso, diferentes estruturas perceptivas, desencadear diferentes mecanismos de compreensão, ganhar diferentes contornos e tonalidades, em limite, adquirir diferentes significados. Por outras palavras, para McLuhan, o meio, o canal, a tecnologia em que a comunicação se estabelece, não apenas constitui a forma comunicativa, mas determina o próprio conteúdo dacomunicação. Olga Pombo

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